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10 principais tendências em logística

Diariamente, a logística assume um papel cada vez mais estratégico nos resultados de um negócio. E é nítido como esse setor avança em ritmo acelerado, seguindo as novidades de diversos ramos da tecnologia.

Muitas vezes, é normal ficar perdido em meio a tantas ferramentas novas. No entanto, é importante compreender que elas podem trazer ganhos de produtividade e eficiência, simplificando atividades que antes demandavam um esforço maior para serem realizadas.

Com o intuito de apresentar diversas inovações que ganham espaço no mercado, listamos, neste post, as principais tendências em logística. Acompanhe!

1. Entrega por drones

Drones são pequenos veículos aéreos, não tripulados, controlados remotamente que se tornaram conhecidos recententementeEles já são usados em outras atividades, como em registros audiovisuais, por exemplo.

Pensando em maneiras de melhorar seus serviços, a empresa norte-americana Amazon idealizou um sistema de entregas utilizando drones. Com esses dispositivos, as entregas seriam feitas de forma mais rápida e barata, principalmente em grandes cidades que possuem o trânsito complicado.

No entanto, ainda existem entraves para a disseminação dessa tecnologia. Alguns deles são as restrições de peso e volume que podem ser transportados e a ausência de legislação específica para a utilização dos drones. 

2. Entrega por carros elétricos

Como a sustentabilidade é um item presente na pauta de várias empresas, diminuir a emissão de gases poluentes na hora de transportar cargas é uma necessidade. Por isso, a adoção de carros elétricos é uma tendência com grandes chances de emplacar.

Além de ser uma tecnologia consolidada e ambientavelmente responsável, veículos movidos a eletricidade oferecem redução de gastos, já que a energia que os abastece é mais barata que os combustíveis. 

A desvantagem fica por conta da baixa autonomia desses automóveis. Como as recargas de bateria são frequentes e demoradas, as entregas ficam limitadas a distâncias curtas.

3. Logística verde

Essa é outra tendência oriunda da preocupação com o meio ambiente. Na logística verde, todos os processos logísticos, do armazenamento até a entrega, são repensados para reduzir o impacto na natureza. 

A logística verde caminha paralelamente com outras práticas, como a logística reversa, em que a empresa fabricante de determinado produto cuida também do seu recolhimento após o uso pelo cliente.

4. Utilização de veículos autônomos

Você certamente já viu notícias sobre os veículos autônomos, os tais carros sem motorista. Embora a tecnologia ainda se mostre incipiente, certamente ela poderá ser utilizada para fazer entregas.

Serão vários os benefícios: redução de custos, entregas mais velozes e a diminuição de acidentes causados pelo cansaço, falta de habilidade ou imprudência dos condutores humanos.

5. Internet das Coisas

Outro termo que ganha popularidade nas notícias de tendências de logística é o de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês). Com a IoT, dispositivos de diversos tipos se conectam à rede e podem ser gerenciados ou monitorados remotamente por meio de computadores, tablets e smartphones.

Na logística, essa tecnologia pode ser amplamente aproveitada. Será possível monitorar a movimentação de produtos e acompanhamento de processos sempre em tempo real, com dados atualizados a todo instante. 

Isso permitirá a tomada de decisões mais rápidas e a identificação de possíveis falhas em qualquer um dos estágios do processo de entrega.

6. Entrega antecipada

Imagine disponibilizar um produto de modo que ele fique o mais perto possível do cliente, antes mesmo que a compra seja efetuada? Por mais surreal que pareça, esse é o objetivo das entregas antecipadas.

Por meio da coleta de dados de clientes, ao longo do tempo, são feitas previsões sobre suas decisões de compra. 

Durante a coleta, vários quesitos são observados, como o número de vezes que determinado produto foi visualizado ou quanto tempo o consumidor passou em cada página do site.

A partir do momento em que um interesse é detectado, o produto sai do estoque rumo ao centro de distribuição mais próximo do cliente. Caso a compra seja concretizada, a entrega que poderia levar alguns dias, será entregue no intervalo de horas.

Embora fique restrita aos grandes centros urbanos e possua custo elevado, certamente haverão consumidores interessados em pagar mais caro por uma entrega extremamente veloz.

7. Entrega compartilhada

Várias empresas vêm se aproveitando da economia compartilhada para reduzir custos, inclusive com logística.

A Uber, por exemplo, além do serviço de transporte de passageiros, já testa utilizar parte dos motoristas para a entrega de pequenas encomendas.

Ou seja, compartilhar entregas consiste na ideia de utilizar frotas terceirizadas para fazer o produto chegar ao seu destino. Tal opção permite economizar com custos de manutenção dos veículos e encargos trabalhistas e pode ser ampliada para outros setores, como o de armazenamento.

8. Automatização de processos

A automatização consiste na substituição da mão de obra humana por máquinas e computadores em processos ou atividades repetitivas.

Além de ganhos com produtividade e eficiência, essa troca diminui o risco de erros e acidentes na hora de movimentar as mercadorias no estoque.

9. Logística 4.0

A logística 4.0 não se resume a utilização de apenas uma ferramenta tecnológica. Ela trata da implementação de sistemas e processos modernos em toda a cadeia.

Entre as suas principais características, podemos citar o acompanhamento em tempo real, a virtualização de todo o processo e a descentralização das atividades.

10. Impressão 3D

E se fosse viável produzir localmente, dispensando a necessidade de transportá-los por longas distâncias? Essa é uma realidade que pode se tornar comum com as impressoras 3D, que imprimem modelos e estruturas tridimensionais, como peças e objetos.

Pense na seguinte situação: um carro quebrado demanda a importação de uma peça para ser reparado. Com alguma sorte, essa peça vai demorar algumas semanas para chegar ao destino.

Nesse caso, a solução seria imprimir a peça com uma impressora 3D em um centro de distribuição próximo à localidade onde houve a solicitação. Em poucos dias, ela estaria disponível para ser colocada no carro.

Além da velocidade, a impressão 3D diminuiria a necessidade da manutenção de grandes estoques de determinados produtos, cuja produção aconteceria de acordo com a demanda.

É normal se sentir desconfiado com essas tecnologias que parecem ter saído de obras de ficção científica. É preciso perceber também que às vezes não conseguimos prever quais delas realmente se consolidarão. Contudo, conhecer as principais tendências em logística é fundamental para não ser atropelado pelo futuro quando ele chegar.

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Transportadoras: 5 dicas de como reduzir custos da sua empresa

As transportadoras têm uma missão muito importante: fazer os produtos chegarem ao seu destino em tempo hábil e, de preferência, com um preço baixo. E essa não é uma tarefa fácil, principalmente quando é preciso reduzir custos para se manter competitivo em uma área estratégica para o sucesso de qualquer empresa.

Portanto, com o objetivo de superar os desafios desse setor e aumentar a eficiência no uso dos recursos disponíveis, listamos as melhores dicas para economizar em uma transportadora. Confira!

1. Planeje as rotas

A melhor maneira de reduzir custos em empresas de qualquer ramo é por meio da otimização das operações. No caso de uma transportadora, isso passa por um bom planejamento de rotas. Seguindo alguns passos, é possível realizar essa programação de maneira mais inteligente. 

Primeiramente, mapeie como seu atendimento será feito e quem ele precisa alcançar: onde está seu centro de distribuição? Qual a localização dos seus principais clientes? Qual o prazo médio para as entregas? Além disso, procure por especificidades, como limitações de horários e transporte de itens especiais, que demandam algum tipo de cuidado extra.

Depois, escolha o melhor meio de transporte para efetuar a entrega. Essa opção deve ser feita levando em conta o maior número de fatores possíveis, como preço, prazo, volume e meios de conservação exigidas por determinados produtos.

Por fim, existem softwares específicos que auxiliam nessa otimização, elaborando roteiros com os melhores trajetos, expandindo a economia, tanto de tempo quanto de combustível.

2. Saiba como reduzir custos com o seguro

O seguro de cargas nunca deve ser visto como um gasto. Diante de tantos problemas presentes pelo caminho até que o produto chegue ao consumidor, contar com essa proteção é essencial para cobrir ocorrências desagradáveis. No entanto, é viável obter descontos na hora da contratação de um seguro sem correr riscos.

De forma geral, existem duas modalidades de seguro de cargas: para transporte nacional e para transporte internacional. As coberturas mais básicas cobrem danos à mercadoria causados por acidentes, incêndios e explosões, além de assaltos à mão armada e quando o veículo também é levado.

A responsabilidade por quem deve arcar com o custo do seguro precisa ser definida no momento da contratação do serviço de transporte. Assim, para escolher a apólice mais coerente ao que você precisa, é bom atentar-se a alguns pontos.

O ideal é que sejam levados em conta a natureza da carga, qual será o percurso e o meio de transporte utilizado. A partir disso, fica mais fácil estabelecer quais serão as coberturas necessárias e pesquisar por seguradoras com boa reputação que ofereçam os melhores preços.

Porém, não se esqueça de rever frequentemente as informações sobre o tipo de mercadoria transportada e quais serão os trajetos. Às vezes, uma nova região com menores índices de incidentes é incluída no roteiro, o que pode baratear o seguro. Além disso, como o preço da apólice varia de acordo com o valor da mercadoria, certifique-se de que a cobertura está adequada à necessidade.

3. Adote novas tecnologias

Já mencionamos que a tecnologia é uma excelente aliada na hora de otimizar as rotas. Mas esse não é o único segmento que pode ser beneficiado por ela.

Ferramentas tecnológicas auxiliam para um melhor aproveitamento do espaço e controle do estoque, monitoramento de desempenho e integração de processos. Tudo isso vai levar a elevação da produtividade, contribuindo para a diminuição dos custos sem perda da qualidade no serviço prestado.

4. Centralize as informações 

A falta de informações precisas e atualizadas sobre o andamento das tarefas durante o processo de entrega pode por qualquer planejamento, por mais bem-feito que ele tenha sido, em perigo. Esses desencontros costumam resultar em equívocos e tarefas inteiras podem precisar ser refeitas, gerando custos adicionais inesperados.

Por isso, um bom sistema de gerenciamento logístico precisa ser implementado e bem administrado, para que a qualidade e a quantidade de informações disponíveis seja suficiente nos momentos de tomadas de decisões entre os funcionários.

Além disso, ao consolidar dados relevantes em um sistema único, falhas ficam mais aparentes, abrindo espaços para melhorias. Por exemplo, ao identificar um veículo antigo que esteja gastando muito combustível, a indicação é trocá-lo por um novo, mais econômico. Essa estratégia é válida para identificar e redimensionar qualquer custo incompatível com a realidade da empresa.

5. Escolha embalagens apropriadas

Com um planejamento de rotas inteligente, implementação de soluções tecnológicas de gerenciamento e um sistema eficiente de centralização de informações, a transportadora já percorreu um bom caminho para reduzir seus gastos.  Contudo, considerar as embalagens nas quais os produtos serão acondicionados é tão necessário quanto as demais práticas mencionadas acima.

Durante o transporte, a principal função da embalagem é fornecer proteção para que o produto chegue até o cliente no mais perfeito estado de conservação. Logo, é preciso escolher com cuidado tanto a parte que vai revestir o exterior da embalagem quanto com os materiais que servirão para absorver impactos que possam ocorrer no trajeto.

Os prejuízos causados em decorrência de produtos embalados inadequadamente são consideráveis, já que pode ser preciso trocar a mercadoria, enviá-la de volta ao fabricante e realizar novamente todo o processo de entrega. Fora esses transtornos, tais danos certamente vão desagradar os clientes, levando-os a procurar outras empresas na próxima vez.

Nessas horas, as caixas de papelão se mostram muito versáteis. Elas são leves, baratas, resistentes, personalizáveis, disponíveis em diversos tamanhos ambientalmente sustentáveis.

A leveza barateia o custo do transporte, pois os fretes são calculados considerando o peso das mercadorias carregadas. Já a resistência (que pode sem ampliada com o acréscimo de novas camadas de material) confere proteção para a locomoção de produtos variados, desde alimentos até equipamentos eletrônicos. E esses são apenas alguns dos benefícios alcançados com o uso das caixas de papelão.

Ao reduzir custos, a transportadora será capaz de ser mais eficiente e prestar serviços melhores. Com certeza essa é a melhor forma de atrair clientes, fidelizá-los e aumentar os ganhos.

Caso você tenha gostado das dicas e queira saber mais sobre come melhorar a gestão logística do seu negócio, temos mais informações neste outro post do nosso blog.

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Como garantir a segurança no transporte de mercadorias?

Quem precisa fazer um produto chegar ao seu destino por meios rodoviários sabe que os desafios são grandes. Existem diversos fatores que podem atrasar a entrega, danificar ou comprometer a qualidade dos itens levados de um local para outro.

Esses problemas geram clientes insatisfeitos que dificilmente voltarão a fazer negócio com sua empresa. Dessa forma, você deve estar se perguntando o que pode ser feito para garantir a segurança no transporte de mercadorias.

Para auxiliar nessas questões, preparamos dicas que vão fazer com que o transporte seja realizado com mais tranquilidade. Confira!

Capacite os motoristas para melhorar a segurança no transporte de mercadorias

Os motoristas representam o principal grupo envolvido no transporte de cargas, afinal, sem eles os caminhões sequer sairiam para as estradas. Portanto, a primeira atitude a ser tomada para realizar o frete com segurança é oferecer treinamento a esses profissionais.

Os treinamentos devem focar tanto na conscientização quanto na prevenção. É essencial que o motorista esteja preparado para dirigir em condições adversas de clima, saiba agir em situações que exigem controle emocional (caso de tentativa de assalto, por exemplo) e conheça técnicas de direção que possibilitem menor desgaste do equipamento. É igualmente importante que os motoristas conheçam os pontos principais do trajeto, quais são os mais seguros, saibam operar um sistema de GPS e de comunicação e emissão de alertas.

Tenha um galpão de armazenagem adequado

Além dos recursos humanos qualificados, ter uma infraestrutura em boas condições vai ajudar muito. Nesse ponto, um galpão adequado às necessidades da empresa é indispensável.

Ele precisa ter tamanho suficiente para comportar todo o estoque, os espaços onde as triagens serão realizadas e as áreas dos caminhões. Nesse local, a segurança deve ser reforçada com um sistema de vigilância e pessoal capacitado.

Realize a manutenção dos caminhões

Economizar com manutenção pode acabar saindo muito caro. Ainda assim, trata-se de um serviço que frequentemente é deixado de lado. Isso faz com que o caminhão só passe pela oficina quando algo já está quebrado ou quando impede o motorista de rodar.

Logo, investir na prevenção de problemas mecânicos é a melhor alternativa. Um veículo checado periodicamente gasta menos combustível, pneus e lubrificantes. Os cuidados adequados também tornam a viagem mais segura para os motoristas e evitam que o caminhão pare no meio do percurso, comprometendo os prazos e deixando a carga suscetível à ação de criminosos.

Contrate um seguro

Outro gasto muitas vezes visto como desnecessário é aquele feito com a contração de um seguro. No entanto, quem conta com esse tipo de serviço tem uma tranquilidade superior a qualquer economia, visto que consegue melhorar a segurança no transporte de mercadorias.

A finalidade do seguro é cobrir prejuízos com danos que possam acontecer durante todo o percurso, sejam eles motivados por acidentes ou crimes. A responsabilidade pela contração pode ser do comprador da carga, do profissional que realiza a venda ou da empresa responsável pelo transporte.

Na hora de escolher qual seguro contratar, é preciso conhecer bem as modalidades e as coberturas oferecidas pelas seguradoras. Para fazer essa avaliação, considere o tipo de produto a ser transportado, o trajeto e o veículo que será utilizado.

Diante da variedade, é muito fácil optar por um seguro que não vai suprir suas reais demandas em caso de uma ocorrência. O ideal é não precisar acionar a seguradora, mas ter a certeza de poder fazer isso a qualquer momento traz tranquilidade.

Conte com o auxílio da tecnologia

Em um mundo no qual a tecnologia já alcança praticamente todas as atividades humanas, o transporte de mercadorias não ficou de lado. São várias as ferramentas disponíveis para aplicar nesse setor.

Com o auxílio de equipamentos e programas de computador, é possível estabelecer, por exemplo, roteiros de entregas mais inteligentes e que otimizam os deslocamentos.

Outra ferramenta utilizada em empresas modernas é o rastreador de frota, que permite identificar, por meio de GPS, a localização exata de cada um dos veículos. Os benefícios são vários: poder verificar se os motoristas estão seguindo as rotas indicadas, se estão dentro dos limites de velocidade e, ainda, bloquear o veículo em caso de roubos.

Por fim, sistemas de rastreio também dão ao cliente a facilidade de saber exatamente em qual estágio do processo de entrega está a mercadoria.

Escolha a embalagem adequada

Você já preparou os motoristas, melhorou a infraestrutura de armazenamento e triagem, contratou um seguro, programou as manutenções e investiu em tecnologia. Isso com certeza vai garantir uma boa proteção para sua mercadoria até o destino. Porém, o tipo de embalagem escolhida para despachar os produtos desempenha um papel tão importante quanto os demais itens.

A função primordial da embalagem é proteger o produto. Para isso, ela precisa ser resistente e, ao mesmo tempo, leve e fácil de manusear. No caso de produtos frágeis, como eletrônicos ou itens que contêm componentes de vidro, a proteção precisa ser reforçada. Por outro lado, se as mercadorias transportadas forem alimentos, a embalagem deve ser capaz de resistir à umidade e poeira.

Também é essencial avaliar o peso e o espaço que cada embalagem vai acrescentar à carga, já que o preço do frete é cobrado por volume. Ou seja, materiais muito pesados e volumosos podem encarecer demais o transporte. Por outro lado, se eles não oferecerem boa resistência, será necessário incluir camadas extras, plástico-bolha, almofadas de ar, espumas de EPP ou EPS.

Por fim, a embalagem deve conter orientações sobre a maneira correta de fazer o transporte do produto. A fragilidade do conteúdo deve ser explicitada, além das instruções sobre o limite máximo de empilhamento e posicionamento adequado. Tudo isso pode parecer exagero, mas evitará muitos transtornos.

Além disso, se a embalagem puder dar mais visibilidade ao produto perante os clientes e for composta por material reciclável, os ganhos para a marca serão diversos.

Com a leitura das nossas dicas, é possível compreender que a segurança no transporte de mercadorias é resultado de um planejamento bem pensado e executado, que considera os diversos problemas que podem ocorrer ao longo de todo o processo. Ignorar isso pode colocar tudo em risco, não se esqueça!

Agora que você sabe como transportar seus produtos com segurança, leia outro texto do nosso blog e entenda a importância da embalagem na hora de fazer o transporte de produtos frágeis!

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5 erros para serem evitados no transporte de cargas

Quem precisa fazer seus produtos saírem do local de produção até chegarem às mãos dos consumidores sabe que o desafio é grande. É difícil percorrer as distâncias em um país enorme como o Brasil, que, para piorar, não oferece muitas opções de meios de transporte.

Por isso, para minimizar as chances de contratempos ao longo do caminho, listamos 5 erros que devem ser evitados no transporte de cargas. Boa leitura!

1. Não optar pelo tipo correto de embalagem

O primeiro passo para que o transporte seja um sucesso é fazer a escolha da embalagem correta, que proteja o produto e garanta a conservação da sua qualidade. Para tomar essa decisão tão importante é preciso, antes de tudo, pensar nas características do que será transportado.

O produto contém partes de vidro e, portanto, é extramente frágil? Ele não pode sofrer incidência de luz ou entrar em contato com odores? As embalagens poderão ser empilhadas? Essas são apenas algumas das perguntas que devem ser feitas antes de escolher o tipo da embalagem, desde o seu formato até o material de composição.

É essencial, principalmente na hora de transportar cargas delicadas, como equipamentos eletrônicos e alimentos, que o material da caixa seja resistente e não deforme facilmente. Além disso, não se esqueça de sinalizar bem o tipo de carga que está sendo transportada, indicando a fragilidade quando necessário. E, se for o caso, verifique se tudo está bem preso.

Por fim, considere que a embalagem não pode acrescentar peso demais ao produto transportado, já que muitas transportadoras cobram pelo peso dos volumes carregados. Dessa forma, opte por caixas de papelão em vez de caixotes de madeira, por exemplo.

2. Não contratar seguro para as mercadorias

Seguro é o tipo de gasto que consideramos desnecessário até o momento em precisamos dele. Só quem já perdeu uma carga desviada, roubada, extraviada ou danificada e teve que arcar com o prejuízo sabe que a contração de um seguro que proteja contra esses imprevistos é indispensável.

Para se ter uma ideia, de acordo com dados da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN), no ano de 2016 o prejuízo ocasionado pelo roubo de cargas foi de 1,6 bilhão de Reais. Naquele ano, foram registradas 22.500 ocorrências do tipo.

Portanto, a contração de um seguro deve estar sempre no topo da lista de prioridades, principalmente para quem transporta materiais com alto valor comercial, como smartphones e notebooks. É melhor não precisar acionar o seguro, mas caso algo indesejado aconteça é bom ter proteção garantida.

3. Deixar de avaliar os custos

O custo para realizar o transporte de cargas é um fator que não deve ser deixado de lado. Um frete muito alto pode encarecer o produto, fazendo com que ele se torne menos competitivo diante dos concorrentes.

Para alcançar o melhor valor na hora de levar a mercadoria de um ponto a outro é preciso estimar tanto os custos fixos (salário de motoristas, funcionários, impostos e manutenções preventivas de veículos) e variáveis, que mudam de acordo com a distância percorrida (insumos, como pneus, combustíveis e lubrificantes).

4. Não escolher a opção mais adequada para o transporte de cargas

Assim como é necessário critério na hora de escolher a embalagem para acondicionar seu produto, o momento de decidir qual será o modal pelo qual o transporte será feito passa por responder algumas perguntas.

Por exemplo: é preciso que o produto esteja no destino em quanto tempo? Ele precisa de condições específicas de armazenamento durante o transporte, como refrigeração? Quanto é possível gastar com o frete, levando em conta o valor da mercadoria?

As formas mais comuns de transporte são a ferroviária, a rodoviária, a aérea e a hidroviária, seja por rios ou mares. Cada uma dessas alternativas apresenta suas vantagens e desvantagens e é indicada para determinados grupos de produtos.

O transporte ferroviário costuma ser um pouco mais lento que as demais opções, mas é adequado para transportar grandes quantidades de materiais por longas distâncias, como produtos agrícolas ou minérios.

O transporte aéreo é mais rápido, mas não permite o carregamento de grandes quantidades, ao contrário do ferroviário. Além disso, ele é mais caro e limitado. Por outro lado, ele costuma ser mais seguro e rápido. Assim, ele pode ser considerado uma opção interessante para o transporte de produtos eletrônicos.

O meio rodoviário é o mais utilizado no Brasil. Ele é indicado para o transporte de produtos perecíveis ou com valor agregado em curtas distâncias. Apresenta a desvantagem de ser mais caro, principalmente em estados onde há a cobranças de tarifas de pedágio nas estradas.

Finalmente, o transporte hidroviário, é indicado para o transporte de cargas pesadas em longas distâncias de maneira similar ao transporte ferroviário. É um meio barato e viável, mas que também pode ser desinteressante pelo tempo que demora.

Portanto, escolher o meio mais adequado para o transporte é uma questão respondida com base em diversos fatores, já que a escolha errada faz com que seu produto custe mais caro para ser levado ou ainda atrase, que é mais um erro que deve ser evitado.

5. Não cumprir prazos

Toda vez que uma entrega atrasa, é inevitável que aconteça uma quebra de confiança entre as partes. Por mais que imprevistos aconteçam, o cliente não quer saber o que aconteceu para justificar a demora excessiva em receber sua mercadoria. Isso certamente vai fazer com que ele pense duas vezes antes de negociar novamente com sua empresa, por melhor que seja o produto.

Quase sempre um atraso é consequência do planejamento inadequado em determinado ponto da operação. Para diminuir as chances de que atrasos ocorram é preciso investir em tecnologias, como sistemas de rastreamento e controle de estoque, que deem uma visão geral de todos os estágios do processo.

O transporte de cargas é uma atividade essencial, tanto para quem vende quanto para quem compra. Porém, por mais que os cuidados sejam tomados, eventualmente problemas vão acontecer. Quando aparecerem, o segredo é lidar com eles da melhor maneira possível e aprender para que a experiência não se repita.

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4 melhores práticas para melhorar a gestão logística do seu negócio

Um negócio que funciona bem precisa ter processos devidamente estruturados, responsabilidades definidas e um controle feito com muito profissionalismo por parte dos gestores. Dessa forma, as rotinas diárias tendem a não saírem fora do planejamento para manter margens de rentabilidade em bons patamares.

Acontece que nenhuma organização existe e atua sozinha. Ela sofre influência de seus parceiros e clientes e também exerce algum efeito sobre todos eles ao mesmo tempo. Sendo assim, para manter o dia a dia da produção dentro de uma normalidade, fazer uma gestão logística é fundamental.

Aplicada a todos os tipos de empresas, a gestão logística precisa ser bem entendida e corretamente controlada. Sobre este assunto, algumas explicações merecem um pouco mais de atenção. Confira a seguir.

O que é gestão logística

Antes de entrar diretamente no conceito de gestão logística, vale a pena explicar o que é a cadeia de produção. Ela é um conglomerado de empresas que participam de operações conjuntas fazendo com que, do primeiro fornecedor até o recebimento dos produtos ou serviços demandados pelo cliente, todo o processo aconteça de forma ordenada e funcional.

A gestão logística, por sua vez, é um pedaço de toda essa cadeia. A gestão é a responsável pelo planejamento, implementação e controle das fases que compreendem o fluxo logístico. É um conjunto de atividades que garante, além da eficácia do processo, a sua eficiência, tornando os custos e prazos viáveis para todos os envolvidos..

Fazendo com que cada etapa e participante consiga honrar com suas entregas dentro daquilo que foi previamente acordado, a gestão logística precisa garantir a qualidade dos produtos ou serviços. Isso faz com que a empresa ganhe e mantenha sua credibilidade junto ao cliente final.

Como o consumidor praticamente só enxerga a empresa da qual compra, a boa gestão de todos os outros parceiros é fundamental para que a boa imagem da companhia seja mantida.

Logicamente que não se pode também perder de vista a relação de custos, pois uma solução logística precisa ser, acima de tudo, viável. Isso significa que o valor cobrado e pago tem que ser proporcional ao serviço prestado.

4 melhores práticas da gestão logística

Envolvendo empresas de todo o tipo e dos mais variados locais, a gestão logística influencia diretamente a oferta e a demanda de milhares de consumidores e fornecedores independentemente de onde estejam. Exercendo tamanho impacto, ela não poderia deixar de ser estudada e testada.

Mediante esforços de organizações de todo o tipo e de gestores dedicados, algumas boas práticas de mercado acabam ganhando mais destaque na busca por processos mais lucrativos e eficientes. Veja a seguir 4 delas:

1. Planejamento e controle da produção

É natural que administradores normalmente associem o desenvolvimento de um planejamento quando o assunto são novos negócios, outras linhas de produção, projetos a serem implantados, campanhas de marketing e qualquer atividade que ainda não tenha uma rotina programada e, principalmente, operante.

A verdade é que mesmo alguns processos cotidianos devem ser planejados, como é o caso da produção. Ao se criar um planejamento de produção, todos os recursos necessários para o trabalho e também os que envolvem o transporte de produtos podem ser levantados previamente.

Como a logística também depende de um acompanhamento adequado das informações, a parte de controle não pode ficar de fora. Monitorando o ritmo das atividades, o desempenho final tende a ser sempre melhor.

2. Alinhamento junto aos fornecedores

Como já foi explicado anteriormente, a cadeia de suprimentos (Supply Chain) pode envolver diversas empresas de uma só vez. Nela, uma organização pode até ser, ao mesmo tempo, cliente e fornecedor na relação com outro player.

Tendo uma dinâmica tão ampla e possibilidades das mais diversas, é preciso que a organização e a comunicação entre os envolvidos aconteçam sem ruídos, atrasos ou falhas. Para que isso ocorra, é necessário um grande alinhamento.

As pessoas precisam ter acesso fácil e direto aos canais de atendimento e relacionamento para que situações que exijam atitudes mais velozes não acabem gerando muitas dores de cabeça e prejuízo. É importante que todos saibam que o sucesso do conjunto depende do bom resultado de cada um dos participantes.

3. Previsão de demanda

Cada vez mais se fala em sistema enxuto ou puxado. Chamado ainda de lean, esta metodologia — que apesar de não ser necessariamente nova, vem ganhando muitos adeptos — sugere que a produção tenha o seu ritmo ditado pelo consumo e não pela capacidade da linha produtiva.

Na prática, o que se quer dizer é que as empresas não vão concentrar esforços em atividades que tenham a finalidade de gerar o máximo de produtos possíveis a serem estocados, aguardando o momento de venda. A visão é exatamente oposta: buscando manter um estoque minimamente abastecido, o que se procura é produzir somente o necessário e evitar desperdícios.

Partindo desse ponto de vista, o gestor precisa se concentrar em conseguir antecipar a sua demanda. Assim ele planejará a produção utilizando somente os recursos necessários e não terá capital de giro imobilizado em estoques que acabam gastando com manutenção e seguros, por exemplo.

4. Utilização de tecnologias

Dispondo de sistemas cada vez mais automatizados e que são capazes de interligar vários processos, áreas e até empresas diferentes, a gestão logística conta hoje com opções bastante interessantes quando o assunto é tecnologia.

Como o volume de informações é muito grande e a velocidade com que elas circulam é muitas vezes instantânea, não há mais como tocar uma empresa que tenha uma necessidade logística mínima de maneira analógica. O controle digital não é mais uma opção e sim uma necessidade.

Por meio de sistemas avançados é possível programar e controlar a demanda de insumos, componentes e materiais acabados na relação existente com fornecedores e clientes. Qualquer empresa que não der atenção e adotar ferramentas adequadas a desafios como esses possivelmente terá grandes dificuldades de sobrevivência em mercados cada vez mais maduros e competitivos.

Aproveitando o gancho desse assunto e da importância que ele tem para que se faça uma gestão logística de nível profissional, sugerimos que você também leia outro conteúdo que preparamos para você: 9 apps de logística que podem ser úteis na sua empresa. Com certeza, vai gostar das sugestões que preparamos!

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Como manter a qualidade na entrega de seus produtos? Confira aqui!

O cliente final está em busca de compras que consigam oferecer uma boa relação entre custo e benefício. O valor agregado é o que ele percebe como sendo este benefício e o valor em troca, o preço pago, tem que fazer sentido. Assim, a solução oferecida precisa valer mais do que o custo do produto.

Ainda que o preço seja um fator bastante importante na tomada de decisão de algumas compras, a qualidade na entrega também é fundamental para que se consiga fidelizar o consumidor. A experiência do cliente vai do início da compra até o recebimento do que foi prometido.

Para conseguir fazer com que essa experiência seja positiva o suficiente para conquistar o cliente, e fazer com que o mercado veja com bons olhos os produtos comercializados, algumas boas práticas de mercado devem ser consideradas pelos gestores.

Abaixo, ensinaremos o que é preciso para conseguir manter a qualidade quando for entregar seus produtos e tornar essa experiência única para o cliente. Confira!

Garanta a integridade dos produtos

Quando um consumidor compra algo, a expectativa é receber tudo exatamente como foi ofertado. Portanto, qualquer desconformidade irá proporcionar um clima de descontentamento e a perda de credibilidade.

Um item que chega avariado para o cliente pode gerar também custos de logística reversa e prejuízos financeiros, já que o maior custo está atrelado ao transporte de mercadorias.

Ainda que o comprador não se dê o trabalho de reclamar e pedir uma possível substituição da encomenda, se o produto estiver com algum tipo de amassado ou arranhado e ele resolver aceitar mesmo assim, possivelmente não voltará a fazer novas compras.

Por tudo isso, é muito importante que se tomem os cuidados necessários com a forma de se embalar e acondicionar as mercadorias. No caso de alimentos e bebidas, a preocupação deve ser redobrada, pois há riscos à saúde dos clientes por questões de prazo de validade e contaminação.

O investimento em bons fornecedores de embalagens deve ser avaliado com cuidado para que se consiga evitar problemas desta ordem. Vale a pena ainda ressaltar a importância do design de produtos.

Respeite o tempo de entrega

Outro problema muito sério quando o assunto é qualidade na entrega, é a questão do prazo. O contexto moderno é marcado por muito dinamismo e ansiedade. Todos querem tudo e agora. Não há espaço para atrasos nem margem para muitos erros.

Sendo assim, uma empresa que quer ter clientes fiéis e satisfeitos, precisa cumprir todas as datas programadas. Isso exige organização e um bom sistema de gestão.

Como a demanda pode ser muito flutuante, para evitar a ruptura de estoque, alguns gestores acabam majorando seus inventários de forma a garantir uma sobra de materiais que consiga suportar um aumento repentino de demanda.

O problema desta prática é que os gastos com manutenção e a imobilização de recursos podem custar muito ao grau de lucratividade do negócio.

Uma solução que pode ser avaliada é a terceirização da gestão de estoques. Mesmo que seja um pouco mais difícil fazer isto para os itens comercializados, é possível encontrar opções interessantes quanto se fala em gestão de estoques de embalagens de papelão.

Ofereça entregas personalizadas

Falando ainda um pouco sobre o momento competitivo do mercado, é importante ressaltar a crescente personalização dos produtos e serviços. O que era somente um discurso copiado e sem muita veracidade até poucos anos atrás, hoje é uma lei de mercado que precisa ser seguida.

Quanto mais personalização, melhores as chances de vendas e de fidelização do público-alvo de uma empresa. Buscando fazer pesquisas e entender melhor quem são os clientes, departamentos de marketing e vendas conseguem trabalhar o negócio de forma a conseguir proporcionar experiências cada vez mais pessoais.

Na hora de cuidar da qualidade na entrega de produtos, esta personalização não pode ficar de fora. Cada detalhe pode contar muitos pontos à favor da empresa que se empenha em atender aspectos particulares de cada cliente. Nesse sentido, dois exemplos podem ser destacados.

O primeiro é a preocupação com uma embalagem totalmente personalizada. Com técnicas modernas e uma impressão de altíssima qualidade, é possível hoje entregar uma caixa de papelão muito bem desenvolvida como foco todo voltado para o consumidor final.

O segundo é que nenhum produto é vendido sem que exista, mesmo que minimamente, um nível de serviços envolvidos. Por isso, uma abordagem interpessoal adequada é algo em que vale a pena investir. Um treinamento que garanta atendimento correto e com gentileza, bem como jogo de cintura para resolver problemas faz toda a diferença.

Tenha uma estrutura eficiente de armazenagem

Quanto maior for a organização interna da armazenagem de produtos, melhor. Insumos e componentes, quando for o caso, também não ficam de fora desta boa gestão de recursos.

Depois dos gastos com transporte, normalmente, é a armazenagem que vem em segundo lugar. Além de influenciar no volume de despesas, ela também afeta diretamente a eficiência da qualidade na entrega.

Um estoque que seja bem planejado favorece o rápido envio de mercadorias aos clientes logo que o pedido é gerado. Exigindo menos tempo de processamento, a logística interna economiza etapas de processo e consegue colocar rapidamente à disposição do transporte o pedido requisitado pelo mercado.

Para ter certeza de que cada tarefa esteja funcionando dentro do desejado, considerando agora todo o processo até o recebimento pelo cliente, muitos gestores têm investido em sistemas de rastreio de entregas. Com estes números nas mãos, é possível encontrar gargalos nas atividades e conferir se todo o sistema está trabalhando como deveria.

Por meio da mensuração de resultados e a aplicação do PDCA, a diretoria da empresa tem como conferir se a forma de armazenagem está adequada e também buscar ajustes que potencializem o negócio.

Tudo isso tem como principais objetivos minimizar desperdícios, aumentar a margem de lucro do negócio e conseguir agradar clientes disponibilizando, dentro do tempo acordado, produtos com boa integridade.

Considerando essas preocupações e dicas de como ajustar as rotinas de trabalho do dia-a-dia da sua empresa, suas chances de ter melhores resultados serão bem maiores.

Gostou deste conteúdo? Tem mais dicas, perguntas ou experiências para compartilhar conosco? Deixe seu comentário logo abaixo. Queremos saber como anda a qualidade na entrega da sua empresa.

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Transportadoras: como embalar produtos e prestar bom atendimento?

Embalar produtos é relativamente fácil e faz parte do dia a dia das empresas. Porém, trata-se de um processo que oferece diversas oportunidades inexploradas.

A preocupação em oferecer a melhor mercadoria ao consumidor é imprescindível, mas saiba que uma boa embalagem pode fazer toda a diferença perante os clientes. E isso vale para todos os estágios da compra.

Uma embalagem de qualidade, além de cumprir com seus requisitos básicos (que são proteger o produto e garantir que ele chegue intacto ao consumidor), também tem o poder de, se bem trabalhada, encantar o público.

Quer saber quais são os pontos principais que você deve levar em consideração na hora de embalar os produtos da sua empresa e, assim, prestar um melhor atendimento? Continue a leitura e confira nossas dicas!

Coloque informações completas

Pegar um produto na prateleira para ler sua embalagem e se deparar com informações confusas e incompletas é muito frustrante para o consumidor, certo?

Portanto, para evitar que seus clientes passem por experiências do tipo, é preciso pensar nesse detalhe antes do desenvolvimento da embalagem. Converse com sua equipe sobre quais são as informações imprescindíveis além das que são obrigatórias por lei.

Crie um design atraente

A beleza da embalagem também é fundamental durante o processo de compra, visto que uma aparência bonita transmite muito mais confiança e credibilidade ao consumidor. Além disso, há o fato de que alguns elementos e cores se destacam aos olhos das pessoas, fazendo com que elas vejam o seu produto antes do de concorrentes.

Lembre-se de que embalagens bem-criadas agregam valor à marca, pois transmitem sofisticação. Porém, tudo isso deve ser escolhido por uma equipe profissional, que saiba o que está fazendo, para que o invólucro condiga com o que a marca e a mercadoria realmente oferecem.

Transpareça a personalidade da marca

A embalagem é a primeira oportunidade de um produto se mostrar ao cliente. E, neste momento, reforçar a sua personalidade é muito importante.

Aproveite o espaço para fazer a propaganda da empresa e de todos os benefícios que seu produto oferecerá ao consumidor. Use a identidade visual da marca em todas as embalagens, inclusive nas de envio de encomendas feitas pela internet: isso vai ajudar a fixá-la na mente das pessoas.

Claro que o espaço é reduzido, mas, se você escolher as principais características do item e souber transmiti-las da maneira adequada, a mensagem será captada. Para saber se você fez as escolhas certas, realize testes com uma amostra do seu público e analise os resultados antes de dar o veredito final para as embalagens da empresa.

Preocupe-se com a resistência da embalagem

Economizar na embalagem é algo que deve ser feito de maneira consciente, apenas tentando diminuir os custos com fornecedores, mas nunca a sua qualidade. Isso porque estamos falando de um item essencial para garantir que a mercadoria chegue ao consumidor final da mesma maneira que saiu da empresa.

Por isso, converse bastante com a companhia responsável pelas embalagens de seus produtos e seja muito detalhista na hora de passar todas as especificações de suas peças. Juntos, será possível chegar ao consenso de quais os materiais ideais para proteger e acomodar os itens em questão.

Prefira materiais sustentáveis

Hoje em dia, há uma infinidade de matérias-primas para a confecção de embalagens e escolher pelas mais sustentáveis pode agregar ainda mais valor a uma marca. As opções biodegradáveis, por exemplo, são excelentes para as marcas que prezam pela sustentabilidade.

Além disso, esteja sempre atento ao desperdício de materiais ou recursos e planeje as embalagens de maneira que haja economia também nos processos logísticos. Afinal, a sustentabilidade está em todos os detalhes (e eles sempre serão percebidos por quem está comprando de você).

Pense em como a embalagem será utilizada

Alguns setores, como o alimentício, permitem que a embalagem seja personalizada de acordo com o seu uso. Isso é o que acontece com a caixa de leite que vem com a tampa que facilita o seu uso, os pacotes de biscoito que têm aquela fitinha para ajudar na abertura e as latas que já vêm com abridor, dentre muitos outras.

Facilitar a vida do consumidor e trazer praticidade à sua rotina é uma maneira de mostrar o quanto a marca se preocupa com o seu bem-estar e, desta maneira, se diferenciar da concorrência. Outra forma de agradar os clientes é oferecer produtos em embalagens que possam ser reutilizadas, como os famosos copos de requeijão, por exemplo.

Faça pesquisas de mercado, entenda quais são os anseios e as necessidades de seu público e tente explorar isso na hora de desenvolver produtos e embalagens. Com certeza, eles vão notar a diferença!

Adapte os tamanhos

A realidade das famílias brasileiras mudou bastante nos últimos anos: é comum vermos pessoas morando sozinhas, casais sem filhos e famílias pequenas. Assim, nem todo mundo quer adquirir um produto alimentício que venha em uma embalagem muito grande (e cujo conteúdo possa perecer antes de ser consumido).

Portanto, busque adaptar os tamanhos das embalagens para os mais variados públicos de seu produto. Mas, primeiramente, realize uma boa pesquisa e saiba quais seriam os mais indicados a eles.

Pense também no espaço que a mercadoria vai ocupar tanto nas gôndolas quanto na casa do cliente e no que pode ser feito para melhorar essa questão.

Priorize a integridade do produto

Tudo o que falamos é de extrema importância para conquistar e fidelizar seus clientes. Porém, é preciso sempre lembrar que a prioridade de uma embalagem é garantir a integridade física do produto.

Por isso, se o item que você está vendendo não permite muitas extravagâncias na hora de embalá-lo, opte pelo básico (porém eficiente) método e material de embalagem.

O que vale aqui é entregar a mercadoria em perfeitas condições. Então, antes de tudo, assegure-se disso e só depois deixe a criatividade fluir em cima do tipo de embalagem que você tem em mãos.

Quer ter acesso a mais dicas sobre como embalar produtos e conquistar cada vez mais clientes? Siga nossa página no Facebook e acompanhe todas as novidades!

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5 cuidados com transporte de materiais frágeis que toda empresa deve ter

O transporte de mercadorias é um estágio da logística que tem relação direta com a satisfação do cliente, principalmente quando se trata de produtos frágeis. A qualidade e a imagem da empresa são refletidas pelos cuidados com transporte de materiais frágeis que ela confere no seu processo de embalagem e entrega.

Produtos entregues danificados ou com perda total resultam em devoluções que geram prejuízos tanto para o distribuidor quanto para o fornecedor. Ainda que haja seguros, os danos ao material podem diminuir a credibilidade e a confiança do cliente em relação à empresa.

Em tempos de crise e dificuldade econômica, perder um cliente é desastroso, pois não perde-se apenas um; por exemplo, com o avanço da internet e especialmente das redes sociais, há um potencial para gerar um estrago muito maior com uma reclamação ou uma recomendação ruim.

Nesse sentido, os detalhes na hora de embalar ou acomodar um produto para ser transportado fazem a diferença e devem estar previstos em todo o processo de logística, desde o armazenamento no estoque até a entrega final, e devem ser realizados de modo claro pelos funcionários e terceiros envolvidos.

É importante estabelecer normas de trabalho e procedimentos operacionais padronizados, buscando a facilidade nas operações, para que as equipes envolvidas tenham mecanismos necessários para serem mais eficazes quanto ao cuidado com materiais frágeis.

O treinamento e o investimento em capacitação são fundamentais para otimizar o processo de entrega.

Pensando nisso, separamos 5 dicas com cuidados de materiais frágeis que a sua empresa precisa saber:

1. Proteja o produto individualmente

Inicialmente, deve-se atentar à particularidade de cada mercadoria que será embalada. O tamanho, o formato e o tipo de material devem ser avaliados individualmente antes do empacotamento e do transporte.

Alguns tipos de produtos frágeis não podem ficar soltos dentro das embalagens, então, sugere-se, nesse caso, o uso de papel, isopor, plástico-bolha ou espuma de polietileno expandido para envolver a mercadoria. As mercadorias grandes, como máquinas, podem ser revestidas de papelão para amenizar choques durante o transporte.

O tamanho da embalagem deve ser considerado no cuidado necessário ao manuseio do produto. Quando trata-se de objetos de vidro, o ideal é que não tenha folga na embalagem para evitar trepidações. No entanto, caso sejam garrafas com líquidos dentro, sugere-se a utilização de divisórias firmes nas embalagens para evitar o atrito entre os vidros e a ocorrência de estragos.

2. Sinalize o produto como frágil

A sinalização na embalagem de que o produto é frágil é primordial. Não há como os funcionários das transportadoras adivinharem se a carga é frágil ou não sem a sua correta sinalização. Por meio de treinamento e orientações, os colaboradores, ao entrarem em contato com uma embalagem, devem identificar facilmente que se trata de um produto frágil.

Isso tem por objetivo evitar problemas no transporte ou na entrega, evitando que o produto seja quebrado ou danificado apenas por um descuido.

São detalhes simples que fazem a diferença, como colar adesivos ou etiquetas de produto frágil e incluir descrições precisas sobre o que está sendo transportado. A identificação deve ser bem clara e visível em todos os lados da embalagem. É importante sinalizar, inclusive, o lado da caixa que deve ficar virado para cima, a fim de evitar danos ao material.

Informação, nesse caso, nunca é demais e, para garantir que o serviço seja prestado com o máximo de qualidade, é necessária atenção na etapa de empacotamento.

3. Utilize embalagens rígidas e de qualidade

Utilize caixas mais resistentes para acondicionar as mercadorias frágeis. As embalagens, se não forem seguras, podem amassar ou ser esmagadas, dependendo do acondicionamento no transporte ou no estoque.

Caixas mais rígidas, além de serem resistentes para a proteção do produto, são mais econômicas e podem ser reutilizadas em muitos casos.

4. Tenha cuidado no transporte

O transporte de cargas frágeis deve ser estudado com cuidado para que não haja problemas com danos e prejuízos ao cliente e à empresa. No transporte, curvas e solavancos podem quebrar as mercadorias e, para que isso não aconteça, é importante a fixação dos conjuntos transportados.

Sugere-se que a empresa evite o envio pelo correio e contrate uma transportadora, tendo em vista a possibilidade de poder exigir maior cuidado com objetos frágeis e ainda ter maior controle sobre o prazo de entrega. Além disso, na transportadora, o risco de a carga ficar presa por causa de uma greve é bem menor, como pode ocorrer nos correios.

Quando for necessário que o transporte seja aéreo, a identificação da mercadoria deve ser ainda mais específica. Geralmente qualquer tipo de carga pode ser transportada por esse meio, porém produtos considerados perigosos dependem de autorização, e a empresa deve ficar atenta a isso para que não haja devoluções.

5. Acomode a carga adequadamente

O empilhamento da carga dentro do caminhão de entrega deve ter um procedimento definido. Essa é uma etapa que não pode ser desvalorizada, pois, caso contrário, pode tornar em vão todos os cuidados anteriores.

A primeira análise que deve ser realizada é referente ao interior do caminhão, que não pode conter lacunas no piso e deve ser coberto com papelão ou algo que o uniformize, de modo que qualquer peso ali acomodado seja distribuído igualmente, e sejam evitadas tensões e rachaduras.

Ao acomodar a carga, deve-se ter atenção ao tipo de mercadoria que demanda condições especiais no empilhamento e na ventilação, até a sua entrega. Deve-se atentar também ao fato de que algumas mercadorias, devido ao tipo de material, não podem demorar muito tempo para serem entregues, merecendo prioridade na entrega.

Também, ressalta-se o cuidado necessário quando uma carga for removida. Todo o conjunto restante deve ser novamente organizado em segurança, para evitar lacunas de mercadorias durante a movimentação no restante do percurso.

Os cuidados podem parecer óbvios, porém são nos detalhes que os danos acontecem. Não permita que sua empresa tenha prejuízos com transporte de produtos frágeis por falta de atenção nas embalagens. O tipo de embalagem deve ser escolhido com muita cautela, de acordo com o transporte a ser utilizado, para que a empresa garanta a qualidade e a satisfação do cliente.

Para saber mais sobre cuidados com transporte de materiais frágeis, confira também nosso artigo sobre caixas personalizadas e aumente a qualidade das embalagens da sua empresa.
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6 cuidados para ter com a logística de produtos de vidro e suas embalagens

A logística é um setor estratégico para qualquer negócio, afinal, ela é a responsável por todo o processo de organização, embalagem e transporte das mercadorias. Nesse ponto, é imprescindível destacar os cuidados que se deve ter com embalagens para produtos de vidro.

Cada tipo de mercadoria demanda cuidados específicos e no caso daqueles confeccionados em vidro, é preciso redobrar a atenção e estabelecer processos mais eficientes a fim de se evitar danos e perdas de estoque.

Diante disso, o presente conteúdo foi elaborado para ajudá-lo manusear corretamente esses materiais, tanto durante os processos internos do negócio quanto em seu deslocamento e transporte.

Leia a seguir as super dicas sobre o assunto e entenda melhor!

A importância da embalagem para o produto

Tão importante quanto a logística é o setor de marketing de uma empresa e, como gerente de marketing, você certamente compreende o quanto a embalagem é um fator determinante para o sucesso de um produto. Afinal, quando bem projetada, com design moderno e inovador, ela é um instrumento de atração.

As embalagens exercem um papel preponderante no processo de vendas, pois trabalham para a formação de uma imagem positiva da marca e do produto, ou seja, uma embalagem bem desenvolvida contribui para a credibilidade do negócio.

Mas, sua importância vai muito além de uma estratégia de marketing. Na verdade, ela deve ser pensada, também, como um instrumento adequado para proteger e viabilizar o transporte do produto.

Esse aspecto ganha ainda mais relevância quando tratamos de produtos de vidro e suas embalagens, pois, necessariamente, precisam ser resistentes e capazes de resguardar o produto dos impactos naturais existentes nos procedimentos logísticos.

Em outras palavras, uma embalagem perfeita deve reunir os conceitos de marketing e trabalhar a serviço da logística, sendo um recipiente de proteção à mercadoria.

Cuidados importantes na logística de produtos e embalagens para vidro

Conforme dito, o manuseio e o transporte de um produto de vidro exige uma logística diferenciada e mais cuidadosa. A união de um processo logístico eficiente e uma embalagem adequada possibilita a manutenção da integridade da mercadoria e, portanto, melhores resultados à empresa.

Portanto, confira a seguir alguns cuidados necessários para que seus produtos de vidro sejam transportados em segurança:

1. Conscientize os funcionários sobre o uso de EPI

Mesmo com todos os cuidados com produtos de vidro e suas embalagens, é prudente que os funcionários responsáveis pelo manuseio e contato direto com produtos de vidro estejam devidamente protegidos.

Desse modo, é importante que todos tenham à sua disposição alguns equipamentos de proteção individual (EPI), como luvas anticorte, óculos de segurança e capacetes — no caso das peças serem transportadas acima da altura da cabeça.

Lembre-se de que esse tipo de proteção é essencial para a integridade física de seus colaboradores, uma vez que o vidro é um material cortante e potencial causador de sérias lesões.

2. Utilize o plástico bolha

O plástico bolha é um material que se adéqua perfeitamente às peculiaridades do transporte do vidro, pois reduz os impactos e evita danos às peças. Por isso, é aconselhável que se envolva a mercadoria nesse produto antes de acondicioná-las em caixas e prateleiras. Há também disponível no mercado a espuma de polietileno, que pode ser utilizada na proteção de produtos de vidro.

3. Prefira caixas de papelão para o transporte

Após proteger o produto com o plástico bolha, é o momento de prepará-lo para o transporte. Nessa etapa, a escolha da embalagem é fundamental, pois em estradas e rodovias tão irregulares, o deslocamento pode gerar danos às peças.

Assim sendo, prefira caixas de papelão em vez de madeira, pois é um produto mais maleável e menos rígido, evitando a quebra em casos de contato por trepidação dentro do caminhão.

4. Organize adequadamente os produtos e embalagens no caminhão

O transporte de produtos de vidro é bem minucioso e a maneira como a carga é distribuída no caminhão é outro aspecto que contribui para a segurança desse processo.

Orienta-se que as peças sejam sempre transportadas na vertical e que, caso contenham furos e cortes, elas estejam voltadas para cima. Ademais, os produtos maiores devem ser colocados primeiro no caminhão, em seguida, as médias e, por fim, as menores.

5. Fique atento à maneira como é feita o descarregamento

Após a finalização do transporte, os funcionários deverão descarregar os caminhões. Nesse momento, é preciso muito cuidado, pois alguns produtos podem ter se deslocado levemente durante o trajeto.

Assim, fique atento à maneira como esse procedimento é realizado. De modo geral, o mais prudente é que seja executado por profissionais treinados e que não se priorize a rapidez do processo, mas sim a qualidade — lembre-se de que a pressa pode causar perdas de mercadorias e danos físicos às pessoas envolvidas no descarregamento.

Outra dica é estabelecer protocolos para a concretização dessa etapa — quando se tem um procedimento bem definido a ser seguido e os funcionários o compreendem e dominam, as chances de erros são reduzidas. Por último, cuide para que isso seja realizado por mais de um funcionário, pois estar sozinho nessa tarefa pode afetar a segurança do produto e do próprio colaborador.

6. Faça uma conferência final

Ao concluir todas as etapas acima, é importante que seja feita uma conferência final para atestar se houve algum dano e perda.

Procure sempre monitorar os índices de perdas, pois esse é um importante indicador de que algo ainda precisa ser aperfeiçoado. Se sua empresa perde muitas peças de vidro no transporte é sinal de que há alguma falha, que pode ser consequência de uma embalagem e frota de veículos inadequada ou, até mesmo, o manuseio incorreto das mercadorias.

Após a leitura de todas as informações e dicas acima, é possível concluir que o transporte de produtos de vidro e suas embalagens exige um cuidado e atenção maior em relação aos demais produtos. Esses materiais são mais frágeis e demandam embalagens resistentes e preparadas para absorver os impactos, além de um planejamento logístico eficiente que cubra todas as fases do transporte, desde a separação dentro da empresa até a entrega ao consumidor final.

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