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Conheça todos os produtos que oferecemos

Você já conhece todos os produtos que a M2B oferece? Não? Pois esse é um artigo para você ficar por dentro de todas as possibilidades de caixas para seu negócio. Confira!

O que produzimos aqui: Geral

A Embalagem M2B produz embalagens e caixas de papelão ondulado para legumes, frutas, comércio, pizzas, drogarias, e-commerce, indústria pesada, cosmética, alimentícia, moveleira, entre outras.

É uma variedade de modelos, formatos e tamanhos, tudo para se encaixar perfeitamente com o seu negócio.

Matéria-prima utilizada e localização:

Aqui, utilizamos o papelão ondulado que dá mais opções para formatos e também é bem mais resistente. Proporcionando maior durabilidade.
Nosso papelão permite impressão com cor, P&B ou sem impressão, você escolhe. Além do mais o tamanho e formato é feito de acordo com sua solicitação. Conseguimos deixá-lo mais rígido ou mais leve, dependendo de sua finalidade. É verdadeiramente personalizado para você.

Para quem não sabe a M2B fica localizada em Ibirité – Minas Gerais e atende todo o estado de Minas.

Em nosso e-commerce é possível comprar em algumas categorias, confira:

Categoria Baú:

Dentro da categoria baú, a M2B trabalha com caixas para escritórios, como é o caso da caixa para arquivo no tamanho pequeno e grande; além de trabalhar com caixa para correios do número 1 ao número 3. E caixa de salgado nos números 1,2 e 3.

Você pode dar uma olhada acessando aqui:

http://3.87.131.84/categoria-produto/bau/

Categoria Caixa Container:

Na categoria de caixa container temos dois modelos, sendo ambas relacionadas à organização. O que muda é apenas o tamanho e você encontra dessa forma no nosso site: caixa organizadora 1 e caixa organizadora 2.

Você pode dar uma olhada acessando aqui:

http://3.87.131.84/categoria-produto/caixa-container/

Categoria Caixa Modular:

Dentro do nosso site temos uma caixa na categoria modular. A caixa modular é ideal para organizar parafusos, itens de papelaria, itens de escritório e outras peças pequenas, pois facilita o acesso rápido a itens necessários para realizar o trabalho de maneira mais ágil e organizada.

Você pode dar uma olhada acessando aqui:

http://3.87.131.84/categoria-produto/modular/

Categoria Caixa Cerveja:

Você também encontra caixas em modelo decorativo para embalar garrafas, growlers ou taças. Confeccionadas em tamanhos diferentes para melhor atendê-lo. Dentro do nosso e-commerce você encontra três opções para compra.

Você pode dar uma olhada acessando aqui:

http://3.87.131.84/categoria-produto/caixa-cerveja/

Categoria Lixeira:

Sim, também temos caixa em formato de lixeira. Modelo exclusivo da Embalagens M2B, confeccionada em material super resistente e leve com design simples e reservado. Excelente forma de descartar material e ecologicamente correto.

Você pode dar uma olhada acessando aqui:

http://3.87.131.84/categoria-produto/lixeira/

Categoria Maleta:

Dentro da categoria maleta você encontra o modelo de caixa mais utilizado no mundo! Feitas em tamanhos diversos para os mais variados produtos. Para transportar, armazenar e proteger, seja qual for a utilização.

Você pode dar uma olhada acessando aqui:

http://3.87.131.84/categoria-produto/maleta/

Categoria Octagonal:

Dentro dessa categoria você encontra a caixa perfeita para sua pizzaria. São caixas confeccionadas em material e dimensões apropriadas para o transporte dessas delícias! São vários tamanhos, da pequena à gigante, para atender a sua demanda.

Você pode dar uma olhada acessando aqui:

http://3.87.131.84/categoria-produto/octagonal/

Categoria Urna:

Nossa última categoria dentro do e-commerce é a urna. Com papel resistente e do tamanho certo para te atender.

Você pode dar uma olhada acessando aqui:

http://3.87.131.84/categoria-produto/urna/

Todos os materiais acima foram tirados do nosso e-commerce, uma forma que encontramos para você ter acesso aos produtos de forma simplificada. Porém, caso você não encontre o que precise ou tenha alguma dúvida de qual é a melhor opção para você, nossos consultores podem te ajudar a resolver esse impasse e encomendar algo exclusivo para sua empresa.

Aqui na M2B a personalização e qualidade são palavras chaves do nosso dia a dia.

Dúvidas? Entre contato conosco!

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Como funciona o e-commerce da M2B?

Boa parte das pessoas já sabem que fabricamos embalagens e caixas de papelão ondulado para legumes, frutas, comércio, pizzas, drogarias, e-commerce, indústria pesada, cosmética, alimentícia, moveleira, entre outras.

Embalamos milhares de produto com segurança e beleza, contribuindo com a satisfação de cada cliente e também para o meio ambiente, visto que as caixas de papelão são facilmente absorvidas pelo meio ambiente, reduzindo danos a natureza.

E se antes já era fácil fazer os pedidos das caixas, agora ficou mais fácil ainda.

Com o e-commerce da M2B você consegue solicitar sua demanda online, dentro de nosso site.

São vários produtos para você escolher entre forma, cor e quantidade. A forma de pagamento também pode ser escolhida a final da compra.

E para facilitar na escolha, nosso e-commerce está separado por categorias sendo: baú, caixa container, caixa modular, caixa para cerveja, lixeira, maleta, octogonais, promocional e urna. Tudo no canto à esquerda.

É possível filtrar o preço do produto no canto à esquerda, após a lista com as categorias. É bem útil para conseguir limitar seus gastos dentro da plataforma.

Como realizar a compra?

Para realizar a compra é bem simples. Basta você clicar no produto de sua escolha e selecionar sua quantidade.

Por exemplo: caixa de cerveja com três, vem 30 em um pacote.

Você pode aumentar o pacote e dobrar, triplicar, quadruplicar esse número.

Após escolhido a quantidade basta clicar em comprar.

Quando você clica em comprar, você pode calcular o frete para sua cidade e escolher uma das opções que aparece.

Feito isso, é hora de fazer o cadastro na plataforma, caso não tenha.

 

Como realizar o cadastro para finalizar a compra?

Essa parte é super simples, basta ir preenchendo as lacunas. Ali você terá de deixar seu nome, sobrenome, endereço de entrega e um endereço extra, que tipo de pessoa você é [física ou jurídica], e-mail e telefone para contato. Tudo é preenchido em menos de 5 minutos.

Feito isso você irá selecionar o tipo de pagamento, que poderá ser: cartão de crédito, débito, débito online ou transferência.

Lembre-se sempre de revisar bem seu pedido e depois finalize a compra.

Viu como é super fácil fazer seu pedido em nossa loja e-commerce? Praticidade, inovação, agilidade e qualidade, isso tudo você encontra aqui.

Acesse já e faça seu pedido: www.embalagensm2b.com.br/loja/

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Entenda porquê realizar a pesquisa de satisfação da sua marca

Manter os consumidores fidelizados está se tornando cada vez mais complicado, pois eles estão mais informados e exigentes. Esse fato torna a realização de uma pesquisa de satisfação fundamental para a sobrevivência de uma empresa no mercado.

Atualmente, os consumidores compartilham rapidamente suas opiniões em grupos de redes sociais, fazendo com que outros usuários também deixem de utilizar os serviços de determinada entidade que os deixou insatisfeitos.

Efetuar um levantamento para saber sua satisfação pode ser a solução que a organização precisa para evitar perda de clientela, mantendo ou expandindo o fluxo de vendas e a sua competitividade perante os concorrentes do mercado.

Entretanto, não basta a boa vontade para realizar uma boa pesquisa, é necessário entender seu conceito, sua importância no mercado de embalagens e como elaborá-la de forma prática. Acompanhe a leitura deste artigo e encontre todas essas informações contextualizadas.

O que é a pesquisa de satisfação?

Trata-se de uma metodologia em que são recolhidas as opiniões dos seus consumidores sobre um produto, serviço, atendimento, embalagens, entre outros elementos relevantes, para definir suas preferências em relação a outras empresas.

Normalmente, consiste em um questionário com perguntas objetivas que abarcam a experiência dos consumidores. Por exemplo, conceder uma nota de 0 a 10 para o serviço ou apenas responder “sim” ou “não” para uma pergunta, que pode ser direcionada a uma etapa da compra ou a toda a empresa.

Levantamentos mais objetivos possibilitam uma análise de dados mais concisa — por exemplo, 60% dos clientes gostaram do atendimento. Essa estatística tem profunda importância para a tomada de decisões em uma empresa, pois permite uma identificação precisa de quais melhorias devem ser feitas no negócio.

Qual é a sua importância no mercado de embalagens?

O design da embalagem de um produto impacta decisivamente os resultados de uma venda. De acordo com os dados da Associação Brasileira de Embalagem – ABRE, 75% das empresas que investem em design de embalagens obtêm um aumento em suas vendas.

Segundo a mesma fonte, nenhuma organização sofreu com quedas de vendas ao aprimorar suas embalagens. Essas informações evidenciam que a aparência de produtos atua diretamente nas suas aquisições pelos consumidores.  

Porém, é razoável imaginar que nem todas as embalagens agradarão a toda a clientela, fazendo com que vários designs sejam indiferentes para vendas — resultando em unidades paradas nas prateleiras. É nesse aspecto que a pesquisa de satisfação se torna relevante.

É possível coletar a opinião dos clientes ao perguntar sobre o tamanho ideal para uma embalagem de leite, qual cor combina mais com determinado produto etc. Isso permite que os administradores tornem seus produtos mais atrativos ao público, criem um diferencial competitivo no mercado e maximizem as oportunidades de vendas

Como fazer a pesquisa de forma eficiente?

Existe um conjunto de técnicas específicas a serem seguidas que maximizam a eficiência da pesquisa de satisfação. A metodologia consiste nas seguintes etapas: preparação, estruturação da pesquisa, coleta de dados, preparação das soluções e acompanhamento. Confira seus desdobramentos a seguir.

Levantamento dos problemas

O primeiro passo consiste em reunir-se com a equipe responsável e levantar um problema ou a hipótese de um problema — ou seja, os pontos a serem avaliados pela empresa. As etapas aqui explicadas são aplicáveis às pesquisas sobre embalagens.

Criação de um bom questionário

A segunda fase é a elaboração do questionário a ser apresentado aos clientes. Recomenda-se incluir perguntas objetivas e fáceis de responder — no máximo, dez questões, que podem ser dividas em dois blocos ou duas páginas de um site, no caso da pesquisa ser online —, onde serão avaliados itens como a cor e as informações presentes na embalagem. Veja alguns exemplos:

  • cores e imagens: preferência sobre o visual dos produtos; as perguntas devem ser sobre a satisfação em relação a cores, imagens e perfis usados;
  • informações sobre os produtos: se há dados suficientes sobre o produto na embalagem;
  • posicionamento na venda: relevância da embalagem na decisão de compra;
  • atributos de valor: se a embalagem transmite ideia de qualidade, de ser barato ou caro.

Utilize a mesma opção de métrica para todas as perguntas:

  • notas de 1 a 5 ou de 0 a 10;
  • “sim” ou “não”;
  • “muito insatisfeito”, “insatisfeito”, “indiferente”, “satisfeito” ou “muito satisfeito”.

Coleta de dados

É importante saber que devem ser avaliados tanto os consumidores atuais e fidelizados quanto os potenciais (que ainda não finalizaram as compras). Dessa forma, você conseguirá maximizar a coleta de dados.

A coleta pode ser feita de diferentes formas, como:

  • utilizar plataformas online e gratuitas que criem questionários;
  • contratar uma agência especializada nesse tipo de pesquisa;
  • enviar um SMS para o cliente, solicitando um retorno com sua opinião;
  • fornecer um canal de atendimento para que os clientes enviem avaliações, sugestões e reclamações;
  • criar panfletos em que as respostas são marcadas pelo cliente.

Análise dos dados

Nessa etapa, os responsáveis analisarão os dados coletados anteriormente. É importante efetuar o maior número possível de apontamentos, como o número de clientes satisfeitos com cada embalagem, se há correlação entre o número de informações nos produtos e o posicionamento de vendas, entre outros.

Preparação e execução da estratégia de ação

Arquitete um plano de ação para aprimorar as embalagens dos produtos. Esse plano variará de acordo com os resultados da pesquisa — por exemplo, se for constatado que os clientes desejam mais informações nos produtos, esse será um dos aspectos a serem alterados.

Reúna-se com os administradores, apresente relatórios e, após a tomada de decisão pela chefia, elabore um cronograma com início e fim das atividades para efetuar as mudanças.

Acompanhamento dos resultados

Por fim, resta saber se o plano de ação colocado em prática gerou impactos positivos para a empresa. Para fazê-lo, continue realizando o mesmo levantamento com os consumidores, porém mantenha um registro cronológico das respostas. Dessa forma, você saberá se a satisfação deles aumentou.

Outra opção é utilizar indicadores de desempenho (KPIs) com foco nas vendas, pois, conforme mostra a citada pesquisa da ABRE, os investimentos em embalagens estão diretamente ligados à aquisição dos produtos pelos clientes.

Efetuar uma pesquisa de satisfação é fundamental para o desenvolvimento de qualquer negócio. O tema adquire profunda relevância quando se relaciona com as embalagens, pois essas estão interligadas à aquisição de produtos pela sua clientela.

O design dos produtos e embalagens são mais relevantes do que muitos gestores imaginam. Leia nosso artigo sobre a psicologia das cores e entenda por que sua empresa deve se importar com isso.

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Afinal, qual é a embalagem correta para alimentos in natura?

A embalagem é fundamental para que os produtos da empresa causem uma boa primeira impressão aos consumidores, entretanto, uma embalagem para alimentos in natura deve ser específica, dependendo das qualidades da mercadoria.

Negligenciar o tipo de material utilizado para armazenar esse tipo de alimento poderá gerar a perda do produto, afastar consumidores, causar danos à imagem da empresa, entre diversos outros prejuízos que podem ser evitados com a escolha correta da embalagem.

Se você deseja que sua organização não arque com esses impactos, responderemos todas as suas dúvidas sobre o assunto neste artigo. Aqui, expomos a importância de utilizar materiais específicos ao embalar alimentos crus, quais são os ideais para cada tipo de alimento e o que a legislação diz sobre o assunto. Confira!

Qual é a importância de um material específico na embalagem para alimentos crus?

Há vários fatores aos quais o gestor deve ficar atento quando se trata do manejo de alimentos, como prazo de validade, qualidade, se estão prontos para consumo, visual da embalagem, etc. A embalagem exerce um importante papel na manutenção da qualidade das mercadorias, como também na escolha do cliente pelo produto.

Quanto aos alimentos crus, esse item apresenta maior relevância ainda, pois atua diretamente na saúde do consumidor. Isso exige que o responsável utilize materiais específicos na embalagem, logo, entenda a importância de fazê-lo abaixo.

Melhor conservação do alimento

Melhorar a conservação do alimento consiste em aumentar o seu prazo de durabilidade, e isso é essencial para que ele possa ser consumido no momento em que chegar às mãos dos clientes.

Entretanto, a conservação deve ser pensada de acordo com as características de seus produtos, pois um modelo ou material de embalagem pode danificar determinado item, porém, pode ser o mais adequado para outro. Por essa razão, é preciso estudar o material ideal para os alimentos in natura.

Geração de mais valor ao produto

A embalagem de um produto é a imagem que você deseja transmitir ao cliente, mas não são somente as estampas que podem atrair a atenção dos consumidores. As embalagens podem fazer parte de sua estratégia de marketing e alterar positivamente a imagem da mercadoria para os clientes.

Se utilizadas de forma inteligente, as diferentes embalagens também podem agregar valor ao produto e aumentar as suas vendas.

Preservação da saúde do consumidor

Algumas embalagens podem sofrer reações químicas e contaminar determinados alimentos. Isso causará danos à saúde do consumidor e gerará impactos excessivamente negativos à imagem da empresa. Para evitar esse prejuízo, o administrador deve conhecer os materiais e utilizar o que mais preserva a saúde do consumidor.

Porém, não são todos os materiais que são suscetíveis à ocorrência de tal fenômeno, dessa forma, é possível utilizar embalagens de certos materiais e formas em determinados alimentos crus.

Qual a forma e material ideais para diferentes tipos de alimentos crus?

Não há somente um único meio de armazenar os alimentos crus. Como o setor alimentício inclui mercadorias de diferentes peculiaridades, alguns materiais são mais adequados para cada mantimento.

Cada forma de armazenamento detém suas próprias vantagens, que consistem em determinadas características, como preço, flexibilidade, resistência, entre outras. Entenda, nos tópicos seguintes, os tipos de embalagem ideais para cada alimento cru.

Madeira

Esse material foi um dos primeiros a serem usados como embalagem e é amplamente utilizado no transporte de hortaliças, frutas, legumes, ervas e outros vegetais. Uma de suas características principais é a resistência e relativa leveza para manusear.

Entretanto, embalagens de madeira são pouco usadas em pequenos empreendimentos, pois têm alto custo de confecção, pouca capacidade de proteção de produto e têm baixo conforto no seu manuseio pelos consumidores.

Papelão

O papelão é vantajoso por ser mais leve, econômico, adaptável a diversos formatos, fácil de ser armazenado  pode ser empilhado — e reciclável. Além disso, ele também pode ter uma ampla gama de aplicações, por exemplo embalar produtos pequenos e delicados, como componentes eletrônicos, até objetos grandes, como gôndolas e peças industriais.

Ainda que seja mais sensível à umidade, é um material bastante popular e ideal para transportar uma grande quantidade de alimentos que não demandam grande esforço para preservação, como batatas, massas frescas (como macarrão), ovos, biscoitos, farinhas, grãos crus e outros alimentos.

Vidro

Essa é uma embalagem elegante, consistindo em uma boa opção para transportar produtos que precisam ter seu conteúdo exposto aos clientes, como mercadorias líquidas, úmidas ou pastosas, como azeites extra-virgens, cervejas, café solúvel, conservas, requeijão, geleias etc.

Porém, trata-se de um material excepcionalmente frágil, por isso, não é amplamente utilizado em outros tipos de alimentos.

Plástico

Em razão da fragilidade dos vidros, várias empresas os substituíram por plásticos. Esse é um material que pode ser moldado em diversos formatos e tamanhos, sendo possível ser criado na forma de sacos, caixas, frascos, películas, engradados etc.

Dessa forma, é útil para armazenar diferentes tipos de alimentos, incluindo bebidas, como refrigerantes e sucos, sorvetes; achocolatados; doces, como biscoitos, balas, bombons; embalados, como salgadinhos, macarrão, arroz etc.

Apesar da flexibilidade, são sensíveis à oxidação e a elevadas temperaturas, e apresentam permeabilidade a gases e aromas, tornando possível a migração dos constituintes do material para os alimentos, alterando a sua composição. Outro aspecto negativo consiste na poluição do meio ambiente, levando centenas de anos para a decomposição.

Aço e alumínio

Metais, em geral, são opções ideais para as mercadorias que reagem mal a plásticos. Eles são leves, duráveis, práticos e recicláveis. Os alimentos ideais para os metais são aqueles que precisam ser protegidos de luz, umidade e odor.

Apesar de o aço e o alumínio serem parecidos a olho nu, eles são dotados de qualidades distintas, que os tornam ideais para diferentes produtos. Entenda as diferenças entre essas embalagens:

  • alumínio: é mais adequado para armazenar bebidas carbonatas, como cervejas e refrigerantes, mas também é indicado para enlatados em geral;
  • aço: como ele proporciona mais proteção e isolamento, é mais utilizado para embalar produtos que demorarão mais tempo para serem consumidos, como conservas.

Há dois pontos negativos nesse tipo de embalagem. O primeiro consiste na possibilidade de sofrer corrosão e contaminar os alimentos com seus elementos constituintes. O segundo ponto consiste no elevado nível de poluição na fabricação do alumínio, pois ele é derivado da bauxita, mineral que traz grandes níveis de poluição para o meio ambiente no ato de sua extração.

Isopor

Sua característica marcante se dá no fato de ajudar a preservar a temperatura dos alimentos, dessa forma, é amplamente utilizado para transportar alimentos frescos e nos serviços de entregas de fast foods e restaurantes.

Entretanto, não é uma solução ecológica (tem a reciclagem cara) e a identidade visual da marca fica prejudicada ao ser estampada nas caixas desse material. Além disso, estudos recentes apontam possível relação entre o polietileno (isopor) com a ocorrência de câncer devido ao estireno.

O que a RDC 20/2007 informa sobre esses materiais?

A Resolução RDC n.º 20 de 2007 é o regulamento técnico da ANVISA que dispõe sobre embalagens, revestimentos, tampas, utensílios e equipamentos metálicos que entram em contato com os alimentos.

As principais discussões dessa norma consistem nas embalagens metálicas, nos revestimentos poliméricos, nos corantes e nos pigmentos, nos selantes e nos lubrificantes de superfície. Todas as disposições foram redigidas para garantir a manutenção da saúde dos consumidores.

Materiais que não se encaixam nos citados, como o papelão, têm menos riscos de causarem danos e infringir a norma emanada pela agência sanitária. Muitos administradores negligenciam a embalagem para alimentos in natura, porém, aqueles que utilizam o tipo mais adequado para cada mercadoria conseguirão agradar seus clientes e garantir seu lugar no mercado.

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Como encontrar o melhor fornecedor de caixa de papelão?

A escolha de um fornecedor de caixa de papelão é uma decisão estratégica que deve ser tomada com muita cautela. Foi-se o tempo em que os fornecedores eram vistos apenas como meros vendedores de insumos. Afinal, o gestor moderno procura, antes de qualquer coisa, um parceiro comercial.

Apesar de toda a importância do tema, muitas empresas ainda encontram dificuldades ao longo do processo. Isso acontece, em grande parte, devido ao desconhecimento de alguns critérios básicos que devem ser levados em consideração no momento da escolha.

Com isso em mente, elaboramos um artigo explicando tudo o que você precisa saber antes de fechar o negócio. Confira na sequência!

Qualidade

Além de proteger a mercadoria de danos ocasionados por impactos ou pela própria exposição aos elementos, a embalagem é o primeiro contato que o cliente tem com o produto. Assim, é com ela que, muitas vezes, inauguramos o relacionamento com clientes e com o público em geral.

Portanto, uma boa caixa de papelão de papelão deve ser resistente e bonita. Um indicativo de que a embalagem possui os padrões de qualidade desejáveis é o atendimento a normas de padronização nacionais e internacionais — as normas da ABNT e do ISO 9001.

Dentro desse contexto de resistência e estética da embalagem, o cliente deve ficar de olho também na qualidade da impressão e na composição da chapa de papelão utilizada para confeccionar as caixas. O ideal é que o fornecedor trabalhe com o papelão ondulado, devido a sua resistência e maleabilidade.

Com isso, aumentam as chances de o produto chegar até o consumidor final sem nenhum tipo de avaria e com a caixa de papelão apresentando um bom aspecto, que inspire no cliente o desejo de consumir.

É claro que tudo isso também depende de muitos outros cuidados no armazenamento e transporte, mas trabalhar com materiais de qualidade é um pré-requisito. Além disso, as caixas de papelão com boa qualidade facilitam bastante o trabalho de todos os envolvidos na cadeia de suprimentos, reduzindo perdas e aumentando a produtividade.

Atendimento

Além da qualidade da caixa de papelão, não podemos nos esquecer de que o atendimento e a comunicação também são fatores muito importantes para o sucesso da parceria. Um bom fornecedor está preocupado em ouvir e entender a demanda do cliente.

O perigo do mau atendimento é que ele pode minar a relação comercial com o passar do tempo — e não instantaneamente, como acontece quando a qualidade da embalagem não é boa, por exemplo.

Vale lembrar, ainda, que o bom atendimento não é um diferencial, mas uma obrigação de todo e qualquer fornecedor — embora, lamentavelmente, nem sempre isso ocorra na prática cotidiana.

É preciso entender que bom atendimento e simpatia são conceitos que têm alguma relação, mas não são sinônimos! A educação e a cortesia são elementos indispensáveis, mas o bom atendimento deve abarcar também muitas outras qualidades e uma estrutura adequada.

A título de exemplo, podemos pensar naqueles fornecedores que investem muito no treinamento dos colaboradores, promovendo palestras e workshops, mas não investem em tecnologia.

Nesse caso, por mais atenciosos que sejam os atendentes, a comunicação pode se tornar um verdadeiro castelo de cartas se não houver um bom software de gestão de clientes dando amparo às operações.

Afinal, todo cliente sabe o quanto é desgastante (e caro) ter que repetir as mesmas informações para diferentes representantes do fornecedor e, mesmo assim, correr o risco de não receber o produto da forma exata como havia solicitado.

Compromisso com o cliente

É preciso destacar a importância de procurar parceiros comerciais que tenham como prioridade o sucesso de seus clientes. 

Na MM Embalagens, por exemplo, o foco de todas as atividades empresariais está voltado para a satisfação dos clientes. Entendemos que o nosso sucesso depende do sucesso do cliente, e não de meros números em uma planilha de vendas.

O fornecedor preocupado apenas em fechar a venda geralmente tenta encaixar as necessidades do cliente dentro de moldes genéricos previamente elaborados. Quando o foco é no parceiro, o esforço é no sentido de adaptar a estrutura e os processos internos para fazer o melhor possível para quem busca solução.

Referências

Além de todos os critérios anteriores, a empresa pode, também, procurar referências sobre o novo fornecedor. Quantos e quem são os clientes que ele atende? São empresas sérias e conhecidas pelo seu compromisso com a qualidade? O que eles têm a dizer sobre o fornecedor de caixa de papelão?

Isoladamente, o mero fato de um fornecedor ter muitos clientes não significa, necessariamente, que ele presta um bom serviço ou oferece um bom produto. No entanto, levar em conta esse tipo de referência é sempre melhor do que dar um tiro no escuro — ainda mais se a empresa não está disposta a correr riscos com as embalagens.

História e trajetória

Outra forma de reconhecer um bom fornecedor é olhar para o passado da empresa, tentando traçar a trajetória que a levou para o ponto em que se encontra no presente.

Isso pode evitar que sua organização venha a se envolver em uma parceria com um fornecedor cuja conduta comercial é pouco conhecida ou que apresentam um estado periclitante e pouco confiável. O ideal é sempre se envolver com empresas que geralmente entregam aquilo a que se propõe.

A MM Embalagens está há mais de dez anos no mercado e é uma das empresas que mais cresce no setor, movimentando cerca de 400 toneladas de papelão todos os meses, entre acessórios e caixas de papelão ondulado de diversos formatos, tamanhos, com ou sem impressão, personalizações a pedido de clientes, tendo a supervisão de um moderno laboratório interno de qualidade para garantir a aplicação de normas ABNT e ISO 9001. Consolidamos tradição, excelência e valores competitivos no atendimento a indústrias pesada, farmacêutica, alimentícia, moveleira, agronegócios, distribuidoras, entre outras, totalizando mais de 5000 empresas já atendidas.

Fornecedor de caixa de papelão – uma escolha planejada

Não existem fórmulas mágicas para encontrar o melhor fornecedor de caixa de papelão. Uma decisão acertada depende, em larga escala, do bom senso e da sensibilidade do gestor responsável pela compra das embalagens. Entretanto, quando utilizamos os critérios acima, a chance de cometer erros é indiscutivelmente menor!

E então, achou o texto útil? Agora que você já conhece as principais características de um bom fornecedor, ganhe tempo e entre em contato conosco. Nossos atendentes estão prontos para ajudá-lo a encontrar a embalagem ideal para o seu negócio!

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Saiba como escolher o perfil de embalagens ideal para seu negócio

Escolher um perfil de embalagens apropriado é uma demanda importante para as empresas. Um design moderno representa muito para o posicionamento de marca, além de proporcionar maior credibilidade junto ao cliente.

A qualidade dessas embalagens também deve ser pensada na hora da tomada de decisão. É importante que elas sejam capazes de armazenar o produto de forma adequada, oferecendo proteção e boas condições para que ele chegue intacto ao consumidor.

Neste post, você vai entender melhor como é relevante preocupar-se com as embalagens, além de conhecer as principais para poder decidir qual é a mais indicada ao seu negócio. Confira!

Os cuidados com transporte e armazenamento

Parte fundamental ao pensar em um perfil de embalagens para seus produtos, o transporte precisa ser considerado como fator crucial na hora de tomar uma decisão. Dependendo do modelo utilizado, algumas embalagens podem acabar sofrendo mais com os impactos, o que interfere na preservação do conteúdo.

O perfil de embalagens definido também deve armazenar de forma adequada seu produto, independentemente do tipo que estiver transportando. Nos casos dos alimentos, por exemplo, há uma grande preocupação em relação a como essas embalagens podem atuar impedindo que produtos perecíveis venham a estragar.

Nessa situação, é indispensável optar por materiais que consigam conservar o conteúdo da melhor forma possível, de modo que o produto chegue ao consumidor final em plenas condições de uso.

Perfil de embalagem e a relação custo-benefício

O investimento também deve ser vantajoso às empresas. Não surtirá efeitos optar por uma embalagem moderna, com um design bonito e sofisticado se, no final das contas, isso implicar em um custo muito alto para a empresa.

A decisão pelo melhor perfil de embalagens passa pelo equilíbrio. Uma opção interessante deve reunir pontos positivos como estética, conservação do conteúdo e alocação da melhor forma. Tudo isso deve estar associado a um preço que faça o investimento ser vantajoso.

A necessidade de um design moderno e funcional

A apresentação do produto é a metade do caminho para uma venda bem-sucedida. Muitas pessoas valorizam o design de embalagens e rótulos, especialmente quando as marcas em questão ainda não são referência no mercado.

Portanto, é sim muito importante buscar embalagens que apresentem uma aparência moderna e que consigam ser funcionais. Além de bonitas, elas devem alocar bem o conteúdo do produto e ser de fácil manuseio e estoque, tanto para a empresa quanto para o consumidor final.

Os principais perfis de embalagens existentes

Hoje, é possível encontrar os mais diversos perfis de embalagens para todos os tipos de produtos. Além do design, os materiais usados têm boas variações, que oferecem benefícios em quesitos como conservação e apresentação do produto.

Os diferentes segmentos de negócios têm demandas específicas quanto a essas embalagens, por isso, faz-se necessário conhecer as principais. A seguir, você confere algumas das mais utilizadas atualmente, podendo verificar qual é a mais útil para sua empresa.

Papelão ondulado

Visualmente, as caixas de papelão ondulado são como qualquer outra. Porém, é justamente sua composição interna que traz seu diferencial. O sistema de ondulação é uma camada interna do papelão que oferece maior resistência ao material e também protege os produtos de impactos.

Esse perfil de embalagem é bastante democrático, mas não oferece utilidade a cargas molhadas e cortantes, tendo em vista que, em ambas as situações, pode haver danificação da estrutura, colocando o produto em risco.

Embalagem para alimentos (alumínio)

As embalagens de alumínios são leves, fáceis de serem moldadas e ainda oferecem proteção extra para conteúdos que demandam maiores cuidados. O principal direcionamento das embalagens de alumínio é para a indústria alimentícia.

O material tem uma maior capacidade de conservação da temperatura necessária para o alimento, além de conseguir proteger o conteúdo de forma eficiente da incidência de calor e de luz.

Plástico

O plástico é capaz de dar origem aos mais versáteis perfis de embalagem vistos no mercado. Ele pode dar forma a designs variados, dentro de um custo-benefício muito interessante. Os principais usos desse tipo de embalagem são para produtos líquidos e bebidas em geral. Entretanto, há uma restrição para alimentos, tendo em vista que o plástico pode alterar o sabor das comidas.

Toda essa versatilidade tem um preço que as empresas devem pagar. O plástico não é um material biodegradável e isso pode soar mal para marcas que possuem públicos engajados com causas ambientais. Sendo assim, vale a pena considerar essa questão!

Tetra-pak

Bastante estabilizada no mercado, a tetra-pak é uma embalagem direcionada a laticínios de uma forma geral, além de bebidas. A curiosidade desse perfil de embalagens fica por conta de sua composição, que é feita de alguns materiais básicos: folha de alumínio, papel-cartão e polietileno.

Essa combinação oferece resistência às embalagens, flexibilidade para uma moldagem de acordo com o design desejado e a possibilidade de conservação do conteúdo, graças ao alumínio. Por isso ela é tão usada na indústria alimentícia.

Madeira

A principal característica da madeira é a proteção oferecida ao que é carregado dentro da embalagem, graças à sua resistência superior às outras opções disponíveis.

Ela é capaz de armazenar grandes volumes e, geralmente, é voltada para a indústria do agronegócio: frutas, legumes e vegetais costumam ser transportados e armazenados nesse perfil de embalagem.

Entretanto, as caixas de madeira têm um custo maior na sua produção, além de não serem tão capazes de conservar os produtos de alguns fatores naturais, como a umidade e o calor. Seu uso é bastante específico e, geralmente, não é prolongado, além de seu design ser rústico.

Os diferentes mercados têm suas necessidades e a importância de conhecer os principais tipos de embalagem é justamente fazer uma decisão capaz de atender ao seu negócio de forma completa.

Escolher o perfil de embalagens requer uma análise aprofundada sobre todas as vantagens que o material em questão oferece, assim como as limitações que ele impõe. Agora você já sabe mais sobre cada um e pode tomar a decisão mais acertada!

Gostou de saber mais sobre esse assunto tão importante? Aproveite para tirar todas as suas dúvidas nos comentários e contar quais materiais utiliza nas embalagens de sua empresa!

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Chapa de papelão: conheça o processo de criação da caixa de papelão

As caixas de papelão são embalagens extremamente populares, práticas e utilizadas em praticamente todo o mundo. Além de todas as qualidades que fazem da chapa de papelão um produto sustentável do ponto de vista econômico, social e ambiental, ela é também barata e eficiente, já que otimiza a gestão logística do negócio.

Para entendermos como e por que isso acontece, teremos que contemplar todo o processo produtivo por trás das embalagens de papelão e é exatamente isso que vamos fazer ao longo deste artigo. Está interessado? Então confira na sequência!

História do papel

O papel, tal como o conhecemos hoje, surgiu na China por volta do ano 105. Conta a história que Ts Ai Lun teria criado uma pasta rica em fibras que, após a secagem, teria sido o primeiro registro de produção de papel em todo o mundo.

Para tanto, ele utilizou uma mistura de água e materiais fibrosos, como retalhos de roupas, casca de amoreira, pedaços de bambu e, até mesmo, redes de pescar. A cal também foi utilizada para auxiliar no processo de desfibramento.

O resultado obtido por Lun até que não deixava a desejar no quesito qualidade. No entanto, como tivemos a oportunidade de mencionar, todo o processo de fabricação do papel era realizado de uma forma mais intuitiva e artesanal.

Com o aumento da popularidade do papel e, consequentemente, a demanda pelo seu consumo, rapidamente começou a faltar matéria-prima para a sua produção. Simplesmente não era mais possível acrescentar retalhos de roupa ao processo produtivo, uma vez que não havia tecido suficiente.

Os princípios utilizados pelo chinês continuam vigentes até hoje, muito embora o processo tenha evoluído bastante. Ao longo do século XIX houve grande avanço na composição das semipastas, resultado de diversas tentativas de separar a celulose da lignina (demais substâncias presentes na madeira). A cola animal foi também substituída pela resina para melhor performance.

A importância do papel para a indústria

A importância do papel para o desenvolvimento de uma variedade enorme de negócios é múltipla. Isso acontece, é claro, em virtude das enormes vantagens e facilidades que o material oferece ao usuário.

As caixas de papelão, por exemplo, são embalagens baratas e seguras para o transporte de mercadorias. Seu revestimento triplo protege bem o conteúdo contra choques físicos e é livre de produtos tóxicos, sendo ideais para o acondicionamento de gêneros alimentícios.

Além de tudo isso, o papel conta com uma vantagem muito grande em comparação a outros materiais: pode ser facilmente reaproveitado ou reciclado. Mais do que uma opção pela sustentabilidade, a reciclagem vem se tornando um verdadeiro diferencial competitivo no mercado.

Estima-se que a cada centavo investido em reciclagem, conseguimos tirar três centavos do custo do produto final. Ao longo do processo de produção, especialmente na fase de corte, acabamos gerando fiapos e pequenos pedaços sem utilidade comercial.

Todo esse material pode voltar para o início do processo para servir de matéria-prima para a produção de mais papel. Essa reutilização pode acontecer até seis vezes sem que o papel perca as suas características essenciais.

Processo de fabricação da chapa de papelão

A chapa de papelão é matéria-prima para a fabricação das caixas. A partir da chapa, são realizados cortes e vincos, permitindo com que o produto seja montado e adquira seu formato final.

Uma chapa de papelão simples é formada por três folhas de papel, o que lhe confere resistência e capacidade de proteger o conteúdo que está sendo transportado. Veremos a partir de agora, com um pouco mais de detalhes, todos os passos que envolvem a fabricação de uma caixa de papelão: da matéria-prima ao produto final.

Preparação da matéria-prima

A matéria-prima utilizada na fabricação do papel pode ser celulose, papéis reciclados ou, ainda, uma pasta mecânica. A pasta mecânica é formada por celulose e lignina, a partir da ação abrasiva do rebolo contra a madeira, fazendo com que ela seja desfibrada.

Criação da pasta

Durante a etapa de criação da pasta, o material fibroso é colocado em solução de água e, em seguida, passa por um processo de depuração, que tem o objetivo de livrar o composto de qualquer tipo de impureza.

Depois disso, a pasta é refinada, levando a efeito a moagem das fibras. Na sequência o material é tingido e colado, com a adição do breu ou de outras colas. Por fim, a última etapa consiste na correção do PH. Esse procedimento é necessário, já que a celulose é naturalmente alcalina e precisamos de um composto neutro.

Formação da folha

A formação da folha ocorre quando tiramos um pouco da saturação de água do composto, fazendo com que ele adquira uma forma. Esse processo pode ser feito de forma manual ou com a utilização de mesas ou cilindros.

O processo manual consiste em simplesmente peneirar a pasta, removendo o excesso de água. Os outros dois processos envolvem a utilização de telas metálicas, pelas quais a água escorre quando o material entra em contato com a máquina.

Secagem

Na etapa de secagem o papel passa por um processo de prensagem, retirando ainda mais água do composto. Por fim, todo o material passa por cilindros aquecidos para que o restante da água possa evaporar. Para finalizar o procedimento, basta cortar o papel seco no formato desejado.

Formação da chapa de papelão

Uma chapa de papelão simples é formada por três folhas de papel coladas umas nas outras. As duas folhas da extremidade, que formam as superfícies da chapa são lisas, mas a folha do meio (o recheio) é ondulada (daí advém o nome “papelão ondulado”). Esse efeito é obtido a partir da passagem de papel comum por uma máquina (conhecida como máquina corrugadora) que prensa o papel entre duas superfícies sulcadas.

Montagem da caixa

Para finalizar o processo, a chapa de papelão já pronta pode precisar receber impressão. Nesse caso, ela é aplicada por máquinas impressoras geralmente através do processo de flexografia (algumas também conseguem cortar e criar vincos no papelão). Em seguida, aplica-se a cola fria, processo que pode ser manual ou automatizado, nesse último caso, a chapa de papelão passa por uma linha de montagem na qual uma máquina aplica cola e une as partes que devem ser aderidas por ela. Caso a superfície do papelão esteja revestida com cera, utiliza-se a cola quente. Tanto a tinta quanto a cola são feitas são produzidas a partir de materiais atóxicos.

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A Embalagens M2B é destaque no jornal Diário do Comércio

Na semana que passou, a Embalagens M2B foi assunto da matéria de capa do jornal Diário do Comércio, edição do dia 17 de novembro de 2017, que abordou como foi possível alcançar um crescimento estimado de 60% mesmo em meio a crise que o país atravessa.

Com produção mensal batendo à casa das 400 toneladas de caixas de papelão e itens relacionados nesse final de ano, Marcos Alexandre, proprietário da M2B, conta qual foi sua estratégia para alavancar ainda mais seus negócios (que já haviam crescido 31% no ano de 2016 em relação a 2015).

A estratégia

Com o mercado fragilizado pela situação financeira do país, foi preciso inovar em propostas comerciais interessantes e criativas, oferecendo mais opções e prospectando novos clientes, dessa forma diversificando e ampliando a fatia do mercado. Como citou o próprio Marcos, o mercado não teve crescimento que conduzisse à expansão de seu negócio (e não mostra muitos sinais de melhoria), mas foi devido a uma atitude prospectiva e propositiva, planejada e aplicada de forma diligente, juntamente com investimentos, treinamentos, contratações e formas eficientes de gestão que foi possível um expressivo percentual de avanço no desempenho da empresa.

Novidades

Foi revelado que, além de produzir caixas de papelão ondulado e acessórios dedicados a atender o comércio, drogarias, e-commerce, indústria pesada, cosmética, alimentícia, moveleiras, entre outras, em 2017 a Embalagens M2B também entrou no mercado de pizzarias, com caixas de papelão de alta qualidade e opção de impermeabilização voltada a esse tipo de alimento. Para o ano de 2018, está planejada a fabricação de caixas de sapato com nível de excelência e valor competitivo.

O objetivo da Embalagens M2B é levar o máximo de satisfação aos seus clientes, atuando sobretudo no mercado mineiro, foco principal de suas atividades. Contando com mais de 5000 clientes já atendidos no curso de sua existência e cerca de 250 empresas servidas mensalmente, os horizontes vão se abrindo na medida em que se aplica uma visão positiva e empreendedora.

Aquisições

O ano de 2017 foi marcado pela aquisição de uma máquina automática de grande porte e capacidade de produção, adquirida em 2015 para ser projetada e montada para ser entregue esse ano, o que se realizou, já estando instalada e em plena operação.  Dois mil e dezessete foi também um ano de diversas contratações de novos funcionários, treinamentos, capacitação da equipe e novos processos de gestão.

Projeções

O próximo ano promete grandes novidades, a começar pela chegada de uma nova máquina em fevereiro, expandindo o atendimento da demanda. Concomitantemente, será investido mais em sistematizações e automação de processos, adicionando mais organização, ampliando a eficiência, a qualidade dos serviços e os produtos entregues.

Com um parque industrial de 5500 metros quadrados, a Embalagens M2B conta com nove máquinas nacionais montadas com tecnologia estrangeira e 80 funcionários. Estima-se um crescimento de 50% para 2018, sendo que ainda vem muita novidade por aí.

Link para a matéria original do jornal Diário do Comércio

Embalagens M2B é capa do jornal O Diário do Comércio em 17-11-2017 - imagem completa

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Ciclo PDCA: saiba como implantar a melhoria contínua na produção

Retrabalho, desperdícios de recursos, processos atrasados e insatisfação de clientes são alguns dos exemplos de uma gestão de baixa eficiência operacional.

Esse tipo de problema pode ocorrer em qualquer empresa e, também, em qualquer mercado. Normalmente, os resultados são os mesmos: perda de lucratividade das operações, maior necessidade de imobilização de dinheiro em estoque e o mau uso de recursos produtivos.

Para ajudar a melhorar a eficiência da empresa, existem métodos que podem ser muito úteis. Um deles é o ciclo PDCA.

O ciclo PDCA

Conhecido de vários gestores e consultores, o ciclo PDCA é uma ferramenta muito aplicada à melhoria contínua de processos.

Também chamado de ciclo de Shewhart ou de Deming, o PDCA sintetiza uma lógica de tratamento de processos, focando em conseguir encontrar formas de aprimorar as atividades envolvidas e fazer com que esse aprimoramento se mantenha definitivamente arraigado à rotina.

Sendo simples e flexível, ele adota uma visão sistemática dos processos e permite que os resultados sejam aprimorados a cada vez que é feita uma nova rodada de aplicação da metodologia.

O nome PDCA é um acrônimo das 4 fases do ciclo. A primeira, correspondendo à letra P, é o Plan (planejar). Do (executar) corresponde ao D, enquanto Check (verificar) ao C. Por último, temos o A, que indica Act (agir).

Seguindo essa ordem de atividades, o ciclo PDCA ajuda o gestor a evoluir os seus processos de maneira a resolver os problemas que são encontrados em cada um deles e focar na melhoria contínua.

Para ficar mais clara a forma com que o ciclo pode oferecer benefícios às empresas, vale a pena detalharmos um pouco mais cada fase da metodologia.

As etapas do ciclo PDCA e suas aplicações

Sempre seguindo uma ordem, e sem nunca pular qualquer uma das suas fases, o ciclo PDCA terá condições de tornar os processos produtivos de uma empresa mais aprimorados e enxutos.

A seguir, o funcionamento de cada uma dessas etapas.

1. Plan (planejar)

Toda atividade de gestão estratégica começa, ou deveria começar, com um bom planejamento. No caso do ciclo PDCA, a situação não é diferente.

Ainda que sejam conhecidas algumas informações referentes ao que se deseja fazer, é preciso anotar um resumo bem claro de qual planejamento será seguido. Ele terá como base a busca da melhoria de algum processo interno da empresa.

Seus principais pontos são:

  • identificar qual é o objetivo buscado na melhoria;
  • fazer uma análise do processo a ser aprimorado;
  • levantar as causas dos problemas que serão enfrentados;
  • elaborar um plano de ação que guiará toda a execução do trabalho.

Como fica fácil perceber, essa é uma fase extremamente importante para o ciclo. Ela é a fundação para a melhoria.

Como exemplos de processos a serem investigados e melhorados, podemos destacar as rotinas de vendas, as atividades envolvidas no transporte de produtos frágeis e até a contratação de fornecedores.

2. Do (executar)

Depois que foi feito o planejamento, é hora de colocá-lo em prática. Nesse momento, é necessário ter uma grande atenção para que seja seguido exatamente o que foi indicado na fase anterior.

Um grande problema na execução de um ciclo PDCA é que muitos gestores, e até outros funcionários envolvidos no esforço de melhoria contínua dos processos internos, acabam deixando de lado a parte formal da metodologia.

Ao se afastarem do planejamento, essas pessoas acabam focando mais a sua energia e tempo na execução de tarefas que aparentemente estão mais produtivas. Assim, fica fácil concluir que o que foi planejado acaba não sendo executado.

Por buscar soluções mais rápidas e intuitivas, a metodologia pode ficar comprometida e não funcionar bem.

Naturalmente, todo o processo é dinâmico e precisa, também, ser adaptado a novas condições e olhares que vão surgindo à medida que o trabalho se desenvolve. Contudo, é muito comum que um planejamento fraco acabe por ser pouco seguido na hora da execução das tarefas.

Se isso estiver acontecendo, há grandes indícios de que a primeira fase não tenha sido feita de maneira adequada e, provavelmente, ainda será preciso um pouco mais de atenção e cuidado na hora de desenhar os planos dos próximos ciclos.

É muito importante que não se perca de vista a metodologia. Do contrário, tudo pode virar somente um monte de tarefas isoladas a serem realizadas.

3. Check (verificar)

Continuando as fases do ciclo, a etapa de verificação é a hora em que são mensurados os resultados alcançados. Ou seja, é o momento em que os números iniciais, de antes das mudanças propostas, serão comparados com o que se conseguiu medir após a tentativa de melhoria.

Para que se tenha convicção de que realmente a mensuração está indicando as alterações percebidas no processo, é necessário que a forma de medir e os indicadores coletados sigam a mesma linha de raciocínio.

Conseguindo comparar os números de forma clara e com segurança, os benefícios da nova forma de trabalho gerados pelos ajustes que foram feitos na etapa anterior indicarão se houve ou não uma melhoria do processo.

Vamos imaginar que uma empresa está apurando desperdícios com a perda de produtos que venham embalados em garrafas de vidro. Ao serem transportadas em caixas de papelão convencionais, elas demonstram uma pequena folga, o que faz com que algumas se quebrem.

A partir desse problema, a adoção de caixas de papelão personalizadas, e que não deixam espaço sobrando, será uma tentativa de diminuição do desperdício.

Uma verificação de melhoria seria contar quantas garrafas são perdidas no transporte usando as caixas convencionais e quantas ficam danificadas com o uso de caixas com tamanho personalizado.

4. Action (agir)

A parte final de um ciclo PDCA é a ação. Embora todas as outras etapas também exijam que algo seja feito, nesse ponto, temos o conceito de ação focado em duas principais atividades.

A primeira delas é a padronização dos resultados positivos. É nesse momento que garantimos que as melhorias conquistadas serão perpetuadas dentro do processo, seguindo a nova rotina de trabalho.

É por isso que a formalização das atividades é tão importante. Ela garante que o novo modelo não seja abandonado, assegurando que os benefícios alcançados não sejam perdidos.

A segunda parte diz respeito à correção do que foi entendido como erro na tentativa de melhoria. Provavelmente, algumas tentativas de ajustes no processo podem acabar resultando em desperdícios ou retrabalhos. Esses pontos também precisam ser enfocados pelo gestor, de forma a garantir que não serão repetidos.

Registrando o que deu certo e rejeitando o que deu errado, o ciclo PDCA se encerra. Se os resultados esperados ainda estiverem aquém das metas, pode-se novamente aplicar a metodologia, girando outra vez o ciclo. Por isso, o nome de melhoria contínua.

Agora que você já consegue entender o que é e como funciona o ciclo PDCA, aproveite para ajudar outros colegas e amigos a também conhecerem os benefícios dessa ferramenta, compartilhando este conteúdo nas suas redes sociais.