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7 erros fatais de gestão de estoque que devemos evitar

Uma boa gestão de estoque é um dos pilares para o sucesso de um negócio. Descuidos na armazenagem dos produtos podem reduzir as vendas, aumentar custos e, assim, prejudicar a rentabilidade. Apesar disso, são frequentes os equívocos cometidos nessa área tão importante.

Pensando nisso, listamos neste post os principais erros que devem ser evitados na gestão de estoque para não comprometer o funcionamento adequado de uma empresa. Ficou curioso? Acompanhe o texto e boa leitura!

1. Comprar produtos em excesso

compra dos produtos para a composição do estoque deve ser feita de forma coerente e planejada, e não com base em especulações ou por impulso. A compra excessiva de mercadorias pode representar custos extras, já que elas se depreciam com o passar do tempo, além da chance de danos, que tornam sua comercialização impossível.

No caso de alimentos, esse problema é ainda mais grave, já que esse gênero de produtos normalmente possui um prazo de validade extremamente curto e demanda custos de armazenamentos maiores.

Para evitar que tais problemas atinjam seu estoque, mantenha um controle rígido do que está sendo armazenado e uma avaliação cuidadosa antes da compra dos produtos, em especial os sazonais, como aqueles relacionados com datas comemorativas.

2. Deixar faltar produtos

Por outro lado, também é problemático deixar algum produto faltar no estoque, fazendo com ele não esteja disponível no momento da aquisição do consumidor. Tal falha, que representa perda de vendas para a concorrência, recebe o nome de ruptura de estoque.

Existem algumas formas de prevenir essa ruptura. Primeiro, é preciso ter uma ideia de quantos e quais produtos, em média, costumam sofrer com isso. Para isso, compare o total de itens normalmente disponíveis no estoque com o número de produtos que estão faltando. A partir disso, é possível definir índices e metas para diminuir as ocorrências do tipo.

Depois, planeje melhor as compras, considerando um estoque de cobertura, a sazonalidade das vendas e a demora na entrega de determinadas encomendas. Por fim, mantenha uma estratégia caso um produto venha efetivamente a faltar.

3. Ignorar inventários periódicos

Ignorar a elaboração periódica de inventários é outro erro comum cometido por quem precisa gerenciar um estoque. Isso acontece principalmente pela ideia de que fazer um inventário é um desperdício de tempo ou algo demasiadamente complicado.

Um bom inventário deve fazer a confrontação entre a quantidade de produtos disponíveis com aquela anotada nas formas de controle utilizadas. Dessa forma, as informações estarão sempre atualizadas, retratando com mais fidelidade a situação do estoque.

Inventários permitem também um melhor controle de perdas, identificando produtos com problemas, seja por roubo, dano ou expiração do prazo de validade. Isso evita que as prateleiras sejam abastecidas com mercadorias em condições inadequadas.

4. Manter uma base de cadastro sem padrão

De nada adiante manter controles atualizados ou elaborar inventários com a periodicidade correta se o cadastro dos produtos é feito sem nenhum padrão. Um dos equívocos mais comuns é o cadastramento de itens iguais com códigos ou descrições diferentes ou incompletas.

Essas incongruências nas informações facilitam a ruptura de estoque e prejudicam o comerciante, que fica na dúvida se determinado produto está realmente em falta ou apenas foi cadastrado de outra forma.

Por isso, não negligencie a descrição de cada produto. Certifique-se que tais descrições contenham o maior número possível de detalhes. Quanto mais informações, mais fácil será o trabalho e menor o número de erros.

5. Desconsiderar o tempo médio de estocagem 

Adotar critérios errados de monitoramento é outro erro frequente. Muitos gestores se equivocam ao controlar o conteúdo dos estoques a partir do valor financeiro ou pelo número de itens armazenados, o que não é uma boa ideia. Saber que existem R$ 10 mil em mercadorias ou 1500 itens guardados são informações que, por si só, não significam muita coisa.

O critério mais adequado para o monitoramento de um estoque é o tempo médio de estocagem. Como o próprio nome diz, esse parâmetro fornece a informação de quanto tempo um produto fica, em média, na empresa até ser comercializado. Com esses números em mãos, torna-se mais simples a identificação dos produtos que possuem giro mais rápido e precisam ser repostos com frequência, em detrimento daqueles que permanecem mais tempo armazenados.

6. Desprezar softwares de gestão de estoque

Boa parte dos erros listados até aqui podem ser minimizados com a adoção de softwares de gestão eficientes. Eles substituem o trabalho feito manualmente, que é inviável diante da grande quantidade de informações gerada pela administração de um estoque.

Bons softwares possibilitam que todas as informações pertinentes sejam centralizadas e acessadas em tempo real, de qualquer local, agilizando a execução de tarefas e reduzindo custos. A tomada de decisões ganha eficiência, já que fica mais fácil controlar pedidos de reposição, o inventário, além das entradas e saídas de mercadorias.

7. Descuidar do espaço físico

Tão importante quanto o controle do estoque é a manutenção de boas condições de armazenamento dos produtos, preservando a qualidade do que está sendo estocado e também zelando pelo bem-estar dos funcionários que trabalham nesse setor.  Por isso, atente-se à limpeza do espaço e aos cuidados necessários para prevenir acidentes.

Para evitar os acidentes de trabalho, indique e demarque claramente os locais que oferecem riscos e reforce a necessidade da utilização dos equipamentos de proteção individual por todos os colaboradores.

Iluminação e ventilação são outros aspectos importantes para manter o bom estado do estoque. Ambientes mal iluminados favorecem os acidentes e facilitam erros nas atividades. Já a ausência de ventilação prejudica a saúde dos funcionários e favorece a ocorrência de incêndios. 

Por fim, não descuide da segurança: sistemas de vigilância inibem roubos e furtos, que podem representar impactos financeiros significativos.

Compreender quais são os principais erros de gestão de estoque é a melhor forma de evitá-los, o que deve ser uma preocupação constante de quem tem essa responsabilidade. Se cometidos com frequência, tais deslizes podem comprometer a saúde financeira de qualquer negócio. Logo, nenhum cuidado é demais!

Quer ter uma ideia de como será o futuro no setor logístico? Então confira quais são as 10 principais tendências em logística!

 

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Como conservar e armazenar produtos de limpeza?

Manter o estoque sempre organizado é uma estratégia determinante para o sucesso de qualquer organização, mas também é uma prática que interfere diretamente na conservação e qualidade das mercadorias. Por isso, saber armazenar produtos de limpeza é tão importante quanto vendê-los ao consumidor final.

Por serem tóxicos e até mesmo inflamáveis, os produtos de limpeza e similares precisam ser conservados e armazenados em áreas específicas de um supermercado.

Quer saber como? Então confira as nossas dicas e veja como armazenar produtos de limpeza corretamente, além de descobrir a importância da embalagem nesse processo. Confira!

Qual a importância de saber como armazenar produtos de limpeza?

O armazenamento correto de materiais de limpeza é fundamental para manter a organização do ambiente e evitar possíveis acidentes, pois tais produtos apresentam substâncias tóxicas nocivas à saúde humana se entrarem em contato com a pele ou olhos.

Além disso, outros motivos são muito importantes para a realização de uma armazenagem adequada. A seguir, listamos os principais.

Otimiza espaço

Quando se tem um espaço muito pequeno, qualquer centímetro ganho é útil. Assim, uma organização eficiente permite um melhor aproveitamento do espaço. Então, utilize recursos que facilitarão e melhorarão essa organização como:

  • prateleiras;
  • armários;
  • ganchos;
  • cestos;
  • suportes, dentre outros.

Esses itens facilitam na organização do seu material de limpeza e ajudam a manter a segurança dos seus produtos, isso porque é muito importante manter alguns materiais separados dos demais.

Reduz riscos

A separação de determinados materiais é importante justamente por reduzir o risco de acidentes. Alguns materiais reagem entre si, gerando gases tóxicos prejudiciais à saúde — um exemplo muito claro disso é o vinagre e a água sanitária, que jamais devem ser misturados, podendo gerar ardência e problemas respiratórios severos.

Esses produtos também devem ser protegidos do sol e do calor, devido a alguns desses materiais serem inflamáveis, impedindo o risco de explosões.

Um outro cuidado que deve ser evitado é a mistura de produtos de limpeza com alimentos, a fim de evitar os riscos de contaminação.

Traz mais segurança

Um armazenamento eficiente traz mais segurança para você e todos que permanecem nesse ambiente. Uma vez que esses produtos devem permanecer fora do alcance de crianças.

Frequentemente são vistos em noticiários matérias sobre pessoas que se feriram por uso ou consumo inadequado dos produtos químicos. Crianças que ingeriram líquidos perigosos e pessoas que causaram explosões misturando tais materiais.

Assim, é necessário programar o armazenamento dos produtos de limpeza de forma adequada. Portanto, essa tarefa deve ser tratada com grande seriedade e responsabilidade.

Evita desperdícios

Com o estoque bem organizado fica mais fácil verificar os materiais que realmente estão em falta, o que evita a compra desnecessária de produtos para o estoque. Permite, também, não perder o produto por conta da sua validade, já que com o grande volume de produtos, a sua empresa corre o risco de não vendê-los antes que se encerre o prazo de validade.

Além do mais, é necessário verificar se todos os produtos permanecem bem fechados, para evitar a perda para o ambiente — em se tratando de materiais que se evaporam facilmente.

Faz com que durem mais tempo

Ao passo que uma boa armazenagem evita desperdícios, ela também faz com que o produto dure mais já que você estará de olho:

  • em sua validade;
  • na vedação do produto;
  • se estão afastados de umidade ou do calor, pois esses fatores consomem esses materiais.

Facilita na hora de localizá-lo

A organização dos seus materiais de limpeza impossibilita a perda de tempo para localizar o produto. Uma armazenagem eficiente permite a identificação rápida e ágil do produto que você está precisando naquele momento. Isso fará com que a produtividade de toda a equipe seja otimizada, melhorando, inclusive, a imagem do seu negócio perante seus consumidores.

Quais os produtos que mais causam riscos à saúde?

A maioria dos materiais de limpeza levam em suas fórmulas produtos químicos muito fortes, capazes de causar irritações, alergias na pele e problemas respiratórios.

Quando em contato com a pele, olhos ou nariz provocam sintomas como:

  • ardor;
  • coceira;
  • vermelhidão;
  • descamação da pele;
  • tosse.

E em casos mais graves:

  • inchaço;
  • surgimento de bolhas;
  • falta de ar.

Alguns dos produtos de limpeza que costumamos ter em casa são mais perigosos. Veja alguns exemplos.

Amaciante de roupas

Muitos amaciantes de roupas contêm em suas fórmulas o amoníaco — uma substância que, quando recebe calor, libera o gás amônia, causador de irritações na pele, nos olhos e das vias respiratórias.

Muitas pessoas desencadeiam reações alérgicas ao produto por ficarem muito próximas ao nariz. Esse produto costuma não ser indicado para lavar as roupas do bebê, por exemplo, pois ainda não tem o sistema imunológico completamente formado.

Água Sanitária

O hipoclorito de sódio, presente na composição da água sanitária, é uma substância muito perigosa. Ele libera o gás cloro, mesmo que em baixa concentração. Esse gás provoca dores de cabeça, lacrimejamento e irritação das vias aéreas. Se a pessoa tiver problemas de asma, o contato com a água sanitária pode piorar ainda mais o seu quadro.

Desentupidores de ralo

Em muitos desentupidores de ralos está presente em sua composição a soda cáustica e nitrato de potássio e, com isso, formam uma mistura corrosiva, por isso, é necessário ter cautela na sua utilização.

Da mesma maneira que o querosene e outras substâncias à base de solventes, os desentupidores são inflamáveis e podem provocar irritações nos olhos e na pele. Em doses mais altas, podem levar até a morte.

Lava Roupas

Em diversos sabões para lavar roupas, o bórax, também conhecido como borato de sódio, é parte constituinte de sua fórmula, também muito utilizado nos sabões de limpeza em geral. Esse produto provoca efeitos negativos em relação à libido e reprodução, conforme estudos científicos revelaram. O motivo é a sua interferência no sistema hormonal. Além disso, causa irritação na pele e nas mucosas.

Uma boa opção como produto de limpeza é utilizar ingredientes naturais, como o bicarbonato de sódio, suco de limão, vinagre e sal. Esses materiais podem ser utilizados no lugar do bórax e proporcionarão o mesmo resultado.

Como armazená-los adequadamente?

Armazene com segurança os materiais de limpeza

Como visto, uma armazenagem inadequada de produtos de limpeza pode causar sérios problemas aos seres vivos em geral, por isso, é necessário armazená-los em locais apropriados.

Sendo assim, faça a sua devida organização, utilizando os itens citados para a otimização do seu espaço e:

  • mantenha os produtos em locais arejados para evitar a formação aerossóis contaminantes;
  • evite a reutilização de embalagens de modo a evitar contaminações;
  • não misture produtos, use um de cada vez, a fim de prevenir reações químicas incompatíveis entre eles.

Separe os produtos de limpeza em categorias

Para facilitar o reconhecimento e, até mesmo, a retirada de produtos no estoque de um supermercado, por exemplo, é essencial separar cada item de acordo com suas principais características e composições.

Dessa forma, categorize cada mercadoria em setores, incluindo produtos para limpeza de roupas, chão, cozinha, entre outros itens. Ao seguir essa estratégia, o supermercado ainda terá a chance de identificar com mais facilidade quais são os produtos que estão em falta no estoque, além daqueles que têm giro alto, sem depender de softwares para isso.

Por outro lado, manter os produtos do mesmo grupo em um mesmo lugar é uma prática que também pode evitar alguns acidentes dentro de um estoque. Entre eles está a possibilidade de algum item ser avariado e, assim, misturado com outros produtos que apresentam composições químicas divergentes.

Nesse caso, o resultado poderá ser catastrófico, já que a mistura de alguns elementos pode provocar intoxicações, alergias, pequenas explosões, entre outras reações perigosas para a saúde dos funcionários e clientes do supermercado.

A mesma dica vale para a exposição de produtos nas prateleiras, sendo indispensável organizá-los para que o consumidor não fique confuso no ato de compra.

Fique atento à temperatura do ambiente

O local onde os materiais de limpeza são armazenados no estoque de um supermercado também influencia diretamente na sua conservação e durabilidade.

Lembre-se de que os ambientes úmidos podem deteriorar as embalagens e comprometer seu estado natural, da mesma forma que os locais quentes são capazes de provocar reações químicas nos produtos.

Para os produtos inflamáveis, como o aerosol, entre outros itens que contêm álcool, o cuidado precisa ser ainda maior, considerando que esse tipo de material não pode ser armazenado em lugares com temperaturas muito elevadas, a fim de evitar qualquer tipo de explosão.

No geral, a dica é manter o estoque em temperatura ambiente, com o objetivo de conservar os produtos de limpeza. Se necessário, reserve um espaço separado para armazená-los com maior segurança.

Mantenha os produtos de limpeza longe de alimentos

Os materiais de limpeza precisam estar sempre armazenados longe dos produtos alimentícios, ou seja, em prateleiras de estoque distintas. Essa separação também é obrigatória nas prateleiras de venda, já que podemos perceber que ambos os produtos estão sempre em corredores diferentes.

Entretanto, vale lembrar que, embora estejam vedados, alguns materiais de limpeza podem sofrer pequenas avarias ou, até mesmo, vazamentos e, por isso, precisam ser guardados bem longe de qualquer tipo de alimento para evitar possíveis contaminações e riscos à própria saúde dos clientes que comprarão os alimentos.

Armazene os materiais em prateleiras superiores

Parece óbvio, mas os produtos de limpeza e similares precisam ser armazenados sempre nas prateleiras superiores dos supermercados, incluindo detergentes, desinfetantes, cloro, álcool, entre outros itens que são tóxicos e podem despertar a atenção das crianças quando estão expostos em lugares de fácil acesso.

Portanto, posicionar esses itens em gôndolas superiores é uma questão importante para evitar acidentes, como uma criança abrir um produto e ingeri-lo, por exemplo.

Além disso, é interessante ressaltar que essa estratégia de organização também pode favorecer as vendas, já que os clientes terão uma melhor visualização dos produtos (que ficarão próximos à altura dos olhos), o que influenciará de maneira positiva em sua decisão de compra.

Antes de armazenar produtos de limpeza, leia o rótulo

Alguns produtos têm especificações importantes que acompanham sua embalagem. Por esse motivo, ler os rótulos com frequência é um hábito que pode ajudar no armazenamento e conservação dos materiais de limpeza, levando em consideração que alguns produtos apresentam descrições mais exigentes.

No entanto, além de fornecer as informações necessárias para a armazenagem correta, os rótulos também têm um papel importante no controle de validade, o que permite acompanhar manualmente os itens que estão próximos do vencimento e precisam ser descartados com urgência.

Vale lembrar que um simples produto vencido ou mal conservado pode causar sérios riscos à saúde, o que também compromete a organização do estoque e, consequentemente, a credibilidade do estabelecimento no mercado. No entanto, felizmente, podemos contar com a ajuda de algumas diretrizes úteis que podem tornar o armazenamento o processo mais simples e prático.

Lembre-se de que os produtos de limpeza que estão vencidos podem ter sua eficiência comprometida e, ainda, causar riscos à saúde, como vômitos e dores de cabeça para quem os adquire.

Informe-se sobre a importância da embalagem

O correto armazenamento dos materiais de limpeza também depende das suas embalagens. Responsáveis por oferecer a proteção necessária, elas precisam ser resistentes, a fim de impedir qualquer tipo de corrosão química.

No geral, as embalagens de plástico ou polietileno são as mais utilizadas em itens de limpeza, pois são menos vulneráveis à ação de reagentes químicos, normalmente encontrados em produtos, como a água sanitária e o detergente.

Além disso, as embalagens precisam oferecer a segurança necessária para o transporte, tanto para o armazenamento em estoque ou prateleiras quanto para o manuseio do próprio cliente.

Portanto, adquirir mercadorias com embalagens suspeitas não é um bom investimento para o supermercado, além de oferecer grandes prejuízos que podem resultar em perda de produto, avarias, reclamações do cliente etc.

Como mostramos, armazenar produtos de limpeza é uma estratégia importante para garantir a satisfação e segurança dos clientes, além de manter o estoque organizado e seguro para os funcionários. Todavia, é essencial adquirir mercadorias com embalagens resistentes e de qualidade.

Então, gostou do nosso post sobre como armazenar produtos? Agora que você sabe como conservar e armazenar produtos de limpeza, aproveite para conferir também como embalar e armazenar produtos frágeis corretamente!

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Embalagem para produtos frágeis: entenda seu papel na logística

A embalagem é primordial para a boa apresentação e plena conservação de uma mercadoria, pois seu manuseio é intenso nas principais etapas da logística: armazenamento, movimentação interna e transporte.

E, quando se trata da embalagem para um produto frágil, os cuidados têm de ser redobrados. A importância do pacote se equipara à do item em si, já que assegura que sua qualidade seja preservada até a chegada às mãos do consumidor.

Quer saber qual o real papel da embalagem para produtos frágeis na logística? Então, continue a leitura!

Proteção da mercadoria

Existe uma grande diversidade de artigos frágeis, desde os triviais — como frutas, legumes, verduras, copos e potes de vidro — até os mais sofisticados, como taças de cristal, porcelanas finas, obras de arte e artesanato. Todos eles requerem cuidados especiais com a embalagem.

Para a proteção dos produtos, são necessários até três tipos de embalagens, dependendo do nível de fragilidade do material. Confira, a seguir, quais são!

Embalagem primária

Como o próprio nome diz, trata-se da primeira camada de proteção do produto. Ela pode ser, por exemplo:

  • um frasco;
  • blister;
  • pote de vidro;
  • lata de aço ou alumínio;
  • saco plástico ou laminado;
  • caixa longa vida (multicamada — papelão, plástico e alumínio);
  • invólucro de papel cartão;

Embalagem secundária

A segunda camada destinada a proteger o produto pode ser a caixa de exposição — individual ou que agrupe certa quantidade apropriada para o consumo —, o engradado, o pote plástico com tampa contendo sachês, por exemplo, ou um pote cartonado, também com tampa e fundo de metal, entre outros.

Essa embalagem vai envolver a primária, aumentando o grau de zelo com o objeto frágil. No caso de itens perecíveis, ela também contribui para o aumento da vida útil.

Embalagem terciária

A salvaguarda definitiva da mercadoria é proporcionada por essa camada protetora: a caixa de transporte, que agrupa várias caixas de exposição, podendo ser container, caixa de madeira ou mesmo caixa de papelão ondulado de estrutura resistente.

É ela que garante que o produto seja acondicionado na quantidade máxima possível, sem riscos de sofrer danos por abertura acidental ou incidentes. Desse modo, é possível otimizar o custo-benefício do transporte.

Além disso, tal embalagem tem de ter o peso adequado para facilitar seu manuseio pelos carregadores ou clientes — ou seja: deve respeitar aspectos ergonômicos.

Praticidade ao desembalar

Outro ponto a ser considerado quanto à embalagem para produtos frágeis é que ela deve possibilitar uma fácil retirada. O pacote não pode rasgar de forma involuntária, pelo simples manuseio, e nem exigir acessórios sofisticados para sua abertura.

A embalagem também não pode escorregar das mãos de quem manuseia o produto, já que uma queda colocaria tudo a perder. Lembre-se de que a facilidade do transporte e a qualidade da embalagem, de qualquer dos três tipos, também contribuem para a preservação da mercadoria frágil.

Comunicação com o público

A embalagem deve conter informações necessárias para todos os públicos envolvidos em seu manuseio, seja durante o transporte, o armazenamento ou o uso.

O papel da comunicação é desempenhado pelo rótulo, silk, encarte — instruções de uso, bula, receita e manual — e pelas inscrições nas caixas. Mas que tipo de comunicação o produto frágil deve transmitir para cada público? Veja abaixo!

Para o público em geral

É preciso gerar a percepção e o reconhecimento da marca, ou seja, destacar seu produto em meio aos concorrentes. Isso pode ser feito por meio de uma identidade visual singular, perante os consumidores atuais e os clientes em potencial.

Chamar a atenção é imprescindível para que, quando vir o produto, o público possa relacioná-lo a suas necessidades ou seus desejos de consumo. Assim, a fragilidade da mercadoria não se tornará um empecilho para a compra.

Um bom design de embalagem contribui para a valorização do que está dentro dela. O cliente se predispõe a pagar mais caro pelo item em virtude da sofisticação ou sentimento que a aparência do pacote evoca

Vale salientar que, quando o consumidor percebe a alta qualidade da embalagem, ele presume que o produto nela contido apresenta o mesmo nível de excelência. Isso enriquece a experiência que ele tem com a marca e pode até promover sua fidelização.

Para os transportadores e armazenadores

É necessário apresentar a simbologia padrão da indústria que indica quais são os cuidados a serem tomados com o produto frágil.

  • Direção de posicionamento das caixas: a posição correta impede dobras, abaulamentos ou amassamentos das caixas e os consequentes danos à mercadoria.
  • Empilhamento máximo: essa indicação não permite que seja colocado peso excessivo sobre a caixa, capaz de estragar o produto que ela contém.
  • Forma de amarração das caixas: é a imagem que demonstra como posicionar as caixas em cada camada do empilhamento. Aplicando essa disposição, a pilha de itens frágeis fica aprumada e estável, evitando quedas, perdas e acidentes;
  • Manuseio com delicadeza: essa orientação faz com que as caixas sejam manuseadas com o máximo cuidado, sem arremessos, choques ou impactos.
  • Proteção contra sol, temperatura ou chuva/umidade: essa instrução impede que a mercadoria seja exposta a intempéries que possam prejudicar sua qualidade, seu funcionamento ou sua conservação.

Para o cliente final

É preciso haver informações sobre cuidados no transporte, durabilidade e características da mercadoria — marca, modelo ou tipo, cor, quantidade e/ou peso —, dentre outros esclarecimentos.

A embalagem também pode conter receitas para despertar maior interesse pelo produto, instruções de uso e cuidados para sua conservação. Isso facilita a vida do consumidor/usuário final.

Bônus: 7 cuidados essenciais no transporte de um produto frágil

Como vimos até aqui, a embalagem adequada faz toda a diferença na distribuição e na comercialização de produtos frágeis. No entanto, o transporte desses itens é considerado um grande desafio logístico, uma vez que uma circulação descuidada pode causar enormes prejuízos, perdas e danos às mercadorias. 

Por isso, além de caprichar na embalagem, a empresa deve se preocupar com boas práticas de transporte. Afinal, vale lembrar que, se algum problema acontecer durante a remessa, a imagem da companhia e a satisfação de seus clientes estarão comprometidas. 

Para ajudar, confira, a seguir, 7 das principais dicas para um transporte seguro de produtos frágeis.

1. Opte por embalagens de qualidade

Quando o assunto é o transporte de cargas frágeis, tudo começa com uma boa embalagem. Ela precisa ser resistente e de altíssima qualidade.

Portanto, o papelão ondulado é o mais indicado. Além disso, é interessante que os pacotes sejam do mesmo tamanho, facilitando o empilhamento e a organização das caixas dentro do veículo. 

Outro aspecto importante é o lacre: use-o sempre que necessário e garanta que tudo esteja firmemente selado. Esse detalhe evita que o conteúdo rompa a embalagem e seja danificado durante o trajeto. 

2. Embale cada item individualmente

Mesmo que os produtos sejam acomodados em embalagens robustas, o ideal é que, na medida do possível, cada item seja protegido de forma individual primeiro. 

Plástico bolha, almofadas de ar, espumas de EPP, divisórias, espaçadores, calços e cantoneiras são bons recursos para envolver objetos que tendem a quebrar mais facilmente, como garrafas de vidro, ovos ou quadros. Esses materiais são capazes de absorver impactos e impedir que a forma dos produtos seja alterada. 

No caso de artigos farmacêuticos ou alimentícios, os cuidados devem ser redobrados. Isso porque, além da fragilidade, eles são perecíveis.

A validade e a consistência de tais itens podem ser prejudicadas se o transportador responsável desconsiderar aspectos como as condições climáticas e a umidade dentro do caminhão. Por vezes, é recomendado adotar veículos que tenham um compartimento refrigerado

Nesse setor, os danos podem acontecer de diversas formas e, por isso, o transporte deve ser criterioso. Artigos aquosos ou líquidos correm o risco de vazar ou escorrer se não forem acomodados corretamente, contaminando o conteúdo restante no veículo. 

Para redobrar a segurança, é oportuno envolvê-los com algum tipo de material absorvente que controle vazamentos. Ressaltamos, ainda, a importância de transportar itens com outros que possuam características semelhantes — no caso de algum problema, isso pode ajudar a amenizar danos.

3. Adote o empilhamento colunar

Cerca de 70% da força estrutural de uma caixa de papelão reside em suas arestas ou cantos. Sabendo disso, o empilhamento colunar se torna a melhor prática. Esse tipo de empilhamento acontece quando as caixas são posicionadas precisamente umas sobre as outras, buscando alinhar suas arestas (que são suas colunas).

Pilhas de caixas sobrepostas utilizando esse arranjo alcançam melhor resistência, pois ocorrerá uma melhor distribuição do peso nas áreas mais fortes das embalagens (as arestas), o que reduz as chances de quebras ou amassamentos, algo essencial sobretudo para objetos frágeis.

Ressalta-se, ainda, que para o empilhamento colunar funcionar com o máximo de eficiência, é importante que as caixas possuam o mesmo tamanho, seja na largura ou altura.

Procure evitar o tipo de empilhamento trançado (onde cada caixa é posicionada por sobre outras duas, no meio delas). Nessa forma de empilhamento, o peso fica concentrado na junção das caixas de baixo, sobrecarregando-as e podendo gerar nelas esmagamento. Lembrando que todo esse cuidado ao empilhar caixas só funciona em superfícies adequadas (portanto, fuja de pisos irregulares).

4. Escolha parceiros especializados

A transportadora parceira deve ter expertise na distribuição de produtos frágeis. Caso esse serviço seja internalizado, certifique-se de que sua equipe receba o treinamento adequado para lidar com cada etapa do processo. 

Os danos podem acontecer por conta não somente do transporte em si, mas como resultado de outras etapas, como empacotamento, carga e descarga. 

Dependendo do trajeto e do volume de itens, uma mesma caixa pode ter que ser manuseada diversas vezes ao longo do caminho. Um time de profissionais especializado e experiente ajuda bastante a reforçar a qualidade do transporte

Ao mesmo tempo, uma vez que lidar com esse tipo de carga faz parte de seu dia a dia de trabalho, a equipe conseguirá perceber falhas — e corrigi-las — de modo mais eficiente e rápido. Também será possível implementar melhorias, tornando a distribuição ainda mais segura. 

5. Aprimore as formas de acomodar a carga

Uma iniciativa básica, mas que pode passar despercebida, é seguir a ordem natural das coisas e acomodar cargas leves ou sensíveis sempre por cima das que são mais pesadas. Na hora de colocar as mercadorias no caminhão, um descuido do tipo pode causar um alto prejuízo. 

Além disso, intensifique a segurança das embalagens de produtos frágeis, envolvendo-as com outros materiais (como plástico, isopor ou mantas). Isso é especialmente útil para produtos eletrônicos, geralmente sensíveis, sobretudo ao contato com líquidos. Preencha os espaços vazios entre as caixas com recursos firmes e amortecedores, evitando movimentações excessivas ou colisões. 

Por mais trabalhoso que isso pareça ser, todo tipo de ideia que favoreça a precaução é válido para o sucesso do transporte. 

6. Prenda bem o conjunto 

Uma vez arrumadas dentro do caminhão, verifique se as pilhas de caixas estão bem protegidas e fixadas. O intuito é checar suas condições e evitar quedas ou choques que possam acontecer conforme o veículo passa por curvas e terrenos acidentados ou aumenta a velocidade. 

Por mais que seja necessário otimizar o espaço na carroceria, prefira fazer pilhas com uma altura razoável e acomodar as caixas próximas umas das outras de forma inteligente, como se estivesse encaixando os elementos de uma construção. 

Colunas enormes de pacotes podem escorregar ou tombar no meio da estrada. Além do risco de ter seu conteúdo quebrado, as embalagens podem cair por cima de outras e danificar os demais produtos. Portanto, planeje bem a forma como vai agrupá-las no caminhão e prenda o conjunto firmemente, usando instrumentos apropriados, como gaiolas ou cordas. 

Outro conselho importante é cuidar para não carregar em demasia o veículo e ter problemas com excesso de peso. Respeitar os limites é crucial para fazer entregas bem-sucedidas. 

7. Considere o uso de tecnologia qualificada 

A tecnologia aplicada à logística se torna cada vez mais essencial nos dias de hoje. Esse é considerado um fator imprescindível para agregar valor ao transporte e torná-lo mais competitivo. 

Para garantir a segurança e a qualidade da distribuição de suas mercadorias sensíveis, adote softwares de rastreamento de carga e monitoramento — ou contrate-os com transportadoras que invistam em inovação. 

Tais sistemas permitem um acompanhamento em tempo real do status da movimentação de produtos. Além deles, tecnologias como a telemetria viabilizam o controle remoto do desempenho dos condutores. 

Desse modo, os gestores têm como saber se questões como excesso de velocidade ou frenagens bruscas — que podem acometer cargas frágeis — estão, de fato, acontecendo e quais medidas precisam ser tomadas. 

Quando pensamos em uma embalagem para produto frágil, todos os holofotes convergem para o grau de proteção e conservação que ela vai proporcionar. Esse, sem dúvida alguma, é um ponto crucial para tal tipo de mercadoria. 

Com as condições ideais e boas práticas de transporte, as empresas são capazes de contornar os desafios comuns da distribuição de mercadorias sensíveis e garantir que elas cheguem ao destino com a integridade necessária para deixar o cliente satisfeito.

Gostou de aprimorar seus conhecimentos sobre a logística necessária a um produto frágil? Que tal descobrir, agora, como garantir a segurança no transporte de mercadorias? Até a próxima!

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Como embalar e armazenar produtos frágeis corretamente

Quem trabalha com gestão logística sabe que todas as cargas precisam ser embaladas, armazenadas e transportadas com o devido cuidado. No entanto, alguns produtos — principalmente aqueles mais sensíveis e menos resistentes — demandam atenção especial. Sem isso, eles podem se danificar e causar insatisfações ao cliente que espera pela encomenda.

Para ajudar você nessa tarefa, preparamos este conteúdo com recomendações sobre como embalar e armazenar produtos frágeis com segurança. Então, anote estas dicas e nunca mais tenha problemas com isso!

Tenha cuidado com a armazenagem

Pense no local onde serão armazenados os produtos frágeis. Mesmo que o seu espaço seja reduzido, é indispensável que as mercadorias menos resistentes tenham uma área à parte, separada das demais. Sem essa diferenciação, diversos empecilhos costumam surgir.

Os funcionários responsáveis por esses setores podem se confundir e manusear, movimentar ou empilhar os pacotes de maneira inadequada, danificando os produtos. Por isso, manter os objetos frágeis distantes daqueles mais resistentes é uma forma de protegê-los antes mesmo de eles saírem para o transporte.

Em último caso — principalmente para empresas que não tenham tais espaços adequados em sua estrutura —, o indicado é recorrer ao aluguel de armazéns. Essa modalidade de serviço também costuma oferecer soluções logísticas desenvolvidas especialmente para evitar danos às cargas sensíveis.

Use embalagens e proteções adequadas

Depois do armazenamento, é essencial contar com embalagens e acessórios adequados, incluindo aqueles que servirão para proteger o produto dentro dos pacotes. Uma boa escolha nesse sentido diminui muito as chances de acidentes durante o armazenamento e transporte.

O primeiro aspecto a ser observado é o tamanho. As embalagens devem ser condizentes com o volume do produto, para que ele não fique solto ou apertado lá dentro. Também, isso evita que sejam feitos improvisos na hora de empacotá-lo, colocando a integridade da mercadoria em risco.

Outro detalhe diz respeito à hora de escolher o material que vai compor a embalagem: é preciso verificar a sua resistência e capacidade de adaptação a diferentes situações.

Caixas de papelão podem ser uma boa solução nesse momento. Elas são leves, oferecem um bom custo-benefício e protegem contra agentes externos variados, como luz e poeira. Se necessário, até podem ser acrescentadas camadas de material para construir caixas mais resistentes. 

Por fim, elas são altamente personalizáveis, tanto no tamanho quanto no formato e grafismo. Permitem impressões publicitárias em boa qualidade para atrair a atenção dos consumidores ou demais conteúdos informativos pertinentes ao que está sendo armazenado.

Já quanto às opções de materiais para preencher os eventuais espaços vazios no interior da embalagem, há várias soluções: plástico bolha, almofadas de ar, espumas de EPP, divisórias, espaçadores ou cantoneiras. O importante é que os produtos fiquem no lugar e não sejam jogados de um lado para o outro pelos movimentos ocasionados durante o transporte.

Embale cada produto individualmente

Nem sempre isso é possível, mas procure embalar cada produto individualmente antes mesmo de acomodá-lo nas caixas. Inclusive, os materiais citados acima podem ajudar nessa tarefa.

Outra preocupação é a de acondicionar produtos similares de maneira próxima. Evite, por exemplo, transportar embalagens que levam líquidos juntos a outros produtos. Dessa forma, caso haja algum vazamento os estragos serão menores.

Deixe explícitas as fragilidades

Toda precaução nunca é demais, portanto, não hesite em colocar indicações claras nas embalagens, informando que seus conteúdos são frágeis e devem ser manejados  cuidadosamente.

Indique também se houver produtos pontiagudos ou afiados sendo transportados, já que eles podem romper a embalagem com mais facilidade e colocar a integridade física dos funcionários e consumidores em risco. Nesses casos, opte por etiquetas e avisos padronizados, para evitar confusão ou qualquer margem para dúvidas.

Lembre-se de que até os clientes podem se confundir e ser descuidadosos com a encomenda. Assim, a indicação de conteúdo frágil deve servir a todos os públicos que vão ter contato com o produto, desde quando ele sai do armazém até o sua destinação final.

Organize e prenda bem as caixas

O cuidado deve prosseguir na hora de empilhar a carga para o transporte. Parece óbvio, mas é sempre bom lembrar: caixas com conteúdos frágeis nunca devem ser colocadas embaixo de caixas pesadas. Essa simples atitude — ignorada, muitas vezes, por falta de atenção — evita boa parte dos amassados e quebras. Procure também realizar o empilhamento colunar das caixas, que consiste em posicioná-las umas sobre as outras com as arestas (cantos) alinhadas umas com as outras.

Para incrementar a proteção contra solavancos e curvas fechadas que ocorrem no trajeto, certifique-se ainda de que a carga esteja bem presa. Caixas e pilhas precisam ser amarrados firmemente, mas sem pressionar demais nenhum material.

Os utensílios mais utilizados para esse fim são gaiolas de transporte e filme plástico do tipo strecht. Com isso, eles não vão se movimentar, cair ou bater umas contra as outras.

Conte com empresas especializadas

Por fim, se a sua empresa não conta com a experiência necessária para transportar produtos frágeis ou não faz isso com muita frequência, a alternativa a ser considerada é contratar profissionais especializados nessa atividade.

Unindo a experiência com as ferramentas adequadas, uma transportadora especializada certamente oferecerá um serviço melhor do que se você mesmo optasse por realizar o transporte dessa carga. Para garantir isso, contudo, é preciso pesquisar a reputação e a capacidade da empresa de prestar o serviço de acordo com o que houver sido combinado.

Procure se informar também sobre quais são os recursos utilizados para proteger as mercadorias, e se a empresa conta com tecnologias que podem diminuir os riscos de roubos e danos, como sistemas de rastreamento. Confira ainda como funciona a sua política de contratação de seguros.

Essa escolha por uma transportadora costuma ser mais custosa em um primeiro momento, mas lembre-se de que representa um ganho de eficiência e economia no longo prazo, uma vez que os prejuízos com produtos danificados serão menores.

Considere também adquirir as embalagens de seus produtos com empresas com know-how e atendimento especializado para atender com eficiência suas necessidades específicas. A Embalagens M2B conta com tecnologia, estrutura e pessoal especializado para fornecer embalagens personalizadas e acessórios para diversos objetivos.

Enfim, como vimos, se o manejo de qualquer produto exige cuidados específicos, quanto tratamos de embalar e armazenar produtos frágeis essas precauções precisam ser redobradas.

Contudo, se todos esses detalhes forem observados e seguidos atentamente, as chances de haver um problema em qualquer estágio do processo diminuem muito. Isso trará menos perdas e, consequentemente, melhores resultados para o seu negócio!

Então, gostou do nosso post? Agora que você sabe tudo que deve ser feito na hora de embalar e armazenar produtos frágeis, aproveite para conferir também estes 5 erros a serem evitados no transporte de cargas!

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Embalagens para ovos: 5 dicas para transportar com segurança

O transporte de cargas alimentícias requer cuidado para a conservação do volume, uma vez que elas precisam passar perfeitamente por todas as etapas até o consumidor final. As embalagens para ovos foram pensadas para atender a essa demanda, oferecendo proteção total e conservação ao alimento.

Uma maior preocupação com essa etapa do trabalho é a certeza de clientes satisfeitos e de redução de custos por perda de ovos. Diante disso, neste post você vai entender melhor a necessidade de boas embalagens, conhecendo 4 dicas para fazer um transporte seguro.

Entenda a importância da segurança nas embalagens

A preocupação com a segurança dos ovos no transporte é uma questão institucional importante, mantendo a saúde e a confiabilidade de um negócio. Preservar cargas evita problemas de ordem financeira, como despesas a mais por perda de ovos, ou até mesmo a configuração de prejuízos, em casos mais graves.

O cuidado não deve ser somente com a quebra dos ovos, mas também com a conservação das suas propriedades. Condições de transporte inadequadas podem fazer com que eles percam qualidade, vindo até mesmo a estragarem-se. Isso acaba colocando em risco a credibilidade da empresa, algo muito prejudicial e que pode ser resolvido facilmente, graças a boas práticas.

Veja o que considerar para o transporte seguro

O transporte adequado está muito ligado às embalagens para ovos seguras, que ofereçam bom manuseio, empilhamento e conservação. É fundamental investir em caixas de qualidade, que vão garantir a integridade e a qualidade do alimento em todas as etapas.

Para conseguir isso, é preciso dedicação a alguns pontos importantes, sempre pensando em como as embalagens vão se adequar às necessidades de preservação do alimento. A seguir, confira 4 dicas fundamentais para considerar durante o processo de transporte dos ovos.

1. Escolha o material adequado

Uma das maiores preocupações no transporte e manuseio de ovos é em relação à fragilidade das caixas. Por conta disso, a embalagem precisa oferecer suporte para que esse ponto seja atendido de maneira eficiente, para que o alimento possa passar pelo processo logístico de forma segura.

O material das embalagens utilizadas é um ponto importante, precisando de uma proteção eficiente. As caixas de papelão ondulado são as opções com a melhor proposta para os ovos, tendo em vista que esse material tem uma maior capacidade de minimizar os impactos que o alimento sofre no transporte.

A caixa de papelão ondulado possui uma camada interna, como um reforço, que funciona justamente para deixar as paredes da caixa com maior capacidade de amortecimento. Dessa forma, é possível transportar ovos com o maior nível de segurança possível.

2. Tenha embalagens de fácil manuseio

Desde a saída do criadouro, passando por todas as etapas, os ovos serão manuseados em grandes quantidades, o que os expõe naturalmente aos riscos contra sua integridade. Não é fácil carregar caixas cheias e pesadas, o que também faz necessário o pensamento de funcionalidade ao trabalhador que fará esse manuseio em vários momentos.

Boas embalagens devem oferecer suportes para que sejam pegadas com maior facilidade, sem nenhum tipo de improviso ou desconforto para os profissionais envolvidos nessas etapas.

Encaixes para as mãos podem parecer um simples detalhe, mas são recursos de funcionalidade de extrema importância. Quando as embalagens contam com eles, o manuseio poderá ser feito adequadamente.

Para que essa solução seja aplicada nas caixas, é preciso também que elas sejam reforçadas, para que não haja nenhum tipo de problema. Uma embalagem com suporte para pegada, mas sem resistência, pode resultar em rasgos e danificação de ovos.

3. Empilhe de forma cuidadosa

Uma importante necessidade nas embalagens para ovos é que elas possam ser empilhadas sem maiores problemas. Essa demanda faz com que as embalagens precisem ser pensadas de forma que possam “encaixar” umas nas outras. Isso permite que elas fiquem alinhadas e, principalmente, não ofereçam pressão, impacto ou qualquer outro tipo de agressão aos ovos das caixas que estejam sobre ou embaixo delas.

Além do cuidado acerca do material, é fundamental não sobrecarregar as embalagens. Elas terão limites bem específicos, e é sempre fácil identificar quando elas já atingiram esse volume. Forçar esse ponto pode causar problemas iminentes à estrutura dos ovos, causando quebras, ou seja, desperdícios que podem ser facilmente evitados.

Outra recomendação básica, porém fundamental, é evitar misturar outros tipos de cargas com os ovos. Como eles são altamente frágeis, outros alimentos, por exemplo, podem oferecer pressão excessiva na hora de empilhar, resultando em rachaduras e até mesmo na quebra. Cargas de ovos devem ser somente deles.

4. Mantenha a temperatura dos ovos

As embalagens para ovos também devem ser desenvolvidas pensando na manutenção da temperatura deles. Pelo fato de possuírem suas necessidades muito específicas, eles precisam ter o respiro adequado, porém também não podem sofrer com climas muito frios. É preciso buscar um equilíbrio para que o ovo não sofra com esses fatores.

Antes de serem transportados, os ovos ficam armazenados em locais que possuem um nível adequado de refrigeração, e esse mesmo nível deve ser mantido nos caminhões para que o alimento não sofra com um possível impacto térmico.

Outro ponto importante é a utilização de embalagens que permitem a respiração dos ovos, sem que eles fiquem abafados, mas também não totalmente expostos. As altas temperaturas também podem trazer problemas, o que faz com que a descarga em dias de muito calor e sol demande cuidados.

O equilíbrio é fundamental, com embalagens que protejam a estrutura da casca dos ovos, mas também ofereça ventilação suficiente para evitar o abafamento.

5. Tenha atenção ao custo-benefício

Adquirir novas embalagens para ovos é um processo que passa pela consideração de todos os fatores citados ao longo deste post. As opções mais baratas e com menos recursos podem acabar custando mais caro, pois não oferecem a preservação necessária dos alimentos.

Pensar de forma inteligente é levar em consideração a relação custo-benefício na hora de adquirir embalagens. As melhores alternativas são aquelas que possuem preços justos quando alinhados com os recursos e a segurança que oferecem o que a carga precisa, em nível de segurança e conservação.

Com essas dicas você vai tomar as melhores decisões na hora de escolher as melhores embalagens para ovos usadas no transporte! Assim seu negócio poderá se manter sempre relevante, oferecendo o máximo de qualidade.

Nós temos as embalagens que você precisa! Entre em contato conosco e veja como podemos ajudar sua empresa com esse serviço.

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Saiba como armazenar produtos para exportação de forma correta

Está pensando em expandir o seu negócio para clientes estrangeiros? A sua empresa já está consolidada no mercado de exportação de produtos nacionais? O estoque adequado de mercadorias é fundamental para a sua operação? Caso tenha respondido afirmativamente, você sabe como armazenar produtos pode representar um diferencial competitivo para o negócio.

Os gestores devem pensar em como o tipo de embalagem interage com a mercadoria, a apresentação dela nas prateleiras e a conservação de suas características. Por isso, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento são tão importantes para alinhar as necessidades dos clientes com a percepção dos invólucros.

A relação entre a visibilidade de uma marca e o volume de vendas de um produto pode ser associada diretamente com a eficiência das ações de marketing. De modo a demonstrar essa relação, analisaremos a importância da escolha do design certo de um produto, além de mostrar dicas preciosas para a armazenagem de itens para exportação. Continue lendo e saiba mais!

Quais são as principais atribuições das embalagens?

O papel de uma embalagem pode ser visto em todos os elos da cadeia de suprimentos — desde o princípio do processo de compra, até a chegada do produto ao consumidor final. Por isso, é indicado considerar as atribuições do material e a relação dele com a estratégia empresarial.

O principal atributo de uma embalagem é proteger as mercadorias de danos e avarias que podem ocorrer durante o manuseio, a armazenagem e o transporte. No ramo alimentício, por exemplo, uma embalagem danificada pode significar que o produto está inapto para venda e para o consumo. Isso quer dizer que, por uma questão de saúde, as mercadorias devem ser descartadas — o que representa perdas financeiras e afeta e imagem do produtor.

Os produtos manufaturados, inclusive, possuem componentes que podem ser quebrados em caso de colisão ou mau acondicionamento em caminhões, paletes e contêineres.

A segunda propriedade tem relação com as ações de marketing para a promoção da marca e os seus respectivos produtos. Isso é possível devido à capacidade de criar formas de estabelecer comunicação com os clientes e, assim, gerar destaque para a empresa.

As embalagens devem ser atrativas, explicitar as características e os benefícios dos produtos. Nesse contexto, a atividade de criação é um processo árduo que deve considerar não somente os elementos gráficos, mas os materiais utilizados em sua composição. Afinal, o custo do produto também envolve o valor da embalagem.

Por fim, o terceiro aspecto tem o objetivo de promover o melhor aproveitamento do espaço possível. Essa é uma decisão importante, uma vez que os veículos, as embarcações e as aeronaves utilizadas no transporte têm espaço limitado. Pensar na otimização previne desperdício e oferece a melhor relação custo-benefício para o custo do frete na exportação.

Quais são os benefícios da embalagem adequada?

Com investimento em pesquisa e desenvolvimento, é viável tomar a decisão certa para a valorização do seu produto e para o crescimento do negócio. Como resultado, você obterá benefícios como:

  • Facilidade no transporte;
  • Visibilidade do produto;
  • Uniformização do volume de cada lote;
  • Distribuição em grande escala;
  • Consolidação da imagem da marca.

Embalagens que contêm os produtos podem ser projetadas utilizando os mais diversos materiais, como papelão, madeira vidro e alumínio. Cabe destacar que não existe um modelo universalmente aceito, mas a escolha depende da função a ser desempenhada e das características de cada mercadoria. Por esse motivo, considere a opção que ofereça maior adequação as suas necessidades.

Quais são os tipos de embalagem mais utilizados?

  • Embalagem de transporte: tem o propósito de atender às especificações do transporte. Oferece maior proteção e expõe os dados do fornecedor;
  • Embalagem de prateleira: é utilizada nos pontos de venda para apresentar as mercadorias aos clientes. Também possui elementos gráficos que remetem à marca;
  • Paletização: é ideal para a movimentação das cargas nos armazéns, além de ser empregada no embarque e no desembarque nos veículos. Possibilita a movimentação dos lotes com a ajuda de empilhadeiras.
  • Conteinerização: essa é uma das principais inovações da importação e exportação de mercadorias. É amplamente adotada por empresas de logística e tem capacidade de transportar grandes quantidades de mercadorias por meio do modal marítimo.

Como armazenar produtos para exportação?

Conheça, a seguir, as recomendações para armazenagem de produtos para exportação.

Conte com maior resistência

Criar uma embalagem com o intuito de realizar o embarque para exportação é significativamente diferente de desenvolver recipientes para a distribuição no mercado interno. Com esse aspecto em mente, o gestor deve compreender que o período de deslocamento é maior.

Também ocorrem transições entre caminhões e embarcações, quando os produtos saem dos centros de distribuição para as prateleiras do varejo e das lojas até chegar ao cliente final. São diversos elos que compõem a cadeia de suprimentos, sendo crucial que a integridade do material seja mantida do início ao fim.

Portanto, a primeira característica das caixas a ser observada é a resistência. Contudo, é preciso adicionar flexibilidade e leveza para facilitar a movimentação manual e também por meio de equipamentos.

Atenda às condições especiais

Em casos de produtos que requerem condições especiais, como temperatura controlada, níveis de umidade e monitoramento de pressão, as caixas e pacotes devem ser elaborados para garantir o atendimento dessas especificações.

Já as dimensões e o volume precisam ser compactos para permitir o agrupamento e o transporte em lote. É importante lembrar que as regras de peso limite e as recomendações de empilhamento máximo devem ser seguidas rigidamente, a fim de garantir eficiência, estabilidade e integridade das mercadorias e profissionais envolvidos..

Selecione fornecedores adequados

Para garantir resultados satisfatórios, é importante contar com fornecedores de embalagens que compreendam seu impacto no produto. Assim, procure identificar empresas que prezem pela qualidade dos materiais e operem para atender às especificações requeridas. Com isso, durante toda a operação, compreenda como ocorrerá a alocação dos produtos e quais serão os meios de transporte utilizados.

Foque na experiência do cliente

O fator estético também influencia na decisão dos clientes. Portanto, é preciso considerar os detalhes que atraem a atenção de forma positiva para estimular as vendas. Para criar recipientes reutilizáveis ou com propriedades biodegradáveis — que fazem parte de uma tendência de consumo aliada à preservação ambiental —, criatividade e inovação são palavras-chave.

A forma como as mercadorias são expostas nas prateleiras também pode ser favorecida com a utilização de caixas práticas e com um formato atrativo. Esse tipo de versatilidade contribui para facilitar a distribuição, especialmente em mercados estrangeiros.

Os custos operacionais e as condições as quais os lotes podem ser submetidos durante o processo de exportação e distribuição representam fontes de preocupação para os empreendedores. A solução mais viável é buscar a otimização dos recipientes, contribuindo, assim, para a sua segurança.

Exportar é uma atividade arriscada, a qual exige cuidado para ser bem-sucedida. Portanto, o gestor deve buscar informações sobre como armazenar produtos e, também, a melhor maneira de lidar com a introdução de um novo item no mercado externo.

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Saiba como empilhar caixas de papelão corretamente

O estoque é um setor essencial para a logística das empresas. Tanto que exige dos gestores uma boa lógica de organização, otimização de espaço e armazenagem adequada dos itens. Mas, para ter tudo isso, é preciso saber empilhar corretamente as caixas de papelão que envolvem os seus produtos.

Adotando as práticas certas, você aumenta a resistência das embalagens que utiliza, protegendo os artigos dentro delas, e garante que o seu estoque permaneça organizado. Assim, por consequência, reduz o retrabalho e a necessidade de trocar produtos danificados — além de melhorar, como um todo, o rendimento do estoque.

Outro ponto importante é que isso ainda influi na diminuição de custos, já que embalagens bem-arrumadas reduzem o peso do transporte e a necessidade de caixas mais fortes.

Então, para garantir tudo isso, continue lendo e confira algumas dicas para empilhar e organizar as suas caixas de papelão da melhor maneira:

Use o empilhamento colunar para caixas de papelão

Praticamente, 70% da resistência das caixas de papelão está em suas arestas ou cantos. Por isso, o ideal é optar pelo empilhamento colunar. Isso significa: uma caixa exatamente em cima da outra, formando colunas.

Apesar de não oferecer uma boa amarração da carga, é com essa disposição que você obterá a melhor resistência, pois o peso estará melhor distribuído entre as partes mais fortes das caixas.

Vale ressaltar, no entanto, que um desalinhamento nessas pilhas pode provocar perda da sua força, com o risco de as caixas tombarem e danificarem os artigos que estão dentro no seu interior.

Outro ponto a considerar nesse empilhamento é que se deve usar embalagens do mesmo tamanho em cada coluna, formando pilhas diferentes para cada tamanho de caixa.

Evite também o empilhamento trançado — em que cada caixa é disposta sobre outras duas, meio a meio — pois, com ele, o peso ficará apoiado no centro das caixas de baixo, local com menor resistência. E nunca empilhe sobre pisos irregulares.

Empilhe caixas de papelão sobre paletes

As embalagens de papelão são resistentes, leves e úteis para a estocagem, mas não suportam umidade excessiva. Por isso, é ideal que sejam posicionadas sobre paletes ou estruturas planas de proteção. Assim você as protege de qualquer aquosidade que vier pelo piso.

Ao empilhá-las dessa forma, contudo, tome cuidado: nunca deixe suas laterais para fora da estrutura do palete. Pode parecer que, ao fazer isso, você ganha espaço, mas a verdade é que as arestas não terão uma sustentação adequada. Logo, a qualidade das caixas será comprometida, podendo danificar os produtos dentro delas.

Seguindo a mesma lógica, não deixe as arestas das caixas nos vãos dos paletes.

Tome cuidado com a umidade e prazo de validade

Como já foi dito, a umidade é um fator crucial para as caixas de papelão. Assim, além de utilizar os paletes, você pode você pode dispor as caixas a uma distância de um metro das paredes, mais ou menos, para evitar que absorvam a sua umidade.

O papelão ondulado pode aguentar determinada umidade. Ainda assim, quanto mais tempo ele for utilizado, mais da aquosidade presente no ar ele absorverá — e, consequentemente, mais da sua resistência ele perderá.

Então, para saber se você deve ou não substituir uma caixa, o ideal é sempre observar o seu prazo de validade, se houver. Essa não é uma informação obrigatória no Brasil, por isso, na falta desse dado, considere substituir a caixa após 60 dias de utilização.

Outra prática que você pode adotar no seu estoque é usar dissecantes, como a sílica, por exemplo. Eles têm a função de capturar a umidade do ar, deixando-o mais seco e adequado para a resistência do papelão ondulado.

Outra possibilidade é contratar um serviço para auferir a umidade do ar em seu galpão ou estoque e assim ganhar informação para preservar a qualidade das embalagens armazenadas.

Faça o preenchimento correto

A forma como os itens estão dispostos dentro das caixas de papelão também importa para um empilhamento correto. Assim, ao escolher uma caixa para os seus produtos, observe se as medidas internas dela fazem sentido, para que todo o espaço seja aproveitado internamente.

A carga precisa ser distribuída uniformemente, preenchendo a embalagem o mais completamente possível. Dessa forma, você economiza espaço no seu estoque e evita que os itens dentro dela se movam no transporte — movimentação esta que pode danificar o produto.

Se, por algum motivo, não for possível preencher satisfatoriamente a caixa, podem ser utilizados sacos plásticos cheios de ar, espumas de EPP ou EPS, cintas nas paredes internas, entre outros, nos vãos entre as mercadorias, para evitar que elas se movimentem ou que a caixa se dobre ao empilhar.

Além disso, não deixe que a embalagem seja fechada com algum estufamento na tampa, provocado pelo excesso de produtos, por exemplo. Isso também prejudicará o empilhamento colunar.

Outro ponto é garantir o tamanho ideal das caixas de papelão, conforme o peso dos produtos. Isso porque nem sempre a maior caixa servirá para os produtos maiores, e vice-versa. Escute os conselhos do seu fornecedor para obter a melhor embalagem.

Observe todos os símbolos impressos na caixa

Esses símbolos existem para fornecer informações sobre o manuseio das caixas e as melhores formas de empilhá-las.

O desenho com um sol, por exemplo, significa que a caixa não pode ser exposta à luz do sol ou a altas temperaturas. Já o guarda-chuva indica que você deve evitar a umidade. Você também pode ver o desenho de uma taça, que representa a presença de itens frágeis.

Mas o símbolo mais importante para o empilhamento é um número com duas linhas abaixo dele. Este número indica a quantidade de caixas que podem ser colocadas numa mesma pilha. Siga essa orientação para garantir a qualidade do armazenamento.

Tome cuidado com o transporte das caixas

O empilhamento no transporte de cargas também é essencial para garantir a durabilidade das embalagens de papelão ondulado. Quanto a isso, assim como no estoque, utilize o empilhamento colunar sobre paletes para transportar as caixas até o caminhão através do veículo empilhadeira.

Para que as caixas não se movam ou se choquem, preencha todos os espaços vazios dentro do caminhão ou veículo de transporte. Caso isso não seja possível, aqui também pode ser utilizado o método dos sacos plásticos cheios de ar, ou outras estruturas para evitar o movimento.

O suor de carga também deve ser prevenido no transporte das caixas de papelão, utilize desumidificadores para isso. Faça ainda o fechamento correto de todas as caixas e, caso necessário, utilize cantoneiras de papelão nas laterais delas para protegê-las.

Enfim, todos esses cuidados na hora de empilhar as caixas de papelão garantem que você tenha um estoque organizado, e menos surpresas com danos ou custos adicionais. Afinal, como vimos, a organização e o empilhamento adequado são fundamentais para maior a durabilidade das caixas e a proteção dos produtos.

Então, gostou do post? Agora, quer conhecer mais sobre os tipos de embalagens e a sua importância? Continue em nosso blog e aproveite para tirar suas principais dúvidas na hora de adquirir embalagens para a sua empresa!

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4 motivos para você escolher caixa de papelão para embalagens de supermercados!

Sacolas plásticas são o símbolo da degradação ambiental. Em programas, documentários e conversas a respeito da conservação do meio ambiente, elas são quase sempre as grande protagonistas.

Tendo a sua utilização cada vez mais reduzida, as sacolas e embalagens plásticas vêm sendo substituídas gradativamente por sacos de papel e, em muitos casos, por caixas de papelão.

Mesmo tendo conhecimento dessa tendência, ainda existem gestores que se sentem inseguros quanto à utilização de caixas de papelão como embalagens de supermercados.

Para ajudar a explicar um pouco mais sobre a vantagem dessa prática, segue uma lista de benefícios da utilização desse material. Continue lendo!

1. Maior sustentabilidade

Para ajudar no convencimento de que o uso do papelão é melhor do que o do plástico, não basta desqualificar este último. Como já foi falado um pouco sobre a imagem negativa que a sacola de plástico tem, vamos nos voltar um pouco mais para o papelão.

No caso da disputa por um sistema de produção mais ecologicamente aceito, o papelão é um material que tem se voltado ao gosto dos consumidores.

Isso porque ele é mais facilmente absorvido pelo meio ambiente e não causa a morte de animais, nem a impermeabilização do solo  — o que ocorre frequentemente com as embalagens plásticas.

Além disso, a sua extração não assume riscos de contaminações e vazamentos, como no caso do petróleo, que é a matéria-prima das sacolinhas. O papelão também consegue oferecer uma boa taxa de reciclagem, tornando a sua vida útil maior e mais produtiva.

Uma caixa de papelão pode ser utilizada para transportar e armazenar produtos totalmente diferentes daqueles para os quais foi projetada, e, mesmo depois de destruída, é possível reutilizar as fibras em uma caixa inteiramente nova, resistente e adaptável.

Por fim, ainda que as fibras não sejam usadas novamente para a estruturação de novas caixas, elas podem ser destinadas para a geração de energia por meio de uma transformação combustível.

2. Agregação de valor

As embalagens de supermercados de papelão, além de serem sustentáveis, têm um forte apelo junto aos consumidores, que estão cada dia mais conscientes e preocupados com a utilização de recursos renováveis. 

Com uma alta versatilidade, o papelão consegue ser utilizado de forma extremamente satisfatória no desenvolvimento de embalagens que trazem segurança e leveza no seu manuseio e também esboçam um ar de sofisticação e design para a marca.

As embalagens podem ser de tipos com acabamentos mais rústicos e texturas propositalmente mais “cruas”,  ou também caixas com cortes diferenciados e impressões sofisticadas com imagens de grande precisão.

O papelão, quando bem trabalhado, pode ser uma ótima ferramenta para a conquista do cliente. O segredo está em conseguir identificar bem o público-alvo e o que ele valoriza mais, mas somente depois de entender a demanda é que se deve partir para a escolha do material e design da embalagem.

3. Facilidade na logística

Se bem dimensionada, e com um olhar estratégico, uma embalagem feita com papelão tem plenas condições de ajudar na praticidade e organização do PDV.

Assim, as embalagens de supermercados podem colaborar com uma boa apresentação do estabelecimento, ao mesmo tempo em que desempenham uma função importante nos momentos de armazenagem e proteção dos produtos.

Observando formatos, é possível criar caixas com dimensões que ajudem no transporte, mas que também favoreçam uma maior resistência na hora de se empilhar os produtos. Tudo isso sem danificar as mercadorias e de maneira a acrescentar muito pouco peso ao conjunto final.

Lembrando ainda que é possível uma impressão com boa qualidade de leitura — mesmo em caixas feitas de papelão reciclável — para informações como lote, prazo de validade, conservação dos produtos e até códigos de barras. O controle de estoque dispensa qualquer tipo de etiqueta anexa para melhor rastreio e manuseio dos lotes.

Ainda sobre logística, um último ponto deve ser ressaltado: é possível contratar a gestão do estoque de caixas de papelão de um supermercado. Ele é feito pela própria empresa fornecedora das caixas, e garante menos gastos com estocagem, pedidos automatizados e uma linha do produção totalmente enxuta.

4. Diminuição de perdas

Alguns tipos de produtos são muito delicados para serem transportados e o seu manuseio exige muito cuidado. Exemplos fáceis de serem percebidos são bebidas e alimentos.

Um transporte feito de maneira pouco profissional e com materiais de embalagens menos resistentes, pode implicar na perda de boa parte da mercadoria. 

Sobre esse aspecto, as caixas de papelão podem ser destacadas na redução de perdas durante todas as fases da operação do supermercado, desde o recebimento dos fornecedores até a venda e entrega ao consumidor final.

Mesmo que leve e fácil de ser trabalhado, o papelão consegue oferecer um bom nível de resistência fazendo com que o seu custo-benefício seja bastante competitivo.

Se for o caso, ainda é possível lançar mão de complementos e da adoção de folhas mais resistentes, como papelão composto por ondas duplas e outros tipos de ondulação e material.

Outro ponto que precisa ser ressaltado quando o assunto é diminuição de perdas, é a liberdade de criação de modelos que melhor se adaptem aos produtos.

Eliminando sobras de espaço e garantido muito mais estabilidade no empacotamento de produtos, mesmo com um formato irregular, o papelão oferece a flexibilidade necessária para o desenho sob os formatos com as medidas que os itens transportados necessitarem.

Como fica fácil perceber, adotar embalagens feitas com papelão é uma solução bastante inteligente para os supermercados. Além de todos os benefícios ligados à sustentabilidade e à conquista do cliente, financeiramente, é uma decisão que ajuda bastante na manutenção e sucesso do negócio.

Quanto mais cedo a sua empresa abrir os olhos para esta prática de mercado — que já vem sendo adotada em vários países —, mais rápido poderá colher os bons resultados que ela proporciona no dia-a-dia do seu processo produtivo.

Ainda possui dúvidas, ou procura entender como começar a trabalhar com caixas de papelão no seu supermercado? Então entre em contato conosco. Estamos prontos para tirar suas dúvidas e a orientá-lo em relação a tudo o que você precisa saber.

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Tipos de caixa de papelão: conheça as ideais para armazenar objetos grandes

No mundo dos negócios, cada detalhe faz a diferença na hora de apurar os resultados do mês: campanhas de comunicação e marketing bem elaboradas, atendimento, desenvolvimento de produtos e serviços de qualidade. Outro fator a ser considerado são os tipos de embalagens utilizadas, foco deste artigo.

Além do apelo visual, indispensável para o sucesso das empresas no mercado, a resistência e a escolha de material adequado influenciam na rentabilidade do negócio.

Para se aprofundar no assunto e saber escolher a melhor alternativa, dentre os vários tipos de caixa de papelão para o armazenamento de objetos grandes, vale a pena conferir as informações abaixo que levantamos para ajudar a sua empresa.

Entendendo as necessidades

Existem vários tipos de aplicações do papelão e cada um deles tem uma finalidade específica. Para saber identificar qual a melhor configuração, é preciso definir os objetivos em cada caso.

Quando o assunto são peças de maior volume, é necessário entender que, normalmente, elas têm mais resistência. Isso significa que o material a ser escolhido para protegê-las provavelmente será bem diferente de itens menores e mais frágeis.

Para armazenar e transportar eletrônicos, como notebooks, tablets e smartphones, a preocupação é com o isolamento de água e quedas a fim de garantir um bom amortecimento. No caso de peças automobilísticas e placas de pedras (como granito, ardósia, mármore, etc), é normal que se busque os proteger contra riscos e arranhões; dessa forma, o mais comum é que objetos volumosos sejam mais resistentes e, possivelmente, mais tolerantes à umidade.

Caixas x envoltórios

Outro ponto a ser observado é que, em função de uma dimensão maior, esses produtos ou materiais acabam sendo acondicionados por meio de envoltórios em vez de caixas. Essa opção resulta em uma melhor utilização da área de estoque, minimizando custos de transporte e estocagem decorrentes de mercadorias mal acondicionadas.

Em casos assim, é comum que esses itens sejam montados sobre paletes e, em seguida, cobertos por estruturas de papelão chamadas envoltórios que, como o nome sugere, apenas envolvem objetos para aumentar o nível de proteção, geralmente contra riscos, danos superficiais ou para evitar a exposição direta a fatores ambientais, como umidade, poeira ou incidência direta do sol.

Definindo o uso de papelão reciclado ou não reciclado

Por variarem muito em relação ao acabamento e à função — transporte, armazenagem, manuseio, exposição —, as embalagens de papelão podem ser feitas de material reciclado ou não reciclado.

Apesar de ser usada a expressão “não reciclado”, o fato é que, no Brasil, praticamente inexiste quem utilize um papelão à base de fibras virgens em sua totalidade. Em outras palavras, até mesmo o material chamado no dia a dia de papelão não reciclado tem na sua fabricação matérias-primas reutilizadas, isso até mesmo devido a demandas ecológicas e de preservação ambiental.

Sem dúvida há uma grande diferença na concentração de fibras reutilizadas entre o reciclado e o não reciclado. E essa diferença no material é visível.

Na hora de optar por uma alternativa ou outra — além de considerar aspectos ligados à sustentabilidade e à economia — é necessário entender um pouco mais sobre a utilidade de cada opção na prática. É o que explicaremos no próximo item.

Qualidade gráfica e resistência

Produtos que demandam um acabamento de mais alto nível normalmente utilizam o papelão não reciclado. Isso porque ele tende a ser mais claro e consegue receber uma impressão gráfica com melhor nitidez. Além disso, ele também possui melhor capacidade de isolamento quando o problema é a umidade, além de ser estruturalmente mais resistente. Contudo, é possível alcançar uma resistência similar utilizando papelão reciclado de onda dupla, por exemplo (assunto do tópico a seguir).

Ainda é importante ressaltar que, apesar de ser mais sensível à água e ter tons mais escuros, o papelão composto por material reciclado consegue ter boa qualidade de impressão — inferior, porém, quando comparada ao não reciclado. Nesses casos, vale a pena conferir se o fornecedor tem know-how e equipamentos de ponta para compensar essa desvantagem.

Se o uso for focado mais em armazenagem e menos em apresentação, o tipo reciclado pode ser uma boa pedida. Por outro lado, se o consumidor estiver buscando empresas mais sustentáveis, ele também pode ser levado para a prateleira; assim, mais valor é agregado ao produto.

Considerando o tipo de ondulação

Mais um aspecto importante a ser pensado na hora de escolher dentre os tipos de caixa de papelão é a ondulação empregada. A parte interna do papelão (também chamada de miolo) é onde estão localizadas suas ondas (daí o nome papelão ondulado). Em geral, essas ondas estão entre duas capas de papelão, resultando no chamado papelão de onda simples (ou parede simples). Há também o papelão de onda dupla (ou parede dupla), que é aquele composto por duas ondas, tendo uma capa de papelão em seu meio e nas extremidades. Seguindo a mesma lógica, temos o papelão de onda tripla, esse, porém, é menos utilizado. Essas ondas são as principais responsáveis por proporcionar resistência (também chamada de resistência colunar, pois cada vão deixado pelas ondas é considerado uma coluna). As ondas de papelão também variam em altura, podendo ser onda alta (tipo A, 4,8 mm), média (tipo C, 3,6 mm), baixa (tipo B, 2,4 mm) e micro-ondulado (tipo E, 1,2 mm).

A linha de raciocínio nesse quesito é direta e simples: ondas altas conseguem oferecer mais segurança e amortecimento quanto a pancadas e choques físicos. Já as ondas baixas oferecem menos resistência contra impactos aos objetos transportados.

Antes de definir o tipo de ondulação, é importante avaliar o que está sendo transportado. Como o foco deste artigo são os objetos grandes, é mais comum, nesse caso, utilizar ondas baixas, a não ser que sejam itens mais frágeis.

Vale lembrar que, independentemente do tamanho do produto ou material transportado, uma caixa de papelão dificilmente conseguirá, sozinha, evitar danos aos itens acondicionados em consequência de quedas e pancadas severas.

Materiais e peças de apoio

Para elevar o nível de segurança empregado no acondicionamento de produtos, existem outros materiais de apoio úteis na hora de armazená-los. Conheça cinco deles a seguir:

1. Cantoneiras de papelão

Como o nome sugere, são estruturas colocadas nos cantos ou quinas dos objetos transportados, como quadros e vidros, aumentando o nível de proteção. Em geral, funcionam como luvas protetoras de quinas.

2. Cintas de papelão internas

Também chamadas de cintas de reforço, servem para dar mais resistência às paredes de uma caixa de papelão.

3. Bup de papelão

Bup de papelão são placas de papelão coladas umas as outras para servirem como suporte de produtos, tendo várias utilizações, por exemplo, atuarem como calço para nivelar produtos com alguma inclinação ou dar maior estabilidade na base dos produtos.

4. Calço de papelão

Podem ser chamados de calços industriais e têm como principal finalidade oferecer uma estrutura interna da caixa com mais estabilidade. Desse modo, o material ajuda a garantir melhor acondicionamento durante o transporte de fogões e geladeiras, por exemplo.

5. Espumas de EPP

As espumas de EPP (Polipropileno Expandido) são materiais termoplásticos recicláveis de baixo peso, elevada resistência mecânica e considerável capacidade de absorção de impactos, sendo moldáveis, tendo também características de isolamento térmico. São muito utilizadas como calços, acolchoamento e separadores de peças, sejam objetos grandes ou pequenos.

Como você pode perceber, há opções diversas a serem consideradas quando é preciso definir a melhor forma de embalar objetos de grandes dimensões. Vários tipos de caixa de papelão estão disponíveis no mercado e cada uma consegue cumprir melhor os objetivos a que se propõem.

Se, mesmo depois de conhecer um pouco mais sobre o assunto, ainda estiver com dúvidas, aproveite para conferir também outro conteúdo que preparamos referente a este assunto: 5 vantagens de embalagem de papelão para empresas. O artigo vai ser útil e você vai gostar de lê-lo!