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Venda de papelão ondulado cresce 3,6%

Venda de papelão ondulado cresce 3,6% em fevereiro, diz ABPO.

 

As vendas de papelão ondulado utilizado em embalagens – caixas, acessórios e chapas – cresceram 3,6% em fevereiro ante igual mês do ano passado, de acordo com a Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO), para 278.980 toneladas.

Omo reformula portfólio e muda embalagens

Segundo a ABPO, este é o primeiro aumento na métrica interanual desde novembro do ano passado.

“Desde o fim da recessão de 2014-16 a expedição nos meses de fevereiro tem crescido na faixa dos 3%”, comenta no boletim mensal.

Fabricantes de embalagens investem com projeção de melhora do consumo

Em termos dessazonalizados, a expedição de papelão ondulado cresceu 0,16% sobre janeiro, para 297.322 toneladas, “o primeiro avanço desde outubro de 2018”, ainda de acordo com o documento.

 

Via: em

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Fabricantes de embalagens investem com projeção de melhora do consumo

Empresas esperam recuperação do ambiente econômico e preparam aumento de capacidade de embalagens para atender a uma maior demanda de mercado, especialmente no segmento de alimentos.

Linha de produção da Tetra Pak: empresa ampliou sua divisão de serviços para atender à indústria

As empresas de embalagens investem na capacidade de produção e buscam atender ao aumento da demanda por produtos de maior valor agregado – principalmente em alimentos – diante da perspectiva de melhora do consumo.

Como escolher a embalagem ideal para venda de produtos na internet?

“As expectativas são boas. O ano passado já não foi ruim, frente a realidade econômica do País. Para 2019, a perspectiva é melhor, principalmente em termos de cenário econômico e mercado”, afirma o diretor de negócios da Camargo Cia de Embalagens, Felipe Toledo. O principal segmento de atuação da empresa é a indústria alimentícia. “É um setor que tem ligação imediata com o aumento de consumo.”

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Em 2018, a empresa obteve crescimento de 14% no volume de produção. Para este ano, investiu em uma nova impressora, que irá entrar em operação no segundo semestre. A previsão é de que a capacidade produtiva terá um incremento de 20%.

“Esse investimento é voltado para o serviço de acabamento, que a empresa não fazia. Faz parte de uma estratégia para abranger toda a cadeia e oferecer mais opções ao cliente”, explica.

Toledo conta que o mercado tem demandado produtos não convencionais e de maior valor agregado. “A embalagem impacta o consumidor por várias razões, seja pelo design diferenciado, pela sua clareza nas informações sobre o produto, por sua praticidade de uso e até mesmo por serem ecologicamente corretas.”

A Camargo espera atingir novos mercados, como o farmacêutico e o de cosméticos, e um 2019 de maior estabilidade em termos de custos. “Sofremos no último ano com a volatilidade muito alta do câmbio e das resinas usadas como matéria-prima”, conta Toledo.

Ele destaca que a empresa tenta repassar os custos para preservar as margens, mas que isso costuma levar tempo. “Não é possível fazer o repasse no mesmo momento do impacto, sempre há um atraso.”

O diretor da divisão de serviços da Tetra Pak para as Américas, Edison Kubo, declara que a companhia ampliou a operação da sua divisão de serviços — voltada para a oferta e desenvolvimento de soluções em unidades industriais — para atender qualquer empresa, mesmo aquelas que utilizam máquinas e embalagens fornecidas por concorrentes.

De acordo com o executivo, a ideia é ganhar maior capilaridade e entrar em novos segmentos do mercado. “Trabalhamos para ampliar essa área para atender toda a indústria de alimentos e bebidas. Avançamos em nosso portfólio de componentes e soluções para linhas de produção, além de serviços de automação.”

Kubo assinala que, em função da queda de mercado durante a crise, a ociosidade é alta na produção no segmento de bebidas e que os fabricantes têm colocado foco na redução de custos. “A partir desse ano, estamos vendo sinais positivos de alguns clientes, se preparando para um aquecimento da economia.” O executivo tem expectativa de que esse movimento de recuperação se consolide nos próximos meses. “Depende do cenário político e econômico, mas há perspectivas de novos negócios.” Ele afirma que, mesmo que a economia não cresça, a indústria tem demanda de serviços para melhorar seus equipamentos.

Kubo projeta que a área de serviços tenha crescimento próximo a 10%. “A indústria tem essa necessidade de melhorar a eficiência e reduzir custos. O setor de serviços trouxe um crescimento considerável para a Tetra Pak.”

ProjeçõesDe acordo com um estudo realizado pela consultoria Euromonitor para a Associação Brasileira de Embalagem (Abre), o valor bruto da produção de embalagens em 2018 movimentou um total de R$ 78,5 bilhões, alta de 10,4% em relação a 2017. A produção física cresceu 2,5% na mesma base. Já as exportações movimentaram US$ 573,3 milhões, um crescimento de 7% em relação a 2017.

O estudo prevê recuperação para todas as indústrias de bens de consumo nos próximos anos, com efeitos positivos para as embalagens primárias (que ficam em contato direto com o produto), gerando crescimento médio anual de 1,6% até 2024, em volume, no canal varejo.

Via: dci

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Saiba como organizar a gestão estratégica de custos da sua empresa

Você sabe como funciona a gestão estratégica de custos? É uma abordagem que exige de todo empresário um bom conhecimento do próprio negócio, da administração e controle dos custos gerados na produção e comercialização dos seus serviços ou produtos.

Certamente, o preço final sempre depende do investimento feito, e essa gestão deve ser eficaz para que os valores não fiquem incompatíveis com a realidade, prejudicando a margem de lucro, o volume de vendas e até mesmo o andamento geral do negócio.

Portanto, gerir os custos com foco estratégico significa mais eficiência nos processos produtivos e, com isso, maior lucratividade. Mas, como reconhecer e administrar tudo isso na prática?

Identificando o que é custo

Em primeiro lugar, é importante saber que custo é diferente de despesa. O truque para diferenciar um do outro é fazer a seguinte pergunta: “se esse gasto for eliminado, a produção será diretamente afetada?” Caso a resposta seja sim, trata-se de custo e não de despesa.

Custo é um bem ou serviço usado para a produção de mais bens e serviços. É tudo o que a empresa utiliza para produzir ou fabricar. Por exemplo: matéria-prima, insumos, energia necessária para a produção, encargos de mão de obra e salários.

Os custos são, ainda, classificados como diretos e indiretos. Diretos: são os mais evidentes, como a matéria-prima e os insumos. Indiretos: são aqueles embutidos no processo, como: lubrificantes de máquinas industriais, energia elétrica e outros similares.

Seguindo essa lógica, os gastos feitos com a manutenção da área fabril e transporte de pessoas são tidos como despesas. E o investimento, onde entra?

Identificando o que é investimento

Eis aqui mais um tipo de gasto, porém, este opera como uma aplicação de recursos com expectativa de retorno financeiro futuro. Investimentos são aplicados tanto na aquisição de novos bens para aumentar a produção da empresa quanto na aplicação em produtos financeiros para render riqueza ao negócio. No setor industrial, investimento é realizar compras de novo maquinário, veículos, ferramentas, equipamentos etc.

A confusão entre investimentos e despesas também pode acontecer. Para facilitar a compreensão, usaremos um exemplo: se você fizer a reforma de um prédio para manter o que já existia anteriormente, esse gasto será uma despesa com manutenção. Se o mesmo gasto aumentar a área útil ou o patrimônio da empresa, será um investimento, pois acrescenta um plus ao negócio como um todo.

Escolhendo bons fornecedores

Escolher os fornecedores é um passo fundamental em qualquer negócio, já que requer alinhamento de propósitos, confiança e segurança baseados na lealdade e compromisso entre as partes. Eles devem ser parceiros, caminhando lado a lado no empreendimento, uma vez que serão os responsáveis pelo suprimento da matéria-prima de que o seu negócio necessita para funcionar adequadamente.

Se os fornecedores são ruins, os processos acabam prejudicados, o fluxo de produção e entregas ficam comprometidos, sem falar na queda da qualidade. Para evitar esses infortúnios, recorra a alguma indicação de outros empresários da sua região, à internet ou às associações locais voltadas ao mercado.

Esses contatos costumam manter informações detalhadas dos fornecedores, com dados de experiência e características essenciais da prestação dos serviços. Cerque-se das melhores sugestões e garanta que as necessidades do seu negócio serão satisfeitas, a fim de manter a qualidade dos produtos ou serviços.

Fazendo uma análise periódica do fluxo de caixa

Lembre-se que toda gestão estratégica de custos competente precisa dominar totalmente o fluxo de caixa, ou seja, fazer o controle da movimentação financeira, mantendo relatórios periódicos para avaliar as entradas e as saídas de dinheiro a partir de registros detalhados.

A fim de que o processo tenha o máximo de eficiência, relacione todas as despesas e receitas, por mínimas que sejam. Em vez de planilhas, adote ferramentas mais complexas, como um sistema de gestão on-line, que dará um suporte mais completo ao seu trabalho.

Organizar a gestão estratégica de custos da sua empresa não é tão difícil. Basta um pouco de disciplina e paciência para colocar tudo na “ponta do lápis” e garantir a tranquilidade e o sucesso do empreendimento.

Se você deseja aprofundar-se nas dicas de redução de custos da sua empresa, acesse mais posts sobre esse assunto e fique por dentro. 

Escolhendo a embalagem certa para uma boa gestão estratégica de custos

Nós da Embalagens M2B buscamos oferecer embalagens de papelão ondulado que superem a simples ideia de custo e de fato agreguem valor aos produtos de nossos clientes, transformando-se em um verdadeiro investimento para encantar e fidelizar consumidores, sendo portanto uma ótima decisão da gestão estratégica de custos. Nossa missão é produzir caixas de papelão que gerem negócios para nossos clientes. Faça um orçamento sem compromisso, é simples e rápido. Será um prazer atentdê-lo.

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Entenda como evitar os 5 erros mais comuns no processo de compra

Um processo de compra ágil, eficiente e que esteja de acordo com todas as estratégias da empresa é indispensável para o sucesso da companhia, satisfação do cliente e diminuição de custos e desperdícios, tanto de recursos quanto de tempo.

Entretanto, essa é uma área comumente sujeita a erros, o que pode acontecer pela inexperiência dos profissionais ou pela falta de um planejamento estratégico integrado aos outros setores da organização.

Para ajudá-lo a gerir os processos de compra de sua empresa e acompanhar o trabalho dos profissionais deste setor, listamos abaixo 5 erros mais comuns nesta área, para que você possa trabalhar, junto com sua equipe, para evitá-los. Confira!

1. Carência de pesquisa sobre os fornecedores

Antes de optar por um ou mais fornecedores, é preciso pesquisar bastante quais são as empresas que fornecem os produtos e insumos que você precisa em sua região.

Porém, muitos gestores acabam conversando apenas com um ou dois fornecedores e, por considerarem que o preço está adequado, já fecham o negócio, sem conhecer o histórico da firma contratada, sua reputação e se seus preços realmente são o melhor custo-benefício do mercado.

Esse é um grande erro, já que por meio de uma ampla pesquisa é possível conhecer todas as possibilidades e, a partir disso, decidir qual é a mais adequada e vantajosa para o seu negócio.

Além disso, é importante que a empresa tenha o contato de outros fornecedores, para o caso de ocorrer algum problema com os que ela optar trabalhar, sem deixar que seus clientes sejam prejudicados com atrasos ou má qualidade do produto, por exemplo.

2. Não utilizar o poder de barganha

Firmas que compram cada vez de um fornecedor por acharem que, assim, estão economizando devido às promoções aproveitadas, podem, na verdade, estar perdendo dinheiro.

Claro que cada caso deve ser estudado individualmente, porém, na maioria das vezes, ser fiel a uma quantidade limitada de fornecedores aumenta o seu poder de barganha, ou seja, negociação com eles.

Os fornecedores preferem clientes que compram com frequência, pois, assim, podem incluir suas compras em suas projeções financeiras, o que lhes rende certa margem de segurança de receita.

Por esse motivo, é possível negociar descontos bastante relevantes e atendimentos diferenciados com esses fornecedores apenas pelo fato de você sempre preferir os serviços prestados por eles. Leve isso em consideração na hora de fazer o seu planejamento de compras!

3. Compras sem avaliação e planejamento

Comprar mais ou menos do que o necessário pode trazer inúmeros prejuízos para a empresa, afetando todas as áreas da companhia e diminuindo a produtividade de todos.

Ao comprar demais, os produtos ou insumos acabam não sendo utilizados até o seu prazo de validade, o que gera desperdícios, ou os itens podem ficar encalhados no estoque, causando também uma perda financeira, sem contar no espaço ocupado.

Já quando o gestor compra menos do que é preciso pode acarretar em atrasos de produção ou na falta do produto no mercado, o que gera o descontentamento de parceiros e consumidores.

Para evitar esse tipo de erro é essencial ter um controle de estoque eficiente, em que o gestor consiga acompanhar facilmente quais são os produtos ou materiais que estão acabando, com o prazo de validade próximo e quais serão importantes para a próxima compra.

Além disso, acompanhar também o relatório de vendas, levando em consideração inclusive os períodos sazonais, é essencial para prever as quantidades ideais, sabendo quais são os produtos mais procurados e mais e menos vendidos em cada época.

4. Falta de comunicação com outros setores da empresa

Esse é um erro comum não apenas no processo de compra de uma companhia, mas em todos os processos. Muitos gestores, líderes e colaboradores ainda não entenderam a importância da comunicação entre eles, independentemente de seus níveis hierárquicos e setores da empresa.

O que acontece é que, pelo fato de que cada área trabalha de uma forma, sem que haja uma discussão entre todos para a melhoria dos processos, pode-se perder muito tempo, dinheiro e a oportunidade de execução de excelentes ideias.

No que se refere às compras, por exemplo, podemos citar que o setor de compras pode dar outras alternativas de materiais menos custosos ou mais modernos para o setor de desenvolvimento de produtos, uma sugestão que poderia ser estudada por eles.

Essa integração é muito importante para fomentar a discussão em diversas áreas da empresa. Afinal, todos estão trabalhando com o mesmo objetivo de oferecer os melhores produtos, serviços, atendimento e garantir a plena satisfação de seus clientes.

5. Falta de estrutura do setor de compras

Ter um setor de compras estruturado, com um fluxo de trabalho bem definido e com colaboradores que saibam exatamente quais são as suas responsabilidades dentro da força de trabalho é um passo importante para garantir a excelência da área.

Isso é fundamental para que a área não seja vista apenas como um apagador de incêndios, tendo de fazer tudo em cima da hora e solucionar problemas claramente decorrentes da falta de planejamento, o que resulta na desmotivação e estresse da equipe.

Portanto, entender quais são as principais necessidades do setor, quais são os relatórios que os profissionais da área necessitam e em quais datas eles devem ser entregues, promover a integração entre todas as equipes para que eles colham insights e, assim, criar um fluxo de trabalho, com prazos estipulados, facilita bastante o trabalho de todos.

Outra forma de melhorar o desempenho do setor é investir em treinamentos e capacitações para seus membros, com o objetivo de que eles encontrem as melhores práticas e apliquem em seu dia a dia.

Os softwares também são os melhores amigos de quem trabalha com gestão de compras, já que eles permitem automatizar os fluxos de trabalho, facilitam a comunicação entre as equipes e mantêm tudo atualizado em tempo real, inclusive o controle de estoque. Busque a melhor solução para a sua empresa e invista nisso!

Agora que você já conheceu os principais erros cometidos no processo de compra, assine a nossa newsletter e mantenha-se atualizado com conteúdos que podem ajudá-lo em sua gestão!

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Como melhorar o processo de compra de materiais para a sua empresa? Aprenda aqui!

O processo de compra de materiais dentro de toda empresa deve ser tratado sempre com bastante atenção. Além de utilizar o capital de giro do negócio drenando recursos de outras áreas, ele afeta diretamente o ritmo de produção.

O assunto é tão importante que muitas consultorias empresariais dedicam um tempo considerável somente para conferir se o sistema de compras está funcionando adequadamente. Por interferir diretamente na logística, cada real economizado pode ajudar a empresa a ter mais perspectiva de sucesso no futuro.

Sobre o tema, alguns aspectos podem fazer a diferença na administração do empreendimento. A seguir confira os principais cuidados a serem tomados.

Escolher bons fornecedores

A primeira coisa a se fazer para garantir um fluxo de compras mais seguro é escolher bem os fornecedores com quem trabalhar. Todo gestor de empresa tem como responsabilidade economizar o máximo possível nas operações internas, mas é preciso avaliar o risco de cada tomada de decisão com bastante cuidado.

Uma parceria com fornecedores confiáveis e que tenham uma qualidade de produtos adequada à demanda da empresa vale muito mais do que uma lista de fornecedores baratos, mas que não conseguem oferecer a segurança das operações.

O correto é testar até encontrar boas parcerias que tragam benefícios para ambas as partes. Assim, negociações ficarão mais fáceis e imprevistos serão menos difíceis de serem resolvidos. Quando os participantes da cadeia produtiva têm um bom alinhamento, todos saem ganhando.

Fazer sempre a previsão de demanda

Em toda organização, ter um bom planejamento é o segredo para o melhor aproveitamento de oportunidades e a diminuição de custos desnecessários. No caso do processo de compra de materiais a história não é diferente.

Ao fazer a previsão de demanda de aquisições da empresa, um gestor atento maximiza a utilização do espaço disponível na planta da organização reservando apenas o necessário para os estoques. Ele também consegue garantir que o ritmo de produção não será prejudicado por momentos de espera à chegada de insumos, componentes ou embalagens.

Para ter mais precisão em relação às quantidades de volumes de itens necessários e quanto aos prazos, deve-se contar com controles de materiais bem estruturados. Um sistema de informação moderno pode fazer toda a diferença.

Controlar o estoque

Ter uma grande quantidade de estoque garante que não falte material durante a operação da organização. Pedidos raramente sairão atrasados e a agilidade da empresa será ditada mais pela sua capacidade de entrega do que a da produção. Além disso, negociar maiores volumes junto aos fornecedores ajuda a conseguir descontos.

O problema é que muito material estocado significa necessariamente dinheiro parado e perdendo lucratividade. Outro detalhe que não pode ser deixado de lado é o aumento do custo de manutenção.

Manter níveis extremamente baixos de estoque pode reduzir a necessidade de espaço e baixar as contas de manutenção. Também se consegue manter mais capital de giro livre.

Por outro lado, os riscos de rupturas nos pedidos serão muito maiores e algumas compras de última hora podem sair muito mais caras.

Por esses motivos, o controle de estoque deve ser feito com bastante cautela. Se possível, o melhor é trabalhar com fornecedores que consigam oferecer uma terceirização do seu controle de estoque. Assim é possível garantir mais economia e menores riscos.

Cuidar da gestão de pedidos

Mantendo ainda o foco na parte estratégica do processo de compra de materiais, a gestão de pedidos não pode ficar de fora do assunto. Quanto maior for a operação da organização e mais processos estiverem relacionados com compras e produção, melhor precisa ser a eficiência da gestão de pedidos.

O fundamento da burocracia é tentar organizar tarefas e responsabilidades de uma instituição qualquer. O problema é que em muitos lugares há um excesso de protocolo, o que deixa tudo mais lento e custoso. Há também empresas em que a falta de rotinas bem estabelecidas na busca por uma maior agilidade gera desordem e ausência de um padrão operacional que traga resultados de forma consistente.

O processo de compras precisa ser gerenciado por meio de uma gestão de pedidos que consiga ser o mais funcional possível, mas sem deixar de lado as etapas necessárias para o bom entendimento e cumprimento das tarefas envolvidas em cada ordem de compra.

Treinar funcionários

Olhando agora para o lado mais prático do processo de compra de materiais, é uma boa ideia dedicar atenção aos funcionários envolvidos. A atuação deles é fundamental para que as rotinas funcionem adequadamente. Por isso, manter um bom nível de capacitação é uma providência a ser tomada.

Todo novo empregado precisa ser treinado e devidamente orientado. Mesmo os que já têm mais tempo de casa precisam passar por reciclagens de tempos em tempos. Isso faz com que maus hábitos sejam coibidos e que o processo possa ter condições se manter estável e produtivo.

Como o mercado está sempre oferecendo novas tecnologias e materiais, fazer um esforço para deixar a equipe atualizada e sempre bem preparada é uma atitude que garante mais segurança para os resultados tanto de curto como de longo prazo.

Buscar a melhoria contínua

Um processo interno é uma rotina de tarefas que quando bem executada garante bons níveis de retorno aos investimentos aplicados. Por mais que se consiga encontrar uma boa sequência e ferramentas que tornem tudo mais prático e menos oneroso, com o tempo pode ser possível descobrir novas formas, tecnologias ou adequações a serem feitas.

A melhoria contínua é uma busca constante por eficiência. Mapeando processos, identificando gargalos de produção e minimizando desperdícios, ela tenta sempre trazer ganhos objetivos para a empresa.

Para garantir que o abastecimento da organização esteja calibrado da melhor forma possível, é importante, de tempos em tempos, conferir os indicadores de prazos, insumos consumidos e perdas. Esse olhar crítico do gestor potencializa ganhos e faz com que a empresa consiga se tornar cada vez mais produtiva.

Se você gostou dessas dicas de como melhorar o processo de compra de materiais, aproveite para compartilhar o conteúdo em suas redes sociais. Assim você ajudará amigos e colegas a conseguir também atentar para o que é possível fazer em suas organizações e garantir condições mais favoráveis de futuro para toda sua rede de contatos corporativos.

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Como comprar embalagens de papelão com bom custo-benefício? Confira!

Ao discutir assuntos relacionados à área de compras e investimentos a serem feitos pela empresa, muito se fala em preço. Na busca por uma alternativa barata, compradores e vendedores focam boa parte da atenção no valor negociado, sem se atentarem para o que realmente é uma boa negociação.

Nessas horas, talvez o melhor aspecto a ser observado não é se algo é caro ou se é barato, mas se a relação entre o custo cobrado é adequada ou não perante a qualidade oferecida. A partir deste ponto de vista, encontrar alternativas que façam ou não sentido para a empresa é uma tarefa que se torna um pouco mais fácil.

Sendo assim, para saber se o valor na compra de embalagens de papelão está adequado ao que se espera do fornecedor, alguns aspectos precisam ser bem analisados antes da realização do pedido e formalização da parceria. Dentre eles, separamos abaixo os que merecem maior destaque. Confira: 

1. Identificar a real necessidade da empresa

Para criar uma parceria vantajosa entre o fornecedor das caixas de papelão e o cliente, o preço justo deve ser aquele que garante a sustentabilidade da relação e uma qualidade que atenda objetivamente as necessidades da empresa compradora.

Por esse motivo, a primeira coisa a se fazer, antes mesmo de começar a cotar preços, é identificar com muita clareza quais são essas necessidades. Não adianta conseguir, por exemplo, fechar uma negociação com um valor de aquisição muito abaixo do mercado sendo que os itens escolhidos não se adéquam à demanda.

Os retrabalhos e gastos desnecessários

Caso seja percebida uma diferença no que se realmente necessita perante o que foi comprado, talvez seja necessário fazer algumas adaptações, como usar mais plástico bolha, papel fragmentado, almofadas de ar ou placas de isopor para compensar espaços vazios e dar mais estabilidade na hora do empacotamento.

Outra dificuldade pode ser precisar fragmentar os produtos em lotes menores para se adequar às caixas compradas ou ainda ter que fazer anotações manuais em cada pacote, aproveitando modelos genéricos de embalagens em vez de utilizar um fornecedor que consiga dar melhor acabamento ao produto.

2. Optar por material de qualidade e com boa apresentação

Após avaliar as reais necessidades da empresa, o comprador que busca atingir um melhor nível de qualidade precisa também se atentar para a forma como as suas vendas chegam até os clientes finais. Sob este aspecto, é interessante dividir o tema em dois pontos: a qualidade do material e a sua apresentação.

Qualidade da material

Quanto à qualidade, a utilização de embalagens de papelão que tenham uma melhor resistência vai garantir que os produtos comercializados sejam entregues em boas condições, e isto é fundamental para que o cliente não se decepcione com danos e avarias nos produtos.

Empresas que trabalham com e-commerce entendem bem sobre essa questão. Como  boa parte da logística é fragmentada em vários fornecedores, a satisfação do cliente final fica muito vulnerável.

Além de garantir que os produtos que saem da loja sejam de qualidade e dentro das especificações desejadas, o transporte e a forma como cada item é acondicionado também fazem toda a diferença quando o pedido chega ao endereço final.

Apresentação

O outro ponto relevante é a apresentação. Um produto que é entregue em uma embalagem bem trabalhada, resistente e personalizada consegue agregar muito mais valor do que outro que, mesmo estando intacto, seja entregue dentro de uma caixa amassada e com um visual mais genérico.

Como a experiência do cliente ao receber um produto está ligada a cada fator que influencie a sua percepção, quanto melhor a apresentação, mais valor agregado será atribuído.

3. Fazer uma boa negociação no volume

Quando o assunto é produção e venda em volumes de maior escala, as negociações também precisam ser feitas pensando em quantidades mais significativas.

Nestes casos, elas devem ser muito bem estruturadas, já que qualquer diferença de centavos em alguns itens pode representar economia para a empresa que compra ou prejuízo no processo.

Visão de futuro

Após avaliar as opções disponíveis no mercado e conhecer bem os preços e formas de pagamento, é hora de partir para uma tentativa de negociação que visa o médio e o longo prazo.

Esse tipo de relacionamento mais duradouro é fundamental para que não se perca muito tempo sempre fazendo novas negociações, ajudando também a evitar a falta de material em momentos delicados.

Sendo assim, o mais sensato é buscar fechar acordos que considerem um volume maior de pedidos. Além de fazerem com que os preços e formas de pagamento sejam mais amistosas, as parcerias bem ajustadas oferecem mais engajamento entre os envolvidos.

Todavia, um problema que pode aparecer é que, na procura por condições mais competitivas de compra, a empresa que busca as embalagens de papelão pode acabar tendo dificuldades relacionadas à indisponibilidade de espaço para armazená-las. 

A terceirização da gestão de estoque

Para evitar ter que ampliar a área de estoque e aumentar os gastos com manutenção, pode ser feita a terceirização da gestão desses itens. Além de afastar os gastos da armazenagem, também fica terceirizado o risco de perdas e acidentes, como incêndios e danos pela umidade.

Tendo o estoque administrado pelo próprio fornecedor do material, a empresa que compra economiza espaço e pode investir em seu pessoal de maneira mais focada em seu próprio core business.

Esse modelo de terceirização da gestão de estoque é uma tendência para vários ramos da cadeia de suprimentos. Ele proporciona mais economia nos processos e uma sistemática que garante que a rotina de alimentação do sistema produtivo seja feita de forma mais harmônica.

Tudo isso garantindo ainda um valor de aquisição de materiais mais competitivo do que utilizar uma estratégia de negociação por meio de pedidos mais frequentes, mas considerando menores quantidades.

Se você ainda não conhece como funciona o sistema de entregas programadas e está buscando avaliar fornecedores de qualidade para a compra de embalagens de papelão, que tal entrar em contato conosco

Além de contarmos com uma equipe totalmente voltada para a satisfação dos clientes, somos especialistas no assunto e temos equipamentos e processos avançados para garantir o seu fornecimento dentro do que há de mais moderno no mercado. 

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Como reduzir custos com investimentos e matéria-prima?

Reduzir custos em uma empresa é uma das tarefas mais importantes rumo ao sucesso. Quanto menores são as despesas, maior é a margem de lucro do negócio assim, até os preços se tornam mais competitivos.

Além disso, ter mais recursos disponíveis é importante para fazer melhorias e ganhar destaque no mercado. Em um momento de crise, essa redução é ainda mais importante, já que dá robustez para o negócio e o ajuda a passar por um momento de baixa nas vendas.

Nesse sentido, reduzir custos com investimentos e matéria-prima pode ser uma ação estratégica se for feita corretamente. Veja, a seguir, como obter essa redução da maneira adequada.

Faça um planejamento

Para reduzir custos, especialmente com investimentos e matéria-prima, é necessário fazer um planejamento. Isso vai garantir que a empresa não perca determinadas oportunidades de economia e, ao mesmo tempo, impedir que a qualidade seja menosprezada no processo.

Comece avaliando a matriz de custos do negócio e entenda qual é o impacto de cada ação dentro das finanças. Dessa forma, será possível conhecer exatamente quais são os maiores custos e quais são as possibilidades de reduzi-los.

Feito isso, o próximo passo do planejamento consiste em determinar os níveis de redução. Estabelecer metas é importante porque trabalha a motivação de todos os envolvidos e contribui para um controle mais preciso sobre o que ainda precisa ser feito.

Se a expectativa é reduzir em 20% os custos com investimentos e matéria-prima em seis meses, por exemplo, essa meta deve ser estabelecida no planejamento.

Avalie o processo produtivo

Com a base de todo o processo criada pelo planejamento, o próximo passo inclui avaliar o processo produtivo em busca de pontos que possam ser otimizados. Especialmente do ponto de vista do uso de matéria-prima, essa é uma tarefa que pode contribuir intensamente para a redução dos custos.

Avalie, por exemplo, qual é o fluxo de trabalho. É possível que tarefas burocráticas e desnecessárias gastem mais matéria-prima do que o necessário. Além disso, algumas áreas desse processo podem exigir investimentos que não necessariamente trazem benefícios condizentes.

Além de mapear os processos, busque os números para compreender melhor quais são os gargalos do empreendimento. Se a quantidade de produtos finalizados é muito menor do que aquela que seria possível fazer com o montante de matéria-prima comprada, por exemplo, há falhas no processo.

Da mesma forma, se determinados investimentos não oferecem um bom retorno, é hora de repensar a sua existência dentro da realidade do negócio.

Reduza os desperdícios

Assim que a avaliação do processo produtivo for finalizada, será possível ter uma visão clara e completa a respeito dos desperdícios. Afinal, estes contribuem consideravelmente para tornar os custos do negócio mais pesados e precisam ser tratados de maneira prioritária.

Dessa maneira, é fundamental realizar ações que reduzam o desperdício. No processo produtivo, é preciso pensar em formas de garantir o máximo uso da matéria-prima. Quanto mais desperdício, maior é o gasto para comprar novos insumos para continuar a produção.

Por mais que o objetivo seja reduzir os custos, vale a pena pensar em investir recursos para reduzir esses desperdícios. Dependendo do caso, aumentar a automação de produção pode ser uma forma de reduzir a quantidade de matéria-prima que não se transforma em produto final.

Além disso, vale a pena cortar etapas que não agreguem valor ao produto e também repensar investimentos. Pode ser que um determinado investimento foi muito vantajoso no momento em que foi feito, mas talvez o panorama tenha mudado. Assim, é necessário fazer essa avaliação com bastante critério, de modo a reduzir o quanto você gasta.

Negocie com os fornecedores

A relação com os fornecedores impacta diretamente o quanto o negócio precisa gastar com matéria-prima. Uma relação mais longa normalmente oferece flexibilidade e condições diferenciadas, então é importante aproveitar essa questão.

Liste todos os fornecedores do negócio e, baseando-se no relacionamento, busque condições mais facilitadas. Essa negociação pode garantir descontos importantes para que você conquiste a desejada redução de custos.

Caso não consiga as condições adequadas, faça um levantamento de novos fornecedores. Cote preços e, a partir disso, negocie com eles condições melhores para que você possa fazer a troca. Se realizar essa tarefa de maneira correta, há grandes chances de que você consiga condições facilitadas e mais em conta.

Reavalie a tributação da empresa

A forma como a empresa é tributada não influencia apenas os custos do ponto de vista fiscal, por si só. Afinal, dependendo das características de tributação, a empresa também pode pagar menos na hora de fazer investimentos e de adquirir matéria-prima.

Assim, é necessário reavaliar a tributação da empresa de modo a conhecer quais são os resultados que podem ser melhorados. Dependendo do caso, pode valer a pena realizar a mudança de regime para aproveitar certos créditos fiscais obtidos pela compra de determinados insumos.

Empresas que importam matéria-prima, por exemplo, podem se beneficiar de algumas condições especiais que fazem com que o pagamento de impostos seja menor. Da mesma maneira, há programas que incentivam o investimento em tecnologia por parte de alguns negócios, levando a uma redução dos impostos a pagar.

Esse tipo de avaliação é mais complexo e precisa ser feito por um bom profissional da contabilidade. A partir disso, é possível definir quais mudanças devem ser feitas ou mesmo se elas devem ser realizadas.

Mensure os resultados das mudanças

Depois de colocar todas essas mudanças em prática é necessário mensurar os resultados. Esse tipo de abordagem vai garantir que a empresa tenha uma redução efetiva no que deve ser pago, de modo a aproveitar melhor os seus recursos.

Além de tudo, a mensuração serve para que a empresa compreenda se está ou não atingindo os objetivos inicialmente definidos no planejamento. Para tanto, defina métricas e indicadores de performance e escolha uma metodologia de avaliação. Com o acompanhamento dessas informações, é mais fácil fazer ajustes que levem a cada vez mais economia.

Portanto, para reduzir custos com investimentos e matéria-prima:

Para reduzir custos com investimentos e matéria-prima é necessário fazer um bom planejamento e levar em consideração pontos que vão desde o processo produtivo e seus desperdícios até as possibilidades de tributação. Com as mudanças, mensure os resultados obtidos e realize otimizações contínuas para garantir que a empresa continue se beneficiando.

E então? Essas dicas foram úteis para você? Comente e aproveite para dizer o que você pretende colocar em prática!